quarta-feira, 5 de novembro de 2008

LA PRENSA MUNDIAL

Nov-05-08 - por Rosendo Fraga
Se sabe desde siempre que cuando la economía esta mal suele ganar la oposición y si, al mismo tiempo, el Presidente que termina lo hace con la menor popularidad desde que se hacen encuestas, es lógico y casi inevitable que gane la oposición en cualquier país del mundo.
Desde esta perspectiva, lo que sucedió el 4 de noviembre en los EEUU no es ninguna sorpresa sino todo lo contrario.
Más allá de esta explicación simplista, la llegada de Obama al poder tiene profundos significados.
El primero es explícito: por primera vez llega a la Presidencia un afroamericano. Ello puede ampliarse, ya que no se ha producido un fenómeno similar en ninguno de los países del llamado Occidente.
La consecuencia es que ello permite a los EEUU recuperar ante el mundo la proyección de lo que Joseph Nye llama el poder blando, que son los valores de la pluralidad, la libertad y el progreso social que han caracterizado la cultura política del país, tras un período como el de Bush, donde sólo proyectó el poder duro, que es la capacidad militar, en este caso concentrada en la lucha contra el terrorismo.
El segundo es que el triunfo del candidato demócrata es la consecuencia de un importante fenómeno socio-político, ya que en esta elección se ha registrado un record de concurrencia -en los EEUU el voto es voluntario- no sólo en cantidad sino en porcentaje, votando aproximadamente dos tercios de quienes tenían derecho a hacerlo, cuando el promedio histórico es del 55%.
Ello fue porque Obama logró una concurrencia sin precedentes de dos segmentos que votaban por debajo del promedio: los jóvenes y los afroamericanos, en las últimas décadas poco interesados en la política.
El tercero es que fue una elección globalizada, seguida en todo el mundo y con sondeos a nivel mundial, que permitieron conocer cómo hubiera votado la humanidad de haber participado en la definición política de quién gobernará los próximos cuatro años la primera economía del mundo. Cuatro cada cinco votaban por Obama.
Ello implica que con su llegada al gobierno, EEUU tiene frente al mundo un Presidente que goza de su simpatía y ello es fundamental para recomponer la imagen internacional del país.
Por último, el cambio político tiene lugar en momentos que el mundo sufre la crisis financiera global más grave desde 1929, la que como entonces ha comenzado en los EEUU, y encauzarla o por lo menos contenerla es el desafío inmediato del candidato vencedor, que iniciará su mandato teniendo que afrontar los costos sociales de esta crisis dentro de su propio país.
Pero Obama ante todo significa la esperanza, no sólo para los norteamericanos sino para el mundo.
Transformarla en credibilidad es el desafío político inmediato, condición sin la cual no podrá resolverse la crisis financiera.

É, OBAMA, O MUNDO ESPERA POR TI !!!

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Pedro Bueno

TEMOS MUITO QUE COMEMORAR

TEMOS MUITO QUE COMEMORAR, POIS DAQUI PARTIU MUITOS SONHOS QUE SE PENSAVAM IMPOSSÍVEIS, MAS REALIZAMOS.
Nada é simples nessa fascinante eleição realizada em tempos de turbulência econômica.
Barack Obama eleito, o primeiro presidente negro da história americana, teremos transformações sociais muito além do que se possa imaginar. Toda criança negra, de qualquer país do mundo, toda criança, de qualquer grupo discriminado, crescerá recebendo a mensagem de que barreiras podem ser superadas. Mesmo as que pareciam intransponíveis.
As eleições nos EUA, darão outra dimensão ao mundo todo, pois mais que nunca estamos num mundo só, não mais naquele em que as ordens e as atitudes emanadas pelo "dono do mundo" é as que prevaleciam. Não, mesmo que para muitos se parecerão insignificantes as mudanças de atitudes, elas se tornarão muito grandes. "O tempo dirá, a história registrará!".
Evidente que a principio pouco se visualizará, mas com o passar do tempo veremos as grandes modificações no mundo. Não me lembro bem a frase, mas o primeiro astronauta que pisou na lua disse mais ou menos essa frase: “Um pequeno passo de um homem, mas uma enorme conquista para a humanidade”.
Esse deve ter sido o início do sonho de M. Luther King. Dele e de milhões de renegados de todas as raças e credos. Que seja o principio de um fim. Fim de tudo que emperra o progresso da humanidade.
Mas vamos de inicio ficar por aqui. Vamos “bater os nossos tambores” que estão também lá dentro de nossos corações. Somos brancos, mas de qualquer forma nossos sangues são compatíveis para esperança de muitas salvações.
Por aqui demos inicio, agora o mundo já terá uma nova dimensão. Que Deus faça com que todos os governantes desse mundo até então cruel, passemos a receber as gotas da água abençoada.
Q Deus olhe por todo o mundo, pois na verdade todos queremos "o silêncio dos canhões.

Pedro Bueno.

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Pedro Bueno

terça-feira, 4 de novembro de 2008

A ABSTENÇÃO REALMENTE ATRAPALHOU GABEIRA?

ABSTENÇÃO GENERALIZADA! Levantamento do blog de César Maia
Os eleitores devem estar descobrindo que o voto no Brasil não é obrigatório. Obrigatório é ir aos Correios, pagar 3 reais e assinar um papel.
Segundo TurnoEleitorado / Abstenção / (% abstenção)Belo Horizonte (MG) 1.457.208 / 315.019 (21,6%)São Luís (MA) - 636.914 / 135.555 (21,2%)Anápolis (GO) - 217.127/ 45.994 (21,1%)Rio de Janeiro (RJ) - 4.579.365 / 927.250 (20,2%)Salvador (BA) - 1.747.278 / 344.805 (19,7%)Belém (PA) 961.232 / 188.849 (19,6%)Cuiabá (MT) - 368.188 / 69.710 (18,9%)Santo André (SP) - 533.428 / 100.338 (18,8%)Petrópolis (RJ) - 231.821 / 43.270 (18,6%)Bauru (SP) - 233.653 / 43.051 (18,4%)São José do Rio Preto (SP) 276.943 / 49.753 (17,9%)Campos (RJ) - 322.839 / 57.521 (17,8%)Florianópolis (SC) - 301.967 / 53.914 (17,8%)Porto Alegre (RS) - 1.038.885 / 184.747 (17,7%)São Paulo (SP) - 8.198.282 / 1.438.355 (17,5%)Pelotas (RS) - 243.216 / 42.737 (17,5%)Londrina (PR) - 341.908 / 58.236 (17,0%)São Bernardo do Campo (SP) - 539.584 / 90.785 (16,8%)Pesquisa e Edição: JCMPara indicar um amigo: http://www.cesarmaia.com.br/Para garantir que nossos comunicados cheguem em sua caixa de entrada, adicione o email blogdocesarmaia@gmail.com ao seu catálogo de endereços.
29/02/2008 A de baixo é outro assunto - para não perder espaço e tempo.
Oposição em apuros da Folha Online Nos últimos 30 anos, o Brasil viveu crises econômicas a cada dois ou três anos. Agora, o país parece ter consolidado a possibilidade de atravessar um ciclo prolongado de crescimento. Economistas falam em dez anos seguidos de elevação do PIB (Produto Interno Bruto) a taxas que o Brasil não experimentava fazia tempo.
Se esse cenário se confirmar, o país passará por transformações positivas num ritmo acelerado. Terá mais instrumentos para tentar reduzir a desigualdade social e combater a violência nos centros urbanos --dois problemas que fazem parecer menores os avanços do país desde a redemocratização em 1985.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem méritos pelo bom momento econômico do Brasil, mas não foi o único responsável pela sua construção. No entanto, é Lula quem está no leme nesta hora. Portanto, ele colhe os dividendos políticos.
A oposição está em apuros. Seu duro discurso soa destinado a dar pouco resultado. Tanto que os governadores de São Paulo, José Serra, e de Minas Gerais, Aécio Neves, tentam se distanciar da ação do PSDB e do DEM no Congresso Nacional. Acertadamente, os tucanos Serra e Aécio compreenderam a necessidade de dialogar com o eleitorado lulista por uma simples razão: a maior parte da população aprova o governo, apesar de seus defeitos.
Como disse em recente entrevista à Folha o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE), o presidenciável mais bem posicionado nas pesquisas sobre a sucessão de 2010, a oposição está "num mato sem cachorro". Por isso, ela oscila em sua ação política --ora flerta com uma crise política que derrube Lula, ora contesta a política social.
Ainda que encontrasse a "Fiat Elba de Lula", o petista tem rede sólida de apoio político e popular. É uma conjuntura distinta da que tragou Fernando Collor de Mello em 1992.
Um confronto na política só levaria Lula a uma radicalização retórica ainda mais inflamada do que o equivocado ataque ao Judiciário desferido na quinta-feira (28/02).
Em outra frente de batalha, DEM e PSDB questionam a política social. Até hoje hesitam entre se apresentar como pais do Bolsa Família ou críticos que o julgam assistencialismo eleitoreiro. A última cartada foi recorrer à Justiça na terça-feira (26/02) contra os "Territórios da Cidadania", um programa que tentar dar unidade a ações dispersas já em andamento. Nos R$ 11,3 bilhões previstos para o programa, não há dinheiro novo. Os "Territórios da Cidadania" são um aprimoramento gerencial para tentar atender melhor 7,8 milhões de pessoas nas áreas mais carentes.
Para uma oposição que usa o clichê do gerenciamento dia sim e o outro também, o programa deveria ser considerado um avanço. Tem o foco certo. Mas, como foi lançado em ano de eleições municipais, o programa só prestaria a ambições políticas menores de Lula e do PT.
Ora, o Brasil tem eleições a cada dois anos. Recorrer ao argumento de uso eleitoreiro é tentar limitar a ação do governo. O estabelecimento desse padrão se voltará contra a oposição no dia em que ela estiver no poder. Mais: ao se posicionar contra programa sociais, tucanos e democratas dão a Lula a chance de acusá-los de não gostar dos pobres.
O atual discurso da oposição não serve para um país que retomou a oportunidade de crescer de forma significativa por um período longo. Para que esse ciclo se sustente, o Brasil deveria cuidar da infra-estrutura, sobretudo da energia, e da educação, de modo a preparar os brasileiros para uma onda econômica que exigirá mão-de-obra mais qualificada. Mas esses dois assuntos são marginais na agenda da oposição.
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Pedro Bueno

REFORMA TRIBUTÁRIA, A QUE NINGUÉM QUER !

Reforma tributária, agora??
Na verdade ninguém deseja por hora essa reforma.

Todos os Prefeitos, Governadores e outros mais, acham que sairão perdendo. Mas o fato é que o Executivo Federal de muitos anos, também não deseja que tenhamos mexidas agora. Já para o próximo candidato, restará novas promessas de campanha,,,,,,, e.....depois! Bem, esse depois.....!!!
Como quem leva a maior parte é o federal, esse engole sapo sozinho, tendo a oposição sempre passando para o público de que quem leva tudo é o Executivo. Os demais ficam caladinhos, caladinhos. (Estados, municípios e quem.....evita pagar, vamos dizer assim).
Muitas coisas poderiam ser lembradas acerca disso, entretanto, uma parece mais do que clara e não sairá nesses dois anos que faltam para o término do governo Lula.. Nada é diferente nessas discussões, quando se Fala em Reforma Tributária. A luta já era essa e continuará sendo assim até que surja um maluco e bata o martelo. (Mas, quem?) Ninguém quer perder uns %, achando que não haverá recuperação na frente. Os motivos para às alterações nas regras é a preocupação de se perder 40% em tudo aquilo que é produzido. Mas se esquecem de que havendo desoneração, os custos cairão e, conseqüentemente, preços menores para o consumidor. (Mas na queda da CPMF, não foi bem assim).O Empresário continuará chorando e jogando a culpa no governo (s).
Quando tudo estava maravilhoso, como antes de a crise financeira internacional pousar por aqui no Brasil. ou até mesmo durante o Plano de Itamar, mas quem leva o nome é FHC, as forças políticas e econômicas não conseguiram ajustarem um acordo para refazer o chamado ajuste federativo firmado na Carta de 1988, por que em época de retração da economia haveria algum espaço para desonerar a produção e o bolso dos contribuintes em geral? Improvável, a começar pelas barreiras de toda ordem trazidas à tona quando se trata de rever a divisão para assumirem perante a população, estabelecidas para cada esfera de governo, e cada um ajustando meios para viabilizar esses serviços, na forma de cobrança de tributos. O governo federal quer concentrar cada vez mais o poder de arrecadar tributos, os governos estaduais não querem perder a chocadeira o imposto estadual, e os sonegadores jamais irão querer pagar mais; Até acho que esses é que sempre os que mais reclamam da carga tributária (para inglês ver).Ajustar as forças que possam se interessar pela causa é uma tarefa para gigantes que requer, acima de tudo, haja condições políticas para isso. Os partidos que ocuparam a Presidência desde que o País começou a pensar em reforma tributária, dois mandatos do PSDB e o PT, em seu segundo, não fizeram isso quando foram eleitos e depois reeleitos, e dessa forma o presidente Lula não seria quem encararia uma briga desse tamanho a partir de agora, quando falta menos de dois anos para deixar o governo e interessado em que as coisas até melhore, como se espera, principalmente após as eleições nos EUA. Espere

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Pedro Bueno

VAMOS FALAR DE REF.TRIBUTÁRIA NOVAMENTE?


Reforma tributária, agora??
Na verdade ninguém deseja por hora essa reforma. Todos os Prefeitos, Governadores e outros mais, acham que sairão perdendo. Mas o fato é que o Executivo Federal de muitos anos, também não deseja que tenhamos mexidas agora. Já para o próximo candidato, restará novas promessas de campanha,,,,,,, e.....depois! Bem, esse depois.....!!!
Como quem leva a maior parte é o federal, esse engole sapo sozinho, tendo a oposição sempre passando para o público de que quem leva tudo é o Executivo. Os demais ficam caladinhos, caladinhos. (Estados, municípios e quem.....evita pagar, vamos dizer assim).
Muitas coisas poderiam ser lembradas acerca disso, entretanto, uma parece mais do que clara e não sairá nesses dois anos que faltam para o término do governo Lula.. Nada é diferente nessas discussões, quando se Fala em Reforma Tributária. A luta já era essa e continuará sendo assim até que surja um maluco e bata o martelo. (Mas, quem?) Ninguém quer perder uns %, achando que não haverá recuperação na frente. Os motivos para às alterações nas regras é a preocupação de se perder 40% em tudo aquilo que é produzido. Mas se esquecem de que havendo desoneração, os custos cairão e, conseqüentemente, preços menores para o consumidor. (Mas na queda da CPMF, não foi bem assim).Os Empresários continuarão chorando e jogando a culpa no governo (s).
Quando tudo estava maravilhoso, como antes de a crise financeira internacional pousar por aqui no Brasil, ou mesmo durante o Plano de Itamar, mas quem leva o nome é FHC, as forças políticas e econômicas não conseguiram ajustarem um acordo para refazer o chamado ajuste federativo firmado na Costituiçao de 1988, por que em época de retração da economia haveria algum espaço para desonerar a produção e o bolso dos contribuintes em geral? Improvável, a começar pelas barreiras de toda ordem trazidas à tona quando se trata de rever a divisão para assumirem perante a população, estabelecidas para cada esfera de governo, e cada um ajustando meios para viabilizar esses serviços, na forma de cobrança de tributos. O governo federal quer concentrar cada vez mais o poder de arrecadar tributos, os governos estaduais não querem perder a chocadeira, o imposto estadual, e os sonegadores jamais irão querer pagar mais. Até imagino que esses é que são sempre os que mais reclamam da carga tributária (para inglês ver).Ajustar as forças que possam se interessar pela causa é uma tarefa para gigantes que requer, acima de tudo, haja condições políticas para isso. Quem mais ocupou a cadaira presidencial desde que o País começou a pensar em reforma tributária, dois mandatos do PSDB e o PT, em seu segundo, não fizeram isso quando foram eleitos e depois reeleitos, e dessa forma o presidente Lula não seria quem encararia uma briga desse tamanho a partir de agora, quando falta menos de dois anos para deixar o governo. Está é interessado em que as coisas até melhorem, como se espera, principalmente após as eleições nos EUA. Esperemos !!!

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Pedro Bueno

SE NÃO REAGIR A OPOSIÇÃO GANHA NO GRITO

Coluna de Carlos Chagas - Tribuna da Imprensa.
Discursos contra a crise
BRASÍLIA - Disposto a aplicar uma injeção de ânimo no País, o presidente Lula convocou para quinta-feira uma reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, com direito à presença da maioria do ministério, empresários aos montes, dirigentes de associações das classes produtoras e líderes sindicais.
Além de sua mensagem pessoal de otimismo, o presidente escalou para exposições sobre a solidez da economia os titulares da Fazenda, Guido Mantega, do Banco Central, Henrique Meirelles, e da Casa Civil, Dilma Rousseff. A palavra será dada a representantes da indústria e da agricultura, bem como dos trabalhadores.
Trata-se de uma tentativa de neutralizar o que a ministra Dilma chama de negativismo das oposições. Uma ação para desvincular a crise do processo eleitoral de 2010. Muita gente, no fim de semana, rotulava a reunião do CDES de pirotecnia política, porque, afinal, ao contrário do que tem afirmado a equipe econômica, o País não está mais forte. Não superou e nem se esperava que superasse as dificuldades assim tão depressa. O problema é que otimismo demais acaba comendo o otimista, como comentava o líder do PSDB no Senado, Artur Virgílio.
Afinal, não basta ao governo alegar que dispomos de 200 bilhões de dólares de reservas, lá fora, porque é de 600 bilhões de dólares o volume de aplicações estrangeiras a curto prazo, entre nós. Aliás, é bom mudar o tempo do verbo: o capital-motel ERA de 600 bilhões, uma parte já se escafedeu, por conta da crise. E nossas reservas diminuíram, porque de outra fonte não tem saído as dezenas de bilhões destinadas pelo Banco Central a alimentar o crédito e a permitir que Banco do Brasil e Caixa Econômica comprem ações de empresas em estado pré-falimentar.
Acresce que as exportações, beneficiadas com a alta do dólar, perderam as facilidades de crédito e diminuíram sensivelmente. Basta atentar para o corte de 30 milhões de toneladas de minério de ferro, adotado esta semana pela Vale. Sem falar nas férias coletivas impostas pelas montadoras aos seus operários, ante-sala do início de demissões em massa.
Em suma, se é positiva a intenção do presidente Lula de injetar otimismo no País, e se a ministra Dilma tem razão quando tenta desvincular a crise da próxima sucessão, no reverso da medalha fica claro que não será com discursos.
O impasse permanece

Obs: dia desses, eu já que meio que chateado pela pouca reação de determinados Ministros, que na hora do aplauso aparecem, somente deixando Lula falando sozinho e levando na cabeça, além da oposição, também da imprensa do contra.
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Pedro Bueno

COISAS DO PSDB

COISAS DO PSDB
Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008
Propina da Alstom chega a US$ 430 mi, afirma SuíçaTotal de repasses a funcionários públicos estrangeiros foi divulgado por tribunal penal
Empresa é investigada sob a suspeita de ter subornado servidores de vários países, incluindo Brasil, em troca de favorecimento em licitações
O volume de propinas pagas pela multinacional francesa Alstom a funcionários estrangeiros pode ter sido superior a US$ 430 milhões. O cálculo é da Justiça suíça, que investiga a suspeita de que a empresa subornou servidores de vários países, incluindo o Brasil, para ser favorecida em licitações de projetos públicos.Segundo informações divulgadas ontem pelo Tribunal Federal Penal em Bellinzona, na parte italiana da Suíça, a Alstom pode ter pago mais de US$ 60 milhões por ano em propinas entre 1998 e 2003. O suborno era mascarado como "pagamento de consultorias", mas as empresas beneficiadas serviam para lavar e transferir o dinheiro da corrupção.Os procuradores suíços consideram os pagamentos suspeitos porque muitos deles envolviam empresas que jamais prestaram nenhum consultoria à gigante francesa. Em alguns casos, afirmam, há provas de que o dinheiro acabou nas mãos de funcionários públicos de Itália, Zâmbia e México.A Folha procurou a corte de Bellinzona, o Ministério Público e o Ministério da Justiça para saber se o Brasil também estava entre os países que receberam propinas da Alstom. Até o fechamento desta edição não havia recebido resposta.Mas o Ministério Público já havia informado que há pelo menos três investigações em curso, e que uma delas é sobre o uso de bancos suíços para pagar propinas no Brasil.A principal suspeita envolve o pagamento de US$ 6,8 milhões a integrantes do governo paulista para ganhar licitação de US$ 45 milhões do Metrô.Há indícios, segundo os papéis divulgados ontem, de que foram pagas propinas de cerca de 1 milhão de euros (US$ 1,25 milhão) entre janeiro de 2001 e abril de 2003 a um funcionário na Zâmbia. O pagamento teria sido feito por meio de diversas empresas "offshore".Além disso, duas companhias suíças apresentaram contas de mais de 10 milhões de francos (US$ 8,6 milhões) à Alstom, supostamente como parte do esquema de lavagem de propinas.A Justiça suíça informou que o ex-executivo da Alstom que havia sido preso em agosto, em uma grande operação de busca e apreensão em escritórios da empresa no país, foi libertado no último dia 10, depois de superado o risco de que ele destruísse provas do caso.A corte não forneceu o nome do executivo, mas ele foi identificado pela imprensa francesa como Bruno Kaelin, que teria coordenado o pagamento das propinas no Brasil e na Venezuela. Kaelin é acusado de gestão fraudulenta, corrupção e lavagem de dinheiro.Com agências internacionais
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2910200802.htm
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Pedro Bueno

OS PARTIDOS SÃO DITADORES?


Se entendo alguma coisa de política? Claro que não. O que não entendo é que o parlamentar eleito, quando registrado num partido político, fica como se fosse representante dele, partido, e não do parlamentar, que tem que rezar sempre pela cartilha, independente do momento, mas que seja do modo do partido. Penso que o pior de tudo é que prevalece mais o que vem dos "grandes" que comandam.
Um parlamentar não têm opinião própria em muitos casos.
Vejamos o que ocorre com o DEM. Esse partido já fez ameaças a muitos que o abandonaram, mas pegua somente pcixe pequeno a nível nacional. Veja que o senador Tuma mudou e foi ameaçado e depois nada se falou sobre seu caso. Talvez devido o senador ainda seguir as opiniões do partido e por isso não é tão molestado. Penso, que o senador, por estar em final de carreira política e é melhor deixá-lo sossegado até 2010 e até lá continuarão usando seus serviços, independente do partido que esteja. Talvez o seu suplente não interessa muito ao DEM.
Que falta fará o paraibano ao partido? Nenhuma. O Suplente tomará posse, se ele de fato for cassado, o que é o mais provável e a vida "do manda tudo no partido" continuará. Já no caso do senador, o partido tem dívidas com ele pelos serviços já prestados.

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DEM entra com ação no TSE para que Câmara decrete perda do mandato de deputado Marco Antônio Soalheiro Repórter da Agência Brasil
Brasília - O DEM ajuizou uma reclamação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com pedido de liminar, para que a Câmara dos Deputados decrete a perda do mandato do deputado federal Walter Brito Neto (PRB-PB). O TSE já declarou anteriormente que Brito Neto cometeu infidelidade partidária quando se filiou ao PRB, após ser eleito pelo DEM.
O TSE determinou a perda do mandato do deputado Walter Brito Neto em 27 de março de 2008, com base em resolução de 2007 que exige justa causa para a mudança de legenda e assegura que o mandato pertence ao partido e não ao parlamentar.
Na ação, o DEM ressalta que a Câmara dos Deputados não deu posse ao primeiro suplente do partido na vaga de Brito Neto e optou por instaurar um processo administrativo.
“O procedimento adotado pela Mesa da Câmara dos Deputados revela o chapado descumprimento da decisão do Tribunal Superior Eleitoral. Primeiro, porque a situação não se confunde com as hipóteses constitucionais de perda de mandato eletivo. Segundo, porque, uma vez proclamada judicialmente a infidelidade partidária do detentor do mandato eletivo, caberia tão-somente ao presidente do órgão legislativo competente empossar o suplente no prazo de dez dias”, argumenta o DEM. ','').replace('','') -->


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Pedro Bueno

QUEM GANHOU MAIS NESSAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS?

Política não é matemática, mas também não é magia
Os números são indicadores importantes do desempenho dos partidos nas eleições. Futebol é bola na rede, eleição é voto na urna. A política está para um campeonato que nunca tem fim, no qual os partidos se alternam na liderança. Nesse caso, as posições conquistadas no campo de jogo são fundamentais para buscar as vitórias em cada rodada Abaixo publico um quadro com a evolução dos partidos nos grandes centros urbanos do país (capitais e municípios com mais de 200 mil habitantes), que concentram cerca de 40% do eleitorado do país.

O jornalista Marcelo de Moraes publica reportagem instigante no jornal O Estado de São Paulo, em sua edição de 27 de outubro (Especial H13). O levantamento dele mostra a quantidade de eleitores que serão impactados nos próximos quatro anos pela gestão dos partidos que vão governar os cerca de 5.600 municípios existentes no país. Vamos a alguns dados:
O PMDB vai governar para 28,8 milhões de eleitores. Em 2004 conquistou o direito de governar para 16,8 milhões. Saldo positivo de 12 milhões.
O PT vai governar para 19,9 milhões de eleitores. Em 2004 passou a governar para 17 milhões. Saldo positivo de 2,9 milhões.
O PSDB vai governar para 17,5 milhões. Governava para 25,6 milhões. Saldo negativo de 8,1 milhões.
O DEM vai governar para 15,9 milhões. Governava para 15,5. Saldo positivo de 400 mil.
Na mesma reportagem, também tem a informação sobre o tamanho dos orçamentos administrados pelos partidos. Alguns dados:
O DEM vai administrar R$ 28 bilhões.
O PMDB vai administrar R$ 25,4 bilhões.
O PT vai administrar R$ 17,9 bilhões.
O PSDB vai administrar R$ 12,3 bilhões.
Os números estão aí. A sorte está lançada. Começou a corrida para as eleições presidenciais de 2010.
Capitado da Coluna do Illmar.
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Pedro Bueno

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

O ESTADO PODE SALVAR O MERCADO?

O Estado pode salvar o mercado?
Tanto pode que já está injetando o nosso dinheirinho no mercado, para que esse seja salvo.
O fato é que, esse mercado sempre brigou para que muitos negócios que estavam nas mãos do governo, fossem carreados para a iniciativa privada. Isso foi feito em vários casos, mas de forma estranha: quase de graça e ainda foi financiado pelo próprio governo. Nas mãos do governo, muitas empresas nasceram e quase morreram sempre deficitárias.
QUE DISSE LULA:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Estado vai salvar os mercados da crise financeira global. Em um discurso na 18ª Cúpula Ibero-Americana, em San Salvador, Lula criticou o atual sistema financeiro mundial e defendeu a criação de uma proposta conjunta para reformular esse sistema. O presidente disse que é preciso redefinir o papel do Estado e afirmou que não permitirá que a crise nos mercados reduza os investimentos do governo. Nos últimos meses, vários governos anunciaram pacotes econômicos para resgatar instituições financeiras afetadas pela crise econômica global. Você acha que o Estado pode salvar os mercados da crise financeira global? Ou você acredita que as instituições financeiras conseguirão superar o período de crise sozinhas? A estatizacao parcial da economia seria a solucao para a crise atual?
Faça o seu comentário:

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Pedro Bueno

ELEIÇÕES AMERICANAS - SÃO ESTRANHAS, NÂO?

A poucas para o término da corrida à Casa Branca, a briga por votos entre democratas e republicanos entra em sua reta final. Apesar do candidato Barack Obama esteja ligeiramente à frente de John McCain em todas as pesquisas de intenção de voto, ainda é difícil saber quem saírá vencedor. Foi pensando nisso que ambos os partidos usaram na Internet no sentido de atrair os indecisos, uma forma muito forte que pode decidir a eleição. Nos EUA onde 48% dos jovens registraram a intenção de ir às urnas no próximo dia 4 de novembro.Se bem da verdade que nos EUA o uso da Internet em campanhas não é nenhuma novidade. No entanto, nas eleições deste ano, a Internet ganhou um ritmo e um impulso diferente com uso desses recursos. Obama, foi quem fez mais uso desse movimento, jogando pesado na interatividade. Acha-se, os analistas que por isso venceu a disputa pelo eleitor usual da Internet. Fortemente nas prévias, foram destaques os envios diários de e-mails personalizados, pedidos de ajuda financeira e conteúdos motivacionais para voluntários. Mas a onda Obama não seria nada se não tivesse dado aos internautas a chance de participar ativamente da campanha virtual, enviando vídeos, mantendo blogs, discutindo ações e mobilizando mais pessoas a favor do democrata.
Mas em forma de resultados, penso que o nosso é mais seguro. ME PARECEM EXTRANHA AS ELEIÇÕES AMERICANAS

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Pedro Bueno

FERNANDO HENRIQUE, SEMPRE FHC !!

PSDB
FHC organiza PSDB
"http://www.emtempo.com.br/
01-Nov-2008
Com vistas à disputa pela Presidência da República em 2010, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso tenta acabar com as brigas internas para viabilizar candidato único.
Um dia após os potenciais candidatos à Presidência pelo PSDB, em 2010, José Serra e Aécio Neves, concordarem com a realização de uma prévia interna para a escolha do nome do partido, o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso disse que vai trabalhar pelo consenso. “Acho que pode haver um nome de consenso no partido. Tenho esperança de que haja uma convergência entre Aécio e Serra. Eles são os potenciais e acho difícil que apareça um terceiro”, disse Fernando Henrique, após participar de prêmio concedido pela Vale à ex-primeira-dama Ruth Cardoso. “Vou trabalhar para que haja um nome de convergência que para mim pode ser qualquer um dos dois”, acrescentou.Serra e Aécio cogitaram na quarta-feira (22) a possibilidade de realização de uma prévia no PSDB para a escolha do futuro candidato em 2010, contrariando o histórico do partido que sempre definiu um nome por intermédio de sua cúpula.Os dois governadores saíram vencedores nas eleições municipais ao “elegerem” Gilberto Kassab (DEM), em São Paulo, e, Márcio Lacerda (PSB), em Belo Horizonte.Ruptura Fernando Henrique não acredita que uma possível opção por Serra, que já foi derrotado por Lula nas eleições presidenciais de 2006, provoque uma ruptura de Aécio com o PSDB. “Não existe essa possibilidade (de Aécio sair do partido). Isso é absolutamente fora de cogitação”, afirmou o ex-presidente à Reuters. “Se necessário, pode se fazer prévia. Depende, porque muitas vezes as coisas coincidem e convergem”, acrescentou.Esta semana, após um encontro com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), garantiu que o PT e o PMDB estarão unidos na eleição presidencial de 2010. A declaração de Cabral foi ironizada por Fernando Henrique. “Isso tudo é muito variável e daqui a dois anos acho que o Cabral vai estar conosco”, disse ele a jornalistas. “Quanto mais ampla, melhor a aliança, mas o fundamental é ter uma candidatura que o povo queira”.O ex-presidente descartou a possibilidade de voltar a concorrer ao Palácio do Planalto. “Já disse que cada um tem que saber o seu momento na história. Meu papel é outro. O importante para o PSDB e demais partidos é colocar bons candidatos. Nosso eleitor é independente.
Sabe que até concordo que os eleitores do PSDB sejam independentes, mas na verdade não tiveram um dos "seus" com pontencialidade para ser Prefeito de São Paulo, preferindo um "DEMônio", que mais tarde poderá até desejar se livrar do próprio partido de FHC, pois esse nome ainda rejeitado pela população (FHC).
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Pedro Bueno

PARA NÃO ESQUECER- E AGORA JOSÉ?

Escrevi naquela época para um jornalista da midia do contra.
01 de dezembro de 2007.
Falando sobre E agora José?

Citação
E agora José?
O PSDB estava se fingindo de morto quanto ao Mensalão Mineiro. A imprensa parcial, pouco falava ou escrevia sobre esse assunto, tendo em vista que na esperança do tempo, que é o pai de todos os erros, principalmente, o povo não se lembraria mais e ficava na sua mente só o Mensalão do PT, esse principalmente, jamais esquecido por parte da imprensa partidária que se tem no país.

Na reunião do partido, quando se elegeu o novo Presidente, o sr. FHC deu as coordenadas em termos de xingamento ao governo Lula, por puro despeito devido as conquistas do governo do Sindicalista. As derrotas nas eleições passadas, 2006, tanto para governador como para Presidente, a despeito de toda a ordem de ataques, muitas das vezes cruéis, o PSDB teve uma participação de conquistas muito aquém do esperado, a não ser uma grande vitória de Aécio Neves em MG.

Teve uma bancada na câmara reduzida e uma derrota fenomenal para a Presidência da República.
Como dizia, FHC não esperava que o Ministro apresentasse no dia da eleição do partido, a denúncia contra o Senador Mineiro, que já ante-vinha, tanto que não compareceu nessa reunião.

O Senador mineiro vai ficar sozinho nesse caso. Não vão querer, nenhum dos membros do partido, se exporem perante a opinião pública, na defesa do Senador Azeredo. Vai sucumbir sem nenhuma defesa dos seus pares. Esse será o fim do Senador. E o PSDB, também pagará caro pelo silêncio que desejou que ocorrece na falta de memória do povo.
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Pedro Bueno

OBAMA, OBAMA, OBAMA!!!!!!!!

ELEIÇÕES AMERICANAS.
(copiei parte da coluna de M. Leitão, em 03/11/08) (As vezes Miriam tem recaídas. Ainda bem!)
Pela regra eleitoral americana, quem ganha num estado leva todos os votos do colégio eleitoral daquele estado. Só dois têm regras diferentes, os pequenos Maine e Nebraska. Por isso, teoricamente, basta ganhar em 11 estados mais populosos. Isso nunca acontece, pelos diferentes padrões de voto. Há os que são republicanos, os que são democratas, e há o grupo dos estados que mudam. Esse grupo de estados decisivos cresce, diminui, muda a cada eleição. Alguns, que antes eram preferencialmente republicanos, viraram estados que podem pender para um lado ou outro: os swing states ou battleground.
Um estudo do Population Reference Bureau mostrou um detalhe curioso nestes estados antes preferencialmente republicanos e agora swing states: em vários deles, a população em idade de votar não branca cresce em índices maiores do que o crescimento médio da população em idade de votar. Na Virgínia, a população em idade de votar aumentou 10%, mas os hispânicos em idade de votar aumentaram 51%. No aumento total dos em idade de votar, 21% são hispânicos, 21% são afro-americanos, 15% são asiático-americanos. Na Carolina do Norte, a população total cresceu 12%, os hispânicos 53%, e a participação dos afro-americanos no aumento total da população em idade de votar foi de 23%. Esse padrão demográfico é o responsável pela mudança no padrão de voto do estado? É uma aposta.
Tenho ouvido economistas do mercado financeiro brasileiro afirmarem que, se o eleito for Barack Obama, as bolsas vão se recuperar. A eleição marcaria a volta da recuperação dos ativos. O candidato democrata virou uma pomada curativa de todos os males. Os economistas tentam uma explicação racional para o que é apenas uma torcida. Talvez menos por Obama, e mais pelo fim do desatino dos mercados. A explicação deles é que os Estados Unidos voltarão a ter um centro de gravidade, um país com um poder definido. A idéia é que a crise foi agravada pela sensação de fragilidade do poder cadente de um presidente impopular e de baixo desempenho.
Mas o novo presidente, seja quem for, terá um difícil começo e desafios abrumadores. Os Estados Unidos estarão colhendo, no começo do ano que vem, os terríveis números desse quarto trimestre nas contas nacionais e nos balanços das empresas. O país em recessão, o desemprego crescendo, as empresas quebrando, o déficit público em níveis inimagináveis e todas aquelas urgências da hora pedindo mais gastos públicos. Passado o difícil começo, virá outro desafio, mais permanente. Chegou exatamente agora a hora de os baby boomers se aposentarem. A pirâmide demográfica americana tem uma espécie de pneu, uma parte mais gorda, exatamente na população entre 50 e 60 anos. Entre 2000 e 2005, a população entre 55 e 59 anos cresceu 29%. A conta da previdência pública ficará alta demais, os fundos de pensão privados perderam riqueza com a crise.
Nada é simples nessa fascinante eleição realizada em tempos de crise. Se Barack Obama for eleito, o primeiro presidente negro da história americana produzirá transformações sociais muito além da fronteira. Toda criança negra, de qualquer país, do mundo; toda criança, de qualquer grupo discriminado, crescerá recebendo a mensagem de que barreiras podem ser superadas. Mesmo as que pareciam intransponíveis.
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Pedro Bueno

domingo, 2 de novembro de 2008

SE TODOS ESCREVEM, ENTÃO EU TAMBÉM....!!

Se todos escrevem o que querem, então eu também vou escrever !!
Hora de mudar
As pesquisas realizadas na recente eleição, especialmente no Rio, parecem ter afetado a credibilidade do até então todo- poderoso Ibope. Pelo menos é o que se supõe diante da notícia de que, a partir de 2009, a Rede Globo encerará a parceria com o Ibope para iniciar uma nova com o DataFolha, que conquistou maior credibilidade. Há quem garanta que a nova parceria não será longa, já que a Globo pretende ter o seu próprio instituto de pesquisa para atender não só à emissora, mas a muitos outros clientes.* Nem é preciso fazer pesquisa para prever o que acontecerá com os concorrentes
Boa pedida
Quem quiser ver e ouvir na íntegra o show que Roberto Carlos e Caetano Veloso fizeram juntos para homenagear Tom Jobim não perde por esperar: está previsto para os próximos dias o lançamento do espetáculo em DVD. O espetáculo chegará ao público sem edição, ou seja, com todos os erros e acertos.* Assim é mais honesto
,Morde e sopra
A revista "Time" decidiu adotar o velho "morde e sopra" tão comum em alguns de nossos políticos, para falar do Brasil em recente reportagem. De saída diz que o atual cenário brasileiro torna Lula "o presidente mais popular em meio século". Não nega críticas dizendo que o sistema educacional "é uma vergonha gerencial", que "a corrupção não pára de crescer" e que "os impostos são exorbitantes".* São mesmo um "mãos ao alto!"
Pequenos em alta
Na febre de computadores que toma conta do Brasil (daqui a pouco ninguém fará nada se não tiver uma "máquina" em casa) a maior alta tem sido a dos pequenos notebooks, que tiveram um aumento de 183% em suas vendas em 2007 quando comparadas com as vendas efetuadas em 2006.* Estamos mesmo virando escravos da informática
Volante feminino
O cada vez maior número de mulheres ao volante fez a ex-modelo, hoje dedicada ao automobilismo, Valéria Zopello criar o site "Mulher ao volante" (www.mulheraovolante.com.br) com dicas sobre automóveis e tudo o que se relacione com a condução de veículos. São dicas que servem também para os homens, mas o alvo são as mulheres que podem ficar mais bem informadas, mesmo quando dirigem muito ....... mal. * A maioria

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Pedro Bueno

SARÁ VERDADE MESMO???

SERÁ FATO, MESMO??
Bom Jesus de Itabapoana / RJ - 89,23% de votos nulos
Mas não disseram que voto nulo não anula eleição?
Olha a resposta aí!!!!

LIÇÃO DE CIDADANIA

Esse é o exemplo que deve ser seguido...
Tomara que a moda pegue...
Mas prá isso necessita ser divulgada...
Vejam o município Bom Jesus do Itabapoana .
Devido ao baixo nível do candidato , de um total de 26.863 eleitores que compareceram às urnas , 20.821 eleitores conscientes decidiram anular o seu voto ...
Um exemplo para o mundo...
É algo difícil de acontecer, mas aconteceu!
No formulário acima , o resultado da totalização dos votos das eleições em Bom Jesus do Itabapoana/RJ.
Reparem no canto esquerdo, no meio , que os votos nulos somaram 20821 ( 89,23%).
Vejam a coragem e esclarecimento dessa população.
O candidato a prefeito não servia e a população cuidou de eliminá-lo no voto.
O TRE terá que fazer nova eleição e o candidato reprovado não poderá se candidatar novamente.
O interessante é que esse fato não foi divulgado em nenhuma mídia.
Até a Globo se calou.
Se a moda pega, quem sabe não poderíamos depurar essa gente que vive enganando a todos?
Quem sabe a solução que tanto almejamos não passa por aí?

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Pedro Bueno

ONDE ESTÁ A TAL RECESSÃO?

Pelo que se vê, recessão pode até haver, mas muito incentivada pela oposição e mídia do contra.

Enviado por Ricardo Noblat -
2.11.2008
6h52m
Deu na Folha de S. Paulo
Aécio e Serra vão gastar juntos R$ 30 bi em 2009
Governadores de Minas e de São Paulo concentram investimentos nos próximos 2 anos
De José Alberto Bombig e Fernanda Odilla:
A exemplo do que fez Gilberto Kassab (DEM) na disputa pela prefeitura da capital paulista, os presidenciáveis e governadores tucanos Aécio Neves (Minas Gerais) e José Serra (São Paulo) vão encerrar seus atuais mandatos a reboque do calendário eleitoral, rumo à sucessão do presidente Lula.
Levantamento feito pela Folha com base no planejamento estratégico das duas gestões mostra que, juntos, eles investirão só em 2009 cerca de R$ 30 bilhões, e apostarão em obras de grande potencial de votos e alta capilaridade política, como a recuperação de estradas vicinais no interior e transporte coletivo nas duas capitais.
Nos dois casos, o levantamento revela a elevação dos investimentos conforme se aproxima a eleição presidencial.
Em São Paulo, a série de investimentos do Estado, somados recursos próprios e empréstimos para estatais, largou com R$ 9 bilhões em 2007, encerrará este ano com R$ 12,7 bilhões e tem previstos R$ 18,6 bilhões para 2009 (Orçamento enviado para a Assembléia) e R$ 19,4 bilhões para 2010 (projeção do programa de ajuste fiscal, receitas de concessão e orçamento de estatais).
Ao final, se vingar o planejamento paulista, o acumulado de investimentos da gestão Serra será de R$ 59,5 bilhões -média de R$ 14,9 bilhões/ano a mais do que a de Geraldo Alckmin (2003-2006), até agora o último candidato a presidente pelo PSDB, derrotado por Lula.
Aécio vai transformar em bandeira o projeto batizado de "choque de gestão", que tirou o Orçamento de Minas de um déficit de R$ 2,4 bilhões em 2002 e ampliou para R$ 10,8 bilhões os recursos próprios para investimentos em 2009, conforme a proposta orçamentária. No segundo mandato do mineiro, ele começou 2007 com R$ 7,44 bilhões para investir, neste ano, estimou gastar R$ 9 bilhões e reservou R$ 10,8 bilhões para 2009. Assinante da Folha leia mais em
Aécio e Serra vão gastar juntos R$ 30 bi em 2009
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Pedro Bueno

RAZÕES QUE IMPEDEM VOTAÇÃO DA REF. TRIBUTÁRIA

QUER MAS SABER AS RAZÕES QUE EMPERRAM A REFORMA TRIBUTÁRIA?

sábado, 1 de novembro de 2008.
Eis um exemplo

Depois dizem que o Governo está impedindo que seja votado a Reforma Tributária. Lá no Congresso Nacional está cheio de “bancadas”. È do sistema financeiro, ruralista, de tudo que se possa imaginar.
Todas essas bancadas são normalmente formadas por parlamentares oriundos dessas categorias e mais, suas campanhas são e financiadas pelas áreas interessadas.
Poucos são os que tenham dois milhões de reais para custearem seus nomes a uma cadeira no Parlamento, seja na Câmara, seja no Senado. Esse, por sua vez (Senador), por detrás têm um grande capitalista a bancar o alto custo para se chegar a um assento naquela casa.
Os interesses são grandes e pouco divulgados na mídia aberta. Essa, normalmente trata de assuntos de partidos, não dizendo dos interesses dos grupos partidários que coabitam em todos os partidos.
Pedro Bueno
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Bancada da Informática planeja derrubar IVA-F para Software ::
Luiz Queiroz :: Convergência Digital :: 31/10/2008
Ao tomarem conhecimento nesta quarta-feira, 30, do substitutivo do deputado Sandro Mabel (PL-GO), criando um dispositivo no artigo 155 da Constituição que permitirá aos Estados cobrar o Imposto sobre Valor Agregado - Federal, (IVA-F), para os programas de computador não customizados, também chamados de "software de prateleira", na Reforma Tributária, os integrantes da Frente Parlamentar de informática decidiram esperar a chegada da matéria ao plenário para derrubá-la.
"Essa é a coisa mais sem pé nem cabeça que eu já ouvi falar", comentou um deputado do PT com o secretário-executivo da Frente, Leonardo Bucher. Além disso, o parlamentar levantou a seguinte questão: como cobrar algo comprado e baixado da Internet, no destino da mercadoria, se o usuário pode com um notebook conectado à rede, mas em roaming?
Nesta quinta-feira, 31, os governadores de Minas Gerais, Aécio Neves, de São Paulo, José Serra, do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral e do Espírito Santo, Paulo Hartung, se reuniram e fecharam questão contra o texto de Mabel, por diversos motivos. Com isso, o substitutivo deverá cair na íntegra no planário.
As entidades que defendem o setor também já acordaram para o problema e passaram a trabalhar junto às suas bancadas para evitar a aprovação do IVA-F no software. E a pressão mais forte deverá vir dos prefeitos recém-eleitos. Isso porque eles não vão querer abrir mão das receitas de ISS que, hoje, recolhem no setor - entre 2% e 5% das vendas.

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Pedro Bueno

sábado, 1 de novembro de 2008

DILMA ROUSSEFF - VEREMOS EM 2010

Dilma Rousseff - “Veremos quem lida melhor com a crise
A ministra diz que o governo Lula mostrará até 2010 que teve mais competência que a oposição na economia
Ricardo AmaralfonteTxt=Ricardo Amaral
Desde que os efeitos da crise financeira global começaram a chegar ao país, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, passou a fazer jornada dupla. Além de coordenar o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), acompanha de perto a elaboração e os resultados de cada uma das últimas medidas da área econômica. Dilma Rousseff é o nome preferido, mas ainda não declarado, do presidente Lula para disputar a sucessão em 2010, quando os efeitos da crise serão avaliados pelo eleitor. Na quinta-feira, depois de divulgar um balanço do PAC, a ministra recebeu ÉPOCA para esta entrevista. Ela aposta que o governo Lula vai se sair melhor que o anterior, de Fernando Henrique Cardoso, no enfrentamento da crise e no julgamento das urnas.

ENTREVISTA - Dilma Rousseff

QUEM É
Economista formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 60 anos, a chefe da Casa Civil da Presidência é a principal auxiliar do presidente Lula
O QUE ESTUDOU É a gerente do principal plano do governo Lula no segundo mandato: o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)
O QUE FEZ
Foi ministra de Minas e Energia. Também foi secretária de Energia no Rio Grande do Sul
ÉPOCA – Os efeitos da crise econômica vão prejudicar o candidato do governo ao Planalto em 2010? Dilma Rousseff – Vou dizer o que espero de 2010 e acredito que meus companheiros de governo também esperam: que o povo reconheça o esforço feito por este governo para mudar as condições de desenvolvimento, fazer o país crescer e incluir milhões de brasileiros. A característica principal deste governo é que aumentamos a classe média brasileira em quase 20 milhões de pessoas, resgatamos da pobreza mais de 10 milhões de brasileiros. O governo será avaliado pelo que é.
ÉPOCA – Mas a crise será um componente dessa avaliação em 2010. Dilma – Tenho certeza de que esse componente será favorável ao governo, na visão do povo. Estamos mostrando que sabemos governar na hora mais difícil. Até lá, veremos quem sabe lidar melhor com a crise.
ÉPOCA –A senhora não acha que ela favorece a oposição? Dilma – Só se fosse uma oposição contra o Brasil. Como a crise pode favorecer a oposição, se ela é contra o país, se o governo está tomando as medidas para enfrentá-la? Desde 2003, construímos as condições para ter o melhor desempenho que este país já teve diante de uma crise dessa proporção. Quando começamos a acumular reservas, muita gente criticou, diziam que estávamos loucos. Isso foi possível porque mantivemos a inflação sob controle, fizemos superávit primário (a economia entre a arrecadação de impostos e os gastos do governo), enviamos ao Congresso as medidas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Foi isso que nos permitiu tomar as medidas preventivas agora.
ÉPOCA – O país foi abalado pelas crises no governo Fernando Henrique. Por que não seria no governo Lula? Dilma – Há muita gente achando que o Brasil hoje é o mesmo país de antes de 2003, quando ocorreram crises até pequenas se comparadas à atual. Eram crises de bilhões de dólares. A atual é de trilhões. Essas pessoas apostam que o governo vai falir, como faliu naquele período. Mas não vai. Naquela época, se havia crise, o governo quebrava, porque a dívida pública estava denominada em dólares e explodia. Não havia reservas suficientes e tinham de recorrer ao FMI e adotar políticas extremamente restritivas, ampliando a recessão que a própria crise já trazia. Naquela época, as crises implicavam uma apatia do governo. Ele estava quebrado, não tinha instrumental para agir e acabava realimentando a crise. Hoje, é completamente diferente: para começar, o governo não quebrou.
ÉPOCA – E por que não quebrou? Quais são as diferenças? Dilma – A primeira grande diferença é nossa robustez macroeconômica. Temos a inflação sob controle, as contas externas são robustas, acumulamos US$ 215 bilhões em reservas. Estamos fazendo um superávit primário maior até que a meta estabelecida. Fizemos superávits durante todo esse período. Apostamos no crescimento do mercado interno. A economia brasileira tem hoje mais condição de sustentar o crescimento diante de uma recessão na economia real de países desenvolvidos. E diversificamos bastante as relações comerciais com outros países.
ÉPOCA – A diferença está nas condições macroeconômicas do país? Dilma – Condições que nós construímos, mas não é só. Há uma diferença de atitude. Sabemos que a crise existe, é real e já nos afetou. Ela nos pega pela escassez mundial de crédito. Mas o governo tem perfeita tranqüilidade para lidar com isso. O presidente Lula não fica choramingando por um probleminha aqui, outro ali. Em vez de ficar apático, ou até de ser uma das maiores partes do problema, como nas crises antes de 2003, o governo hoje é um ator presente no cenário, com muitos instrumentos.
ÉPOCA – Por exemplo? Dilma – As medidas preventivas tomadas pelo BC e pela Fazenda mostram essa robustez. O uso de reservas para conter a especulação com a volatilidade do câmbio, o emprego dessas reservas diante de um crédito externo seco, quase desértico, a liberação do compulsório para irrigar o crédito. E as políticas setoriais, para a construção civil, a agricultura, com a ação do Banco do Brasil, da Caixa, do BNDES. São instrumentos de Estado para viabilizar o setor privado. Temos R$ 10 bilhões para o Fundo de Marinha Mercante, R$ 3 bilhões para a construção civil. Decidimos manter os programas sociais e os investimentos do PAC. Eles são importantes para nossa economia interna.
ÉPOCA – O ex-presidente Fernando Henrique, entre outros, diz que os gastos do governo criarão um problema fiscal grave, com o cenário de queda da arrecadação. Dilma – Ainda vamos ter de avaliar. Mas é preciso levar em conta, primeiro, que a economia vai continuar crescendo em 2009, mesmo que haja redução no ritmo. Estamos fazendo seguidos superávits primários e temos o excesso de arrecadação. Poderemos contar com um instrumento apresentado antes da crise, o Fundo Soberano. É um fundo fiscal, a poupança que podemos fazer com o excesso de arrecadação para carregar no tempo. A gente poupa nos dias bons para usar na hora de pior desempenho. O Fundo Soberano foi aprovado pela Câmara. Acreditamos que ninguém pode deixar de aprovar (no Senado) algo que seja o melhor para o país.
ÉPOCA – A oposição aposta no pior? Dilma – Não sei. Tendo a achar que nenhum cidadão brasileiro consciente aposta nisso. Agora, temo que as pessoas, em suas paixões, podem às vezes perder a razão. Quem aposta no pior é aquele tipo de pessoa que diz: “Ah... Quero ver se esse governo se desempenha bem numa crise”. Asseguro: teremos um dos melhores desempenhos no enfrentamento da crise. E estaremos em melhores condições para receber investimentos que outras economias, quando houver a retomada.
ÉPOCA – Amigos comuns dizem que a senhora e o governador José Serra têm idéias semelhantes sobre economia. Como seria uma disputa com ele em 2010? Dilma – Respeito muito o governador Serra. Que bom que tenhamos a mesma visão, mas andam imaginando coisas muito prematuramente. Como imaginar é livre, podem continuar imaginando.
ÉPOCA – O que iria diferenciá-los numa campanha? Dilma – Não vou discutir o que me diferencia do governador Serra, mas não estamos no mesmo projeto. O governador estava no projeto do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Eu estou no projeto do presidente Lula.

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Pedro Bueno

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

PELO QUE SE VÊ, OS OUTROS DEVEM EXPLICAÇÕES



Até bem pouquíssimos meses, vários bancos arrotavam grandeza e agora surgem os "piratas" a desejarem ajuda? "É disso que o povo não gosta"

E OS OUTROS, SÓ QUEREM MOLEZA !!!!
Sexta-feira 31 de outubro de 2008 17:34
Santander espera lucrar mais de R$ 18 bilhões no Brasil em 3 anos
FolhaNews
O presidente mundial do Banco Santander, Emilio Botín, anunciou nesta sexta-feira que a instituição esperar lucrar R$ 18,8 bilhões no Brasil em três anos após a integração do Banco Santander Brasil com o Banco Real, adquirido em 2007 na operação de compra do ABN Amro.Durante seu discurso na apresentação do Plano Estratégico da entidade no Brasil, Botín explicou que o lucro do banco será de R$ 4,8 bilhões em 2008, R$ 6,1 bilhões em 2009 e R$ 7,9 bilhões em 2010.O presidente do Santander informou que, para isso, o banco investirá no país cerca de R$ 2,55 bilhões, com os quais conseguirão aumentar a receita e o volume de negócio em 15%.Ele reafirmou sua intenção de se transformar no maior banco privado do Brasil, país que sua entidade considera prioritário na América do Sul. O lucro esperado no Brasil para os próximos três anos inclui, além disso, sinergias maiores das que o banco previu inicialmente, explicou. A entidade também quer ampliar a rede comercial, com a construção de 400 novas agências em três anos, e pretende aumentar a fração de mercado.Ele acrescentou que com a integração do Santander e do Banco Real, a entidade tem uma oportunidade única de exercer um papel de protagonista no fortalecimento do sistema financeiro brasileiro.Na sua opinião, o Brasil tem atualmente maior estabilidade macroeconômica, institucional e social e é, além disso, é um dos países que melhor está resistindo à crise financeira internacional, razões de peso para apostar com força no país.Além disso, explicou que o Santander e o Banco Real são dois bancos complementares tanto geograficamente quanto por negócios --o que permite ao grupo, por enquanto, se transformar em um dos três primeiros bancos privados do país, com uma fração de mercado de 10% em depósitos e de 12 % em créditos.Botín acrescentou hoje que a entidade não tem "nenhuma compra à vista" neste momento, o que não quer dizer, no entanto, que eles não enxerguem oportunidades.Na mesma linha de Botín, o executivo-chefe da entidade, Alfredo Sáenz, acrescentou que o Brasil será um dos motores do crescimento do grupo, que acrescentou que atualmente é "imprescindível" ter uma bolsa de negócios com um bom equilíbrio entre mercados emergentes e maduros.Já o presidente do Santander no país, Fábio Barbosa, disse que o banco pretende crescer mais que o mercado em receita e menos em despesas, e que a entidade quer aumentar a satisfação de empregados e clientes.Ele acrescentou que nos próximos dois anos os empregados em rede comercial passarão a representar 85% do elenco, em comparação aos atuais 76%.

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Pedro Bueno

QUEREM MESMO É LEVAR PÂNICO À POPULAÇÃO


São Paulo 31/10/2008 - 19:31 No fundo há é outros interesses: O de deixar a população amedrontada.
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Estadão e Globo usam personagens para aproximar a crise da população
31/10/08
A editora de Economia do Estadão, Cida Damasco, e a editora de O Globo, Cristina Alves, destacam o uso de mais personagens nas reportagens para aproximar os efeitos da crise financeira à população. “Para falar do mercado acionário, por exemplo, é muito melhor você conversar com uma pessoa de carne e osso, que esteja passando por essa situação”, disse Cida.Cristina também acredita que mostrar a crise econômica com a “vida real” é muito mais fácil. A editoria cita um caso recente: uma noiva que deixou de comprar a aliança e adiou o casamento por causa da alta do ouro. “Estamos mostrando como a crise afeta a vida das pessoas, os investimentos, a planejada viagem ao exterior, a dívida com o cartão de crédito”, afirmou.Para a editora do Estadão, encontrar personagens na matéria é uma forma de dar um tempero, de “não repetir mais do mesmo, de uma crise que se alastra”.Ambos – Estadão e Globo – usam ainda recursos como a intensificação de matérias de correspondentes internacionais, artigos de colunistas e infográficos. No Estado, dois repórteres nos Estados Unidos e correspondentes em Genebra, Argentina, China e Paris fazem a cobertura. No Globo, além da equipe de correspondentes, há um enviado especial para a Islândia, Fernando Duarte. Os dois diários estão mobilizando jornalistas internamente, de outras editorias, dependendo da necessidade, mas não contrataram mais profissionais ou criaram uma "editoria da crise".Cida deu um destaque especial para as entrevistas de perguntas e respostas – recurso do Estadão. Cristina fala das capas mais “leves” de O Globo. Um dos infográficos desta semana foi um cheque estilizado do Federal Reserve, o banco federal dos Estados Unidos, para o Brasil, além um debate hipotético entre acadêmicos que defendem John Keynes, economista britânico a favor do controle do Estado pela economia, e Milton Friedman, economista americano que defendia a liberdade dos mercados, sem a participação do Estado.A visão da economista do IpeaAna Paula Higa, economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, o Ipea, ligado ao governo federal, diz que os jornais e a mídia em geral têm dado destaque para a crise econômica, e dá uma sugestão: “Talvez pudessem explorar de forma mais profunda as origens da crise financeira internacional para que o público possa compreender de forma mais abrangente como estes fatos repercutem”, disse.A economista do Ipea afirma que os jornalistas estão mais bem informados em economia, devido à importância que o Brasil alcançou no cenário mundial nos últimos anos. “Acredito que a compreensão do tema se ampliou na sociedade e atualmente não se restringe apenas à discussão de especialistas e acadêmicos. Um número maior de pessoas se interessa pelo assunto e percebe como os fatos econômicos afetam o seu dia-a-dia”.A visão da leitora do Estadão
Cecília Miyazaki, leitora do Estadão há 29 anos, considera “muito boa” a cobertura do jornal. “Todos os dias eu separo o caderno de cotação da Bovespa, para acompanhar as empresas de que tenho ações”, exemplifica. Para a analista de sistemas aposentada, o Estado tem uma cobertura completa, com bastantes artigos e entrevistas com “pessoas de peso” da economia. “Você não precisa ficar procurando (informações) em outros jornais ou revistas”, disse.Nos últimos dias, no entanto, Cecília não quis fazer uma leitura mais apurada do jornal. Não pela qualidade do diário, mais pelo “peso” das notícias para quem tem 50% de suas economias investidas em bolsa. “Não quero ver a situação, apesar de o meu computador ficar ligado o dia todo”, disse a leitora do Estadão. O que o jornal poderia fazer para ajudar os investidores? Cecília diz que a mídia nada pode fazer. “Atualmente, não tem como ajudar. Não sabemos onde esta crise vai parar”, afirmou. Assim como Cecília, a editora do Estadão acredita que as pessoas passaram a se importar mais pelo caderno de Economia por causa da crise. “A crise desperta um enorme interesse se tiver a ver com a vida das pessoas, pela variação do salário ou possibilidade da perda de um emprego. Por quanto tempo este interesse vai permanecer, depende da forma como os jornais vão fazer para cativar esse público daqui para frente”, disse Cida Damasco.Fonte: Comunique-se

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Pedro Bueno

E AGORA, SERÁ QUE VAI SE CONCRETIZAR O QUE ALCKIMN QUERIA?

ELIO GASPARI

A precataria pegou pesado em São Paulo
15/10/2006
O GLOBO
ELIO GASPARI

A precataria pegou pesado em São Paulo
A ekipekonómica de Alckmin queria vender o carro (ao seu jeito) para comprar gasolina
Lula exagera, mas não mente quando vincula Geraldo Alckmin á privatizaria que torrou R$ 200 bilhões do tesouro da Viúva entre 1995 e 2002. Dois lances recentes, ocorridos em São Paulo com o patrimônio da índia Bartira, indicara que os privatas aninharam-se na ekipekonómica que o candidato do PSDB deixou na administração do Estado. Urna, a privatização de 20% do banco Nossa Caixa foi cancelada ha duas semanas, na boca da pequena área, pelo governador Cláudio Lembo.
Destinava-se a recolher R$ 1 bilhão no mercado para calafetar contas públicas. A outra aconteceu ha quatro meses, com a venda de um pedaço da Cesp. Anomalias típicas da má gestão: queimar propriedades para cobrir buracos. Nas palavras de Noel Rosa: “Vendeste o carro para comprar gasolina”.
Nos dois episódios honram fenômenos paranormais durante o processo de privatização. Em geral, quando urna empresa lança ações no mercado, elas sobem. Foi o que aconteceu com aTAM. Com a Cesp e a Nossa Caixa, caí ram. No dia emque se anunciou a venda do lote da Cesp elas estavam a R$ 24,11. Quando os papéis chegaram ao mercado, valiam R$ 16,20. Um tombo de 32%. Com a Nossa Caixa, valiam R$ 47,36 no anuncio e, no dia em que Lem­bo salvou o gol, estavam a R$ 43, 10, urna desvalorização de 14%. ““.
Ações sobem, ações caem e a vida segue. Se a Cesp e a Nossa Caixa não encontravam quem pagasse menor pe­los seus papéis, problema delas. O patrimônio de Bar­tira perdeu peso num período em que as casas Bradesco, Itaú e Unibanco valorizaram-se 3%. Novamente, é o jogo jogado.
Nas duas iniciativas do governo de São Paulo, deu-se um fenômeno adicional. Depois do anuncio da operação, houve urna enorme demanda de aluguei de ações da Cesp e da Nossa Caixa. É o tal do mercado a descoberto, no qual um operador aposta na queda do valor de urna ação.
Coisa assim: aluga-se um papel cotado a R$ 100 por 90 Cruz R$ 100 coloca-se o dinheiro em outro negocio (juros de 14% ao ano do Copom, por exemplo) e espera-se. Se ao fim do contrato a ação estiver a R$ 90, se ganha 10% sobre o investimento. Dinheirinho fácil.
Feito o anuncia das duas privatizações, ocorreu um surto de febre locatária de ações da Cesp e da Nossa Caixa.
Quando não se falava no negocie, o mercado tinha 718 mil ações da Cesp alugadas. Quando a transação foi concluída, as ações afogadas eram 3,7 milhões, um aumento de mais de 400%. A mesma coisa acontece com a Nossa Caixa. No dia do anuncio, as ações alugadas eram 400 mil. Quando Lembo suspendeu a operação, havia na praça 1,7 milhão de papéis alugados.
O mercado financeiro muito mais complexo e menos demoníaco do que parece ao ser observado pelo retrovisor. Mesmo assim, se alguém teve a inspiração divina de alugar ações confiando e colaborando na queda.do valor dos papéis da Cesp e da Nossa Caixa, fez um bom negocio. Admitindo-se que urna pessoa tenha apostado R$ 10 milhões em cada privatizaria e tenha lucrado apenas a metade do que Ihe foi proporcionado pela queda das ações, faturou R$ 1,6 milhão com a Cesp.
No caso da Nossa Caixa, se as ações fossem ao mercado na cotação do dia em que Lembo acabou com o jogo, a desvalorização teria rendido uns R$ 500 mil. O feliz locatário teria ganho R$ 2,1 milhão sem urna gota de suor ou um cdtil de seu patrimônio. S6 com urna idéia, e urna fe.
Nos dois casos, quando a transação chegou ao fim, a febre locatária baixou e o número de ações das duas empresas no mercado a descoberto voltou ao normal Os locatários das ações da Nossa Caixa micaram, pois nos dias seguintes ao cancelamento da operação o papel subiu 17%.
Passada a febre locatária, as ações subiram de volta ao patamar em que estavam.
Na privatizaria paulista ocorreu urna mistura de oportunismo (vender o patrimônio para calafetar contas públicas), astúcia (torrar um pedaço de um banco no lusco fusco do fim de governo) e onipotência (achar que ninguém estava prestado atenção). Pelo menos na Nossa Caixa, Bartira deve.



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Pedro Bueno

VOCÊ NÃO ACHA QUE FALTOU DIZER "NÃO E NÃO"?

Recebi e anexei ao meu blog. - Faça você o seu julgamento.
Criando um Monstro
O que pode criar um monstro? O que leva um rapaz de 22 anos a estragar a própria vida e a vida de outras duas jovens por nada? Será que é índole? Talvez, a mídia? A influência da televisão? A situação social da violência? Traumas? Raiva contida? Deficiência social ou mental? Permissividade da sociedade?
O que faz alguém achar que pode comprar armasde fogo, entrar na casa de uma família, fazer reféns, assustar e desalojar vizinhos, ocupar a polícia por mais de 100 horas e atirar em duas pessoas inocentes?
O rapaz deu a resposta: "ela não quis falar comigo". A garota disse não, não quero mais falar com você. E o garoto, dizendo que a ama, não aceitou um não.Seu desejo era mais importante.
Não quero ser comparado como um desses psicólogos de araque que infestam os programas vespertinos de televisão, que explicam tudo de maneira muito simplista e fala descontextualizadamente sobre a vida dos outros sem serem chamados.
Mas ontem, enquanto não conseguia dormir pensando nesse absurdo todo, pensei que o não da menina Eloá foi o único. Faltaram muitos outros nãos nessa história toda.Faltou um pai e uma mãe dizerem que a filha de 12 anos NÃO podia namorar um rapaz de 19. Faltou uma outra mãe dizer que NÃO iria sucumbir ao medo e ir lá tirar o filho do tal apartamento a puxões de orelha. Faltou outros pais dizerem que NÃO iriam atender ao pedido de um policial maluco de deixar a filha voltar para o cativeiro de onde, com sorte, já tinha escapado com vida. Faltou à polícia dizer NÃO ao próprio planejamento errôneo de mandar a garota de volta pra lá. Faltou o governo dizer NÃO ao sensacionalismo da imprensa em torno do caso, que permitiu que o tal sequestrador conversasse e chorasse compulsivamente em todos os programas de TV que o procuraram. Simples assim? NÃO! Pelo jeito, a única que disse não nessa história foi punida com uma bala na cabeça.
O mundo está carente de nãos. Vejo que cada vez mais os pais e professores morrem de medo de dizer não às crianças.
Mulheres ainda têm medo dedizer não aos maridos (e alguns maridos, temem dizer não às esposas).Pessoas têm medo de dizer não aos amigos. Noras que não conseguem dizer não às sogras, chefes que não dizem não aos subordinados, gente que não consegue dizer não aos próprios desejos. E assim são criados alguns monstros.Talvez alguns não cheguem a sequestrar pessoas. Mas têm pequenos surtos quando escutam um não, seja do guarda de trânsito, do chefe, do professor, da namorada, do gerente do banco. Essas pessoas acabam crendo que abusar é normal. E é legal.
Os pais dizem, "não posso traumatizar meu filho". E não é raro eu ver alguns tomando tapas de bebês com 1 ou 2 anos. Outros gastam o que não têm embrinquedos todos os dias e festas de aniversário faraônicas para suas crias.Sem falar nos adolescentes. Hoje em dia, é difícil ouvir alguém dizer não,você não pode bater no seu amiguinho. Não, você não vai assistir a uma novela feita para adultos. Não, você não vai fumar maconha enquanto for contra a lei. Não, você não vai passar a madrugada na rua. Não,você não vai dirigir sem carteira de habilitação. Não, você não vai beber uma cervejinha enquanto não fizer 18 anos. Não, essas pessoas não são companhias pra você. Não, hoje você não vai ganhar brinquedo ou comer salgadinho e chocolate. Não, aqui não é lugar para você ficar. Não, você não vai faltar a escola sem estar doente. Não, essa conversa não é pra você se meter. Não,com isto você não vai brincar. Não, hoje você está de castigo e não vai brincar no parque.
Crianças e adolescentes que crescem sem ouvir bons, justos e firmes NÃOS crescem sem saber que o mundo não é só deles. E aí, no primeiro não que a vida dá ( e a vida dá muitos ) surtam. Usam drogas. Compram armas.Transam sem camisinha. Batem em professores. Furam o pneu do carro do chefe.Chutam mendigos e prostitutas na rua. E daí por diante.Não estou defendendo a volta da educação rígida e sem diálogo, pelocontrário. Acredito piamente que crianças e adolescentes tratados com um amor real, sem culpa, tranquilo e livre, conseguem perfeitamente entender uma sanção do pai ou da mãe, um tapa, um castigo, um não. Isto que é o amor dos adultos pelas crianças, não é só prazer. È também responsabilidade.
E quem ouve uns nãos de vez em quando também aprende a dizê-los quando é preciso. Acaba aprendendo que é importante dizer não a algumas pessoas que tentam abusar de nós de diversas maneiras, com respeito e firmeza, mesmo que sejam pessoas que nos amem.
O não protege, ensina e prepara. Por mais que seja difícil, eu tento dizer não aos seres humanos que cruzam o meu caminho quando acredito que é hora - e tento respeitar também os nãos que recebo. Nem sempre consigo, mas tento. Acredito que é aí que está a verdadeira prova de amor. E é também aí que está a solução para a violência cada vez mais desmedida e absurda dos nossos dias.(Autor anônimo)

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Pedro Bueno

ISSO É COISA DE DEUS!!!!

São mistérios. Essa menina veio ao mundo tão somente para dar exemplos.
Você vendo o filme saberá o que digo. Então façamos algo agora, pois amanhã......


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Pedro Bueno

JÁ QUE A GLOBO SÓ FAZ APAVORAR.....

Repare só, todo tipo de comunicação que compõe o sistema Globo, não dá uma só noticia boa. Até parece que estamos chegando no final do mundo, coisa que escuto há muitos anos, assim como meus tatara-vós já escutavam. Incrível!!
Mas se o sistema Globo acha que todo mundo é cego ou SURDO, vai aí uma para ver se dá para rir, mesmo lendo O Globo, ou melhor, ouvindo o tlim tlim!
Hora do recreio......
Teste de Surdez p/ CASADOS na 3ª idade
Um velho procura uma clínica, para marcar uma consulta para a sua mulher:- Qual o problema de sua esposa? - Surdez. Não ouve quase nada.- Então o senhor vai fazer o seguinte: antes de trazê-la, fará um teste, para facilitar o diagnostico do médico.
Sem que ela esteja olhando, o senhor, a uma certa distância, falará em tom normal, até que perceba a distância a que consegue ouvi-lo. Quando vier, dirá ao médico a que distância o senhor estava quando ela o ouviu. Certo? - Está certo.À noite, quando a mulher estava preparando o jantar, o velhote decidiu fazer o teste. Mediu a distância que estava em relação à mulher. E pensou: Estou a 15 metros de distância. Vai ser agora!- Maria... o que temos para jantar? Nada. Silêncio. Aproxima-se 5 metros.- Maria... o que temos para o jantar? Nada. Silêncio.Fica à distância de 3 metros:- Maria... o que temos para jantar? Silêncio.Por fim, encosta-se às costas da mulher e volta a perguntar:- Maria... o que temos para o jantar?- Frango! É a quarta vez que te respondo!


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Pedro Bueno

DISSO A REDE GLOBO NÃO FAZ QUESTÃO DE NOTICIAR

COISAS QUE NÃO SÃO DO AGRADO DA REDE GLOBO PUBLICAR.
Tributária: relator entrega proposta que prevê redução de impostos
O relator da proposta da reforma tributária (PECs 31/07 e 233/08), deputado Sandro Mabel (PR-GO), apresentou ontem seu substitutivo à comissão especial. A PEC, encabeçada pela proposta do deputado Virgílio Guimarães (PT-MG), tem o objetivo de reformar o sistema tributário nacional. O substitutivo, segundo o relator, utilizou como texto base a PEC nº 233/08, enviada pelo Executivo, que cria um novo imposto federal, o IVA-F. O novo imposto vai substituir a Cofins, a Cide-combustíveis, PIS e a contribuição salário-educação.
Por acordo, os integrantes da comissão apresentaram pedido coletivo de vista e decidiram que a discussão será iniciada na próxima quarta-feira (5), às 19h. O presidente da comissão especial, deputado Antonio Palocci (PT-SP), afirmou que a sessão será destinada a formatar o debate da matéria." o
No substitutivo, Mabel destaca que, no novo cenário de recessão mundial e conseqüente queda no crescimento do País, as diretrizes básicas da reforma são a redução de custos, a eliminação de entraves ao empreendedorismo, a estabilidade de regras, previsibilidade da carga tributária e melhoria do ambiente de negócios.
Limite - Em um dos dispositivos, o substitutivo prevê uma limitação de carga tributária do Imposto de Renda, do IVA e do ICMS por meio de uma redução linear de alíquotas ou pela redução das alíquotas dos alimentos, produtos de higiene e limpeza.
Na prática, se a arrecadação subir demais, haverá um limitador de carga tributária. Segundo Mabel, a carga tributária só poderá crescer 5% ao ano, que é basicamente o crescimento da economia. A partir daí, haverá uma trava a ser aplicada por três anos a partir da criação do IVA-F e do ICMS. "O corte na carga tributária será o seguinte: comparando a arrecadação de um ano com o ano anterior, se cresceu naquele ano 10%, ou corta todas as alíquotas em 10% ou então se faz um corte maior, de 30% por exemplo, em alimentos e remédios e bens de consumo popular".
Auto-aplicáveis - Segundo Mabel, seu substitutivo não altera muito a proposta enviada pelo governo. "O que nós fizemos é aperfeiçoar a PEC de uma forma que ela não fique só atrelada à existência de lei complementar. Os comandos da PEC são auto-aplicáveis. É o caso da desoneração da folha de pagamento". Segundo ele, o relatório mantém que lei complementar definirá a redução da contribuição patronal ao INSS. "Mas eu já dou o comando (na PEC) que ela (a contribuição patronal) tem de descer em seis anos. Se não tiver a lei complementar, a partir do segundo ano de promulgação da PEC, a contribuição desce um ponto percentual ao ano", explicou.
Em sua avaliação, a reforma tributária proposta levará a população a pagar menos imposto e os reflexos da desoneração e simplificação de impostos poderão ser sentidos a partir do segundo ano de aprovação da reforma.
"Vamos dar ao Brasil condições de sobreviver a essa crise de forma muito melhor".
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Pedro Bueno

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

OPINIÕES DE CÉSAR MAIA PARA 2010 NO EST. DO RIO

Ex-Blog do Cesar Maia 30/10/2008-
OS VETORES DA POLÍTICA FLUMINENSE APÓS A ELEIÇÃO E 2010! Espacialmente, a política fluminense pode ser dividida em 9 vetores: Capital-Sul, Capital Norte, Capital-Oeste, Baixada Fluminense, Norte/Centro Norte Fluminense, Niterói/São Gonçalo, Região dos Lagos, Sul Fluminense, e Região Serrana.
Na Capital-Sul a referência de Gabeira ficará estabelecida pelo tempo que ele definir um projeto político e então se avaliará o desdobramento. Não deverá ser candidato a governador, mas uma candidatura sua ao senado, se em coligação, reforçará muito esta coligação. Na Capital Norte e na Capital-Oeste não há vetor político hegemônico, pois as oscilações entre primeiro e segundo turno foram claras, inclusive com inversões em certas áreas e a avaliação positiva do atual prefeito, aí, poderá lhe dar sustentabilidade. O exercício do poder pelo PMDB na capital nestes 18 meses pré-eleitorais definirá sua expressão política, na medida em que não vem tendo referências de opinião pública há anos.
Na Baixada Fluminense o fato mais expressivo foram as derrotas do PMDB nos grandes municípios. As lideranças afirmadas dos prefeitos eleitos de Nova Iguaçu (PT) e de Caxias (PSDB) vão desenhar o quadro futuro. O prefeito de Nova Iguaçu será candidato a governador, negociando, com a saída do governador a vice do PT, o apoio do PMDB. Nesse caso se fortalece muito. O PSDB, com o cacife de Caxias, avaliará o quadro político nacional e as coligações que poderá fazer regionalmente com vistas a 2010, já que ainda não tem um nome majoritário para governador.
O PDT reina soberano em Niterói-São Gonçalo e com força eleitoral e lideranças expressivas, será peça desejada no jogo das alianças para 2010. Garotinho ressurge das cinzas e retoma sua trajetória a partir de sua liderança no Norte-Centro Norte Fluminense, com uma base de lançamento muito forte, lastreada pelos royalties do petróleo. O Sul Fluminense sai das eleições municipais sem vetor hegemônico, com as forças divididas.
Na região dos Lagos, o PMDB se enfraqueceu ao se dividir e se repete a situação do Sul Fluminense: não há hegemonia. Na região Serrana a surpresa foi a vitoria do PT em Petrópolis, o que, apoiado em nível federal, será um reforço à candidatura do prefeito de Nova Iguaçu a governador. O jogo para 2010 parte com uma dúvida: se o governador do PMDB sairá para ser candidato a vice-presidente ou permanece e será candidato a reeleição. O prefeito de Nova Iguaçu será candidato de seu partido. O DEM inevitavelmente lançará o atual prefeito do Rio. Garotinho afirma que é candidato de qualquer forma. O PSDB avaliará se reproduzirá aqui a aliança nacional com o DEM, reforçando a candidatura deste a governador, ou não. E o PDT avaliará o quadro estadual até o último momento de forma a buscar a parceira certa com vistas a seu fortalecimento político e parlamentar.
Paradoxalmente, os espaços políticos do governador do PMDB se estreitaram muito no Estado desde sua vitória em 2006. Sua avaliação hoje é apenas sofrível, o exercício do poder na capital não é um passeio e o ano de 2009 não ajudará. Será um jogo que já começa animado, esse de 2010.

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Pedro Bueno

terça-feira, 28 de outubro de 2008

VOTOU TÁ VOTADO-OS FALTOSOS QUE NÃO RECLAMEM!

VOTOU, TÁ VOTADO!
Falaram as urnas e agora é torcer para que o novo prefeito tenha as melhores inspirações e faça o melhor por nossa cidade. A pequena diferença de 55 mil votos foi na verdade de 27.500 votos, pois se 27.500 saíssem de um lado para o outro a eleição teria empatado. Vale dizer: ambos merecem o aplauso de todos.
A previsão de alguns analistas era de que a abstenção favoreceria Gabeira não se confirmou.No primeiro turno foram 17,91% e agora 20,25%, o que tenderia a a ser a favorecê-lo. Mas os que se abstiveram não pensaram assim. 927 mil eleitores não foram votar, ou 20%. No primeiro turno foram 820 mil, ou 18%. Portanto, mais 107 mil eleitores deixaram de votar, comparando com o primeiro turno.Brancos e Nulos alcançaram 6,9% ou 315 mil eleitores. No primeiro turno tinham sido 10,4%, ou 479 mil eleitores, ou seja, 164 mil a mais no primeiro turno.
Levando em conta os que compareceram às urnas, Paes teve 46,4% dos votos e Gabeira 44,9%.Também levando-se em conta o total dos eleitores inscritos, Paes teve 37% e Gabeira 35,8%. E 27,2% preferiram se abster ou anular o voto. É um número alto num país em que o voto é obrigatório.
O jornal O Globo desta terça-feira, dia 28, apresenta uma relação longa dos bairros em que os eleitores, em termos percentuais, deixaram de comparacer às urnas para sulfragarem seus votos. Se daqui uns meses ou no máximo um ano já começarem "pipocar"reclamações contra o Prefeito eleito, fazendo-se indagações sutís, provavelmente esses mesmos componentes dos 20% faltosos às urnas, serão os que mais farão reclamações.
Arnaldo Jabor, pela Rádio CBN, fez um comentário, no dia 27 de outubro, o qual intitulou "Cariocas idiotas, depois não reclamem o chop derramado"!



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Pedro Bueno

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

O INICIO DO ABANDONO. ASSIM É O PMDB

Serra diz que existe um diálogo do PSDB com PMDB
Da Agência Estado

Embora diga que “2010 está mais longe do que parece” e garanta que não está “focado” na corrida presidencial e não negocia apoio, o governador José Serra admitiu: “Existe um diálogo do PSDB com o PMDB, isso é indiscutível.” O partido foi o grande vitorioso da corrida municipal e é cortejado tanto pelos partidos governistas como de oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Indagado sobre o saldo dos peemedebistas, Serra admitiu que o partido sai com “posição forte, do ponto de vista nacional”. “O PMDB é um partido que tem capacidade, elasticidade. Fogaça, em Porto Alegre, tinha sido do PMDB, foi eleito pelo PPS, voltou para o PMDB e aí foi reeleito. Paes era PSDB, foi eleito pelo PMDB. O PMDB consegue absorver integrantes de outros partidos em situações-chave e conseguiu esse resultado bastante apreciável.”
Serra resiste, porém, a admitir a candidatura a presidente. Diz que o partido conversa com o PMDB, não ele. “Não estamos negociando 2010”, afirmou. Mesmo assim, o tucano destacou a boa relação que mantém com o partido: “Temos proximidade com muitos setores do PMDB. Quando fui candidato em 2002 tive o apoio do PMDB, na eleição presidencial. E há proximidade, até em alguns casos mais pessoal do que política.”
Tomando cuidado para evitar falar como presidenciável, Serra insistiu em que a corrida municipal “foi uma eleição local”. E acrescentou: “2010 ainda falta muito para chegar, tem muito tempo daqui até lá e eu, realmente, não estou focado na questão de eleição. Os jornalistas estão. Eu não estou na questão de 2010 porque tem muito chão, tem muita coisa para acontecer daqui até lá.”

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Sempre foi assim e não será agora que o PMDB agirá diferente. Esse partido, com seus velhos e novos dirigentes (de pai pra filho), age igualzinho aquela musiquinha "Pra onde a vaca vai/o boi vai atrás". Sempre foi assim e principalmente agora em que, mesmo com a popularidade, Lula não vai ser o candidato, e por isso que o PMDB já colocou olho grande em Serra ou mesmo em Aécio.

O PMDB continuará governando seja quem foi o futuro vencedor em 2010. Esta tem sido a tônica: pra que me desgastar, se governo e quem leva a culpa e não eu? Então é isso aí, o PT e o Presidente Lula já podem se considerarem abandonados pelo PMDB.

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Pedro Bueno