sexta-feira, 14 de novembro de 2008

AÉCIO NEVES..... O INGRATO !!

Política
ENVIAR IMPRIMIR
Aécio diz que mal-estar com Lula já foi superado
Agência Estado
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Publicação: 14/11/2008 18:36 Atualização: 14/11/2008 18:36
O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), afirmou hoje que o mal-estar causado por suas críticas à gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na semana passada, foi um mal-entendido já superado. No último dia 5, Aécio definiu o governo petista com "extremamente perdulário", durante uma reunião de seu partido."Foi uma bobagem. Houve uma interpretação de partes de uma conversa na bancada, que tinha um objetivo construtivo. Foram trechos pinçados", disse o governador mineiro, em Paris, primeira etapa de uma viagem que inclui a Itália. “Minha relação com o presidente Lula continua muito boa”.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxEu Agora digo: Não foi essa a primeira vez que o governador mineiro deseja fazer uma boa com o Presidente Lula. Salve engano, logo após tomar posse no seu primeiro mandato como governador, Aécio dizia que Lula deveria viajar menos e trabalhar mais.
Aécio nunca recebeu um só desaforo de Lula e ele hoje é o governador que mais viaja e nunca é encontrado em Minas gerais. Agora mesmo está em Paris.
Foi Lula quem não criou caso para apoiá-lo quanto ao seu candidato se unir com o Prefeito até dezembro, pertencente ao PT.
Por fim, o que Aécio fará mais com Lula até 2010? Eis o que veremos. Serra não será o que lhe dará apoio, com certeza.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Saiba viver melhor lendo o que outros escrevem para você saber mais do que pensa que sabe.
Pedro Bueno

ALGUÉM LEU NA GRANDE IMPRENSA DO CONTRA?

Noticias do PT. - 14/11/08
Por acaso alguém leu essa noticia nos grandes jornais do contra?
TRF mantém condenação de ex-diretores do Banco Central do governo FHC
O Tribunal Regional Federal do Rio de Janeiro decidiu na última quarta-feira reduzir para seis anos e em regime semi-aberto as penas do ex-presidente do BC Francisco Lopes e dos ex-diretores Cláudio Mauch e Demóstenes Madureira, que haviam sido condenados, em primeira instância, a dez anos de prisão em regime fechado. Já o ex-diretor do FonteCindam Luiz Antônio Gonçalves, que também havia sido condenado a dez anos, teve pena reduzida para quatro anos, livre do regime semi-aberto, mas com" de
Para o deputado Fernando Ferro (PT-PE), a "atenuação" das penas demonstra que o Brasil não tem uma cultura de "penalizar" os ricos. "Há uma constatação dos males que essas pessoas provocaram para o País e, portanto, elas deveriam ser responsabilizadas. É visível também um tratamento diferenciado que parte da imprensa dá a esse caso, até porque envolve figuras do governo passado, de FHC. Muitas vezes vemos uma tentativa de se falar da lisura do procedimento dessas pessoas, mas o que vemos, mesmo com a redução de penas, é a confirmação das condenações desses figurões do governo tucano", disse.
Na mesma decisão, o TRF-RJ manteve a prisão preventiva do ex-banqueiro Salvatore Cacciola e também a condenação a 13 anos de prisão, em regime fechado, determinada pela primeira instância da Justiça Federal. Ex-dono do banco Marka - beneficiado por uma operação de socorro do Banco Central, em 1999 -, Cacciola é acusado de gestão fraudulenta de instituição financeira. Foi por causa dessa operação que Chico Lopes e os outros diretores do BC à época do governo tucano-pefelista de FHC foram condenados.
O TRF absolveu a ex-chefe do departamento de Fiscalização do BC Teresa Grossi, que havia sido condenada a seis anos de prisão. Os juizes argumentaram que ela não teria "poder de decisão" no processo que resultou na venda de dólares para os bancos Marka e FonteCindam após a desvalorização do real. O Ministério Público Federal, que pedia penas maiores para Cacciola e para os ex-diretores do BC envolvidos na operação, já adiantou que vai recorrer da decisão. Os advogados dos condenados também querem recorrer da decisão

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Pedro Bueno

TINHA MUITA GENTE NEGOCIANDO VENTO.

Tinha muita gente vendendo vento" antes da crise, diz Abilio Diniz
05.11.2008 12h56
Presidente do conselho do Pão de Açúcar afirma que agora o mundo ficará mais realista e que a empresa será olhada com mais atenção pelo mercado
Portal EXAME O presidente do conselho de administração do grupo Pão de Açúcar, Abilio Diniz, fez nesta quarta-feira uma análise bastante otimista sobre o que vai emergir da atual crise financeira. "Espero que o mundo vai ficar um pouco melhor, mais realista. Existia muita venda de vento e também gente comprando vento na outra ponta. Eu e o Claudio [Galeazzi, presidente da companhia] nunca fomos muito bons de vender vento. Acreditamos que agora nossa companhia será olhada com mais atenção e mais carinho", disse ele em teleconferência com analistas de mercado. O empresário não citou exemplos de empresas de vento. No ano passado, no entanto, mais de 60 companhias abriram o capital e passaram a ter ações negociadas na Bovespa, muitas delas sem ter nenhum investimento concluído ou fábrica em operação. As ações de algumas dessas empresas acumulam perdas de mais de 90% desde o IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês). O resultado é que, durante este ano, com a virada do mercado, é bastante provável que menos de dez novas empresas cheguem à Bovespa. Abilio Diniz disse que ninguém podia adivinhar que a crise teria as proporções alcançadas, mas afirmou que o Pão de Açúcar estava preparado. "Os 140 anos de experiência, os meus e os do Claudio [Galeazzi] somados, foram importantes. Em setembro tínhamos mais de 1 bilhão de reais em caixa, reforçamos o caixa desde então e aumentamos nossas vendas", afirmou. A empresa disse que a dívida líquida do Pão de Açúcar é menor do que seu Ebitda (lucro antes de impostos e amortizações) anual, que não há débitos em dólar e que não houve apostas em nenhum "jogo" de derivativos para melhorar os resultados. O objetivo da empresa, segundo ele, é manter as vendas em alta no Natal e "aproveitar todas as oportunidades em termos de compras". No terceiro trimestre, o Pão de Açúcar registrou um lucro líquido de 82,5 milhões de reais, com um crescimento de 138% em relação ao mesmo período do ano passado. As vendas tiveram alta de 13,6% pelo critério de mesmas lojas. Já o Ebitda alcançou o recorde de 357 milhões de reais, uma alta de 50%.De acordo com a Brascan Corretora, os resultados foram positivos e devem favorecer as cotações das ações da empresa. Para os analistas, o grupo é menos suscetível à crise do crédito por ter a maior parte do faturamento obtido com a venda de produtos essenciais. A corretora também informou que pode rever o preço-alvo das ações preferenciais do Pão de Açúcar (PCAR4), que hoje é de 42,50. Nesta quarta-feira, às 12h27, os papéis registravam alta de 0,20%, para 34,63 reais. Investimentos Além de mostrar otimismo com o futuro da empresa, Abilio Diniz também afirmou que a economia brasileira "é de certa forma privilegiada" quando comparada com outros países em que visitou nos últimos meses. "Os investidores vão trazer dinheiro ao Brasil quando a crise passar. (...) Pode ser que não cresçamos no mesmo ritmo que vínhamos crescendo, mas vamos continuar em frente. Até os cenários pessimistas poderão ser enfrentados, mesmo acreditando que eles não virão", disse. Apesar do otimismo, o Grupo Pão de Açúcar informou que vai investir 500 milhões de reais neste ano, montante abaixo da previsão inicial (730 milhões de reais). Segundo a empresa, todos os planos de expansão estão mantidos. O Pão de Açúcar apenas reduziu a velocidade de aquisição de terrenos para a construção de novas lojas devido à dificuldade de encontrar locais viáveis para a instalação de unidades, mas informou que pode pôr o pé no acelerador nos próximos meses. Claudio Galeazzi, presidente da empresa, afirma: "somos senhores do acelerador e do breque, pela nossa posição de caixa e pela nossa posição de negociar com fornecedores."
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Pedro Bueno

LULA O MAIS BEM AVALIADO LIBERO-AMERICANO

Lula é o presidente ibero-americano mais popular, segundo pesquisa14/11/2008 - 16:39:31O presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o líder ibero-americano melhor avaliado na região, enquanto o nicaragüense, Daniel Ortega, é o mais impopular, segundo a pesquisa Latinobarómetro 2008 publicada hoje.Lula lidera a avaliação de chefes de Governo e de Estado ibero-americanos melhor avaliados com uma nota de 5,9 (em uma escala de 1 a 7) e conseguiu ultrapassar o rei da Espanha Juan Carlos I, que tinha liderado a lista durante três anos consecutivos e agora ficou relegado ao segundo lugar com 5,7.Em terceiro lugar ficou o presidente do Governo espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, empatado com 5,5 pontos com a chefe de Governo chilena, Michelle Bachelet, e seu colega paraguaio, Fernando Lugo, avaliado pela primeira vez.Também estrearam este ano a presidente argentina, Cristina Fernández, que chegou a 4,7 e o nicaragüense Daniel Ortega, que com um 4,0 teve a pior nota da lista.O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, alcançou 5,2, seguido do equatoriano Rafael Correa, do mexicano Felipe Calderón, e do uruguaio Tabaré Vázquez, todos com um 5, enquanto o presidente boliviano, Evo Morales, obteve 4,8.O peruano Alan García e o venezuelano Hugo Chávez estão igualados em 4,3, enquanto o ex-líder cubano Fidel Castro e o presidente em fim de mandato dos Estados Unidos, George W. Bush, empatam com 4,2.A enquete foi realizada entre o dia 1º de setembro e 11 de outubro passado, antes que Ortega fora acusado de fraude pela oposição nas polêmicas eleições municipais do dia 9 de novembro.O Latinobarómetro incluiu 20.204 entrevistas tête-à-tête, com uma mostra em cada país representativa de 100% da população.
EFE
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Pedro Bueno

COISAS DE LOUCOS ESSE NEGÓCIO.

Quarta, 15 de outubro de 2008, 13h49 Atualizada às 20h00
Dantas pediu para Mendes julgar processo em 2005
Paula Simas/STF/Divulgação
O banqueiro Daniel Dantas queria que o ministro Gilmar Mendes decidisse mandado de segurança impetrado para evitar a entrega do HD apreendido na Operação Chacal à CPMI dos Correios
Samuel PossebonEspecial para Terra Magazine
O ministro Gilmar Mendes concedeu dois habeas corpus a Daniel Dantas. Certo? Errado. Gilmar Mendes já concedeu três habeas corpus ao dono do grupo Opportunity.
O primeiro habeas corpus foi concedido no dia 20 de setembro de 2005 (HC 86.724-3), para garantir que Dantas não fosse obrigado a produzir prova contra si mesmo em seu depoimento à CPMI dos Correios, dia 21 de setembro. Na época, o escândalo era o do Mensalão.
Detalhe do habeas corpus concedido porGilmar Mendes a Daniel Dantas, em 2005
Até aí, não há nada de estranho neste habeas corpus de Gilmar Mendes. A forma, o trâmite e o embasamento são os mesmos que sustentaram tantos outros pedidos semelhantes feitos e concedidos. Inclusive o mais recente, dado pelo ministro Joaquim Barbosa a Daniel Dantas antes de seu depoimento na CPI das Escutas Telefônicas, realizado em dia 13 de agosto último.
Curioso é o que se segue.
Ainda na seqüência das investigações sobre o mensalão, em outubro de 2005, o deputado Jamil Murad (PCdoB-SP) solicitou que a CPI tivesse acesso ao HD apreendido na Operação Chacal. Operação Chacal que, como se recorda, investigou a prática de espionagem praticada pela Kroll a mando de Dantas em 2004, ano em que o tal disco rígido foi apreendido.
Trata-se, diga-se de passagem, do mesmo HD que, depois de aberto e periciado pela Polícia Federal, deu a base da Operação Satiagraha, deflagrada agora em 2008, prendendo Daniel Dantas por duas vezes.
Necessário lembrar que em ambos os casos, Gilmar Mendes concedeu habeas corpus mandando soltar Dantas. Desta vez, contudo, em circunstâncias mais polêmicas.
Pois bem. Murad e a CPI queriam o HD. Dantas não queria entregar o HD. Entrou então com mandado de segurança (número 25.580-3) junto ao Supremo.
Então, vem o fato curioso: Dantas pediu, na ocasião, para que a decisão ficasse a cargo do ministro Gilmar Mendes, de quem já havia obtido um habeas corpus para se salvaguardar na CPI. Dantas pediu, em termos jurídicos, "distribuição do writ por prevenção ao Ministro Gilmar Mendes".
A decisão, nesse caso, coube à ministra Ellen Gracie, que não atendeu ao pedido de "prevenção", mas impediu o acesso da CPI ao HD.
Trecho do despacho de Ellen Gracie sobre mandado de segurança impetrado por Daniel Dantas, em 2005: a ministra entendeu que não era caso de prevenção do relator.
Pergunta: por que Daniel Dantas iria querer que o ministro Gilmar Mendes decidisse a questão do HD?
Em 11 de junho de 2008, antes da Operação Satiagraha ser deflagrada, advogados do Opportunity entram com novo pedido de Habeas Corpus (HC/95009). Dessa vez, o pedido cai na mão de Eros Grau.
Em 8 de julho de 2008, explode a Operação Satiagraha. Registre-se ipsis litteris o que diz o inquérito do delegado Protógenes Queiroz: "Como parte dessas condutas ardilosas voltadas a diversos tipos de fraude praticadas contra instituição financeira é muita das vezes pautadas em práticas contábeis de manipulação dos resultados das empresas parceiras ligadas diretamente ou indiretamente ao grupo, até mesmo em nível de Tribunais no tocante a procrastinação de processos e outras modalidades arquitetadas por D.Dantas, junto com grandes escritórios de advocacia no Brasil podemos citar Barbosa, Musnich e Aragão; Nélio Machado; Gordilho, Pavie Ribeiro e Aragão, entre outros"
Procurado por Terra Magazine, o advogado de Daniel Dantas, Nélio Machado, não atendeu ao pedido de entrevista. Sua secretária informou que ele estaria em reunião durante toda a quarta-feira e não poderia falar.

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Pedro Bueno

QUANDO SE REUNIAM (2006) SENADORES DO CONTRA

Fala Bueno.....! (parte II) Era assim que eu sentia o ano de 2006.
A panelinha do Senado.
Quando se reuniam ACM e seus seguidores.
Acredito não ser projetos para o bem estar de todos, mas sim para seu grupo de vassalos que lhe darão sempre respaldo para sua permanência em detrimento daqueles que tenham propostas desenvolvimentistas. Bahia, Ceará, Maranhão etc. são alguns locais de determinados "caciques". Minas Gerais criou-se na população um sentimento UDENISTA do século passado que ainda está enraizado e com um conservadorismo predominante no Judiciário utilizador em proveito próprio do erário com suas benesses para si como direito adquirido e quando para terceiros torna-se "inconstitucional". O PSD na época também só era em beneficio da elite.
Parece que esqueci do que estava projetando escrever inicialmente, mas não podemos viver sem o que a política determina, pois os nossos erros no votar contribuem no crescimento ou não nos negócios e o restante da Nação. Quanto a isso não tenho dúvidas vamos errar, pois vamos retornar com os eternos conservadores que administram a Nação há 500 anos.
Infelizmente houve deslumbramento e erros dos "amadores" que ficaram muito transparentes, fato que não ocorre com os profissionais antigos da nossa política de 500 anos. Mas dói ouvir de um ex, no programa do Jô Soares, que mentia por se passar por pobre sociólogo para se eleger, mas na verdade se considera rico. O descaramento fez com que, antes do resultado final de uma eleição para Prefeito da cidade de São Paulo, já tomara conta da cadeira como se já fosse o novo "alcaide" daquela capital. Já se esqueceram disso? Hoje duvido que tenha mesmo gostado da carne de bode. Segundo as más línguas, logo viajou para França só para tomar um comprimido de Sonrisal, , pois até isso o nacional não é bom para aliviar o mal gosto que sentia pela carne de bode.
Confesso que votei nele (no nosso sociólogo) por duas vezes. Nessa terceira não. UAI! Nele porque razão, ele não será o candidato, mas sim o ex-governador de São Paulo, já esqueceu? Claro que não, pois também não me esqueci da Roseana Sarney, entenderam? O triunvirato está atento, não deixará que o capricho do ex-governador deixe por mais 5 anos a tal "aquela raça" continue. Palavras proferidas por antigo "cacique" de Santa Catarina (aquele que parece “alemão”).
A oposição parece uma tanto tonta, pois está com dificuldade até hoje para apresentar um candidato à vice da mesma forma que esteve para solucionar o problema Serra e Alckmin. Os três mosqueteiros estão tão perdidos quanto a C.P.I. dos bingos, que de bingos mesmo foi só um pretexto. Aliás, os inquiridores parecem pertencer a um tribunal no tempo do Império Romano. Fazem cara de sisudos para Inglês ver.Quem dera que eles fossem analisados.

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Pedro Bueno

O ESTADO QUE AGORA TODOS ELOGIAM!!

SEU FOSSE ECONOMISTA
Quem dera eu ser economista, porém não sou também adivinho como muitos deles de todos os níveis, desde colunistas de jornais, como até mesmo professores de faculdades renomadas. Todos eles vivem a todo instante passando para o público em geral, informações e dando opiniões, principalmente depois do jogo jogado.
Lógico que não se deve deixar de passar informações, mas que elas sejam de fato concretas, mas nesses dois últimos anos, quando tenho tido mais tempo para buscar informações de todos os níveis, principalmente daqui do Brasil, aí que em mim pairam muitas dúvidas nas informações que tenho colhido, em muitos jornais e até pelos programas apresentados em TVs fechadas.
O sobe e desce das bolsas em todo o mundo, não deve diferenciar muito da nossa no seu modo operandi. Já li, inclusive, que têm muita gente usando o sistema de aluguel de ações. Você tem ações que estão em baixa, isso feito com gente bastante especialista de grande conhecimento do metiê, que “adquire” grande volume e daí provoca uma alta e nesse momento efetua-se a venda e os lucros são divididos, conforme acordado. Claro que muitos fazem esse acordo com quem tenha bom volume de ações e, por estar em quedas, esse sócio muito das vezes é a salvação.
Outros casos são das empresas com um número muito grande de ações nas mãos de terceiros e esse é o momento de recompra. Quando lançaram no mercado era para se capitalizarem e agora é para recompor o seu acervo de ações, que se necessário for, lançam no mercado novamente.
Mas agora, hem? Os governantes não eram os incompetentes? O Estado não saber gerir nada, não conhece nada de mercado livre, não sabe que tudo deveria ser gerido pelo mercado que sempre foi capaz e bastante atuante? E agora, que me dizem? Estão realmente necessitando de ajuda ou é pura esperteza? Ainda fico com a segunda tese. Penso que seja mais é esperteza. De um momento para outro as dificuldades surgiram das sombras dos esconderijos estranhos. Bancos que arrotavam inteligência agora estão de pires na mão? Muito estranho, por que não dizer: estranhíssimo, mesmo!!
E os colunistas que sempre jogaram pedras no Estado e agora não arrotam sabedoria dos neoliberais? Mas esses não desistem, pois estão sempre pinçando alguma coisa para comentar, mas evitando falar da tal liberdade de mercado.
Sim, sou a favor da iniciativa privada, mas que o estado esteja sempre observando e criando e facilitando, mas não na total liberdade que dizem necessitar, mas que agora estão procurando o “COLINHO DO ESTADO”.

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Pedro Bueno

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

JUSTO OU NÃO, GANHAM OS ESPERTOS.

FATO OU ESPECULAÇÃO?
O dólar fechou hoje na segunda maior cotação desde o início da crise: R$ 2,37, com alta de 3,57%. Só perde para o fechamento do dia 22 de outubro, quando ficou cotado a R$ 2,38.
Mas depois de todas as ações do BC, por que a moeda brasileira continua se desvalorizando? De fato, muitos até pensam que exageradamente isso tem sido mais especulação e pouca coisa mais. O que estamos vendo é puramente resultado de especulação.Lê-se a todo instante, que não há pressão sobre o dólar no mercado à vista, mas sim no mercado futuro da Bovespa.
O que acontece é que os investidores que possuem contratos comprados em dólar, ou seja, que vão receber dinheiro por esses papéis de acordo com a cotação do dólar, pressionam para que essa alta da moeda americana continue.
Por sua vez, há o lado, os que estão com contratos vendidos em dólar não querem pagar esse preço mais alto justamente porque sabem que o dólar está valorizado não por uma relação de oferta e demanda justa, mas sim por resultado de especulação.
Dentro desse prisma, quando BC faz leilão de moedas para tentar irrigar o mercado futuro com dólares, são os próprios especuladores que já tem contratos firmados em dólar que entram comprando. Eles fazem isso justamente para que a cotação fique ainda mais alta - explicou Sidney.
Para se ter uma idéia de como a moeda americana está pressionada, desde o início do mês passado, outubro, quando o dólar fechou a R$ 1,92, ele não termina o dia cotada abaixo de R$ 2,00.
Pouco diferencia daqueles que jogam na Bolsa com ações de aluguel. Você me dá tanto, eu compro e daí outros também, as ações se valorizam aí eu vendo então repartimos o lucro.
O mercado na Bolsa é realmente para profissionais e os que detêm boa “verba” para “jogar”. Isso em certos casos, pois a maioria tem suas ações para se capitalizarem. Com a captação investem nas suas empresas, gerando desenvolvimento para o país. Esses não especulam.

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Pedro Bueno

CONCORRENTES E FIDELIDADE DO CLIENTE

ALGUMA COISA EU AINDA PENSO QUE SEI.
Adquirir conhecimento sobre os concorrentes é uma grande vantagem quando uma empresa conhece muito bem ela própria, mas também é necessário que seus funcionários saibam o que é a empresa para a qual trabalham, e por isso é importante que cada um deles tenha a sua cultura individual muito parecida com a da organização.
Algumas empresas esquecem de fazer o que devem para controlar apenas os concorrentes, como se a ausência de outras empresas fosse o suficiente para que elas continuem no mercado, esquecendo-se de que sem clientes não há como sobreviver.Mesmo assim é interessante notar que muitas empresas conhecem muito melhor os concorrentes do que a elas próprias, achando que possuem uma vantagem nas mãos, só que não sabem como melhorar seus processos, produtos ou serviços e ficam paradas no tempo.
Manter-se em um mercado apenas para controlar os concorrentes não é uma fórmula inteligente, a melhor é saber o que a empresa pode oferecer que os concorrentes não podem e quando o concorrente der mais um passo a empresa já terá dado muitos. Só que muitas pessoas somente pensam em controlar as outras empresas para culpá-las pelo que deixaram de fazer, tirar de si o peso de suas costas as obrigações e ações necessárias para se manter viva e com clientes que desejem adquirir os produtos ou serviços ofertados.Da mesma maneira é interessante saber que nos dias de hoje não há como conhecer todos os concorrentes, já que o mercado tornou-se global, e a busca por clientes não é mais tão visualisada em um único espaço definido, pois as empresas sabem que em determinados mercados não há mais como ampliar a fatia de mercado, já que os consumidores são fiéis a uma empresa e que o ciclo de vida atingiu a maturidade.Mas também é interessante notar que muitas empresas podem preferir lançar seus esforços no mercado já conhecido, mantendo uma relação mais próxima com seus clientes locais, atendendo a cada um deles como se fosse o único, o que acaba tornando-se um diferencial muito valioso. É evidente que a relação de cada empresa com o mercado dependerá da cultura. Algumas conseguem dar um passo de cada vez, construindo uma base sólida, parcerias com fornecedores e distribuidores, bem como fidelizam seus clientes com algo além de produtos ou serviços.Talvez a maioria das organizações não saiba exatamente o seu próprio potencial. Podemos dizer que os limites que podem ser buscados e como evoluir no mercado, deixando como única solução o controle sobre a concorrência, já que para muitas é mais fácil apenas seguir as outras organizações do que olhar para os lados e encontrar um consumidor exigente e que deseja adquirir novos produtos ou serviços.
Em matéria de marketing e promoções, não se vê nada diferente. Tem casos que o cliente até já sabe qual(is) serão os produtos anunciados para o dia seguinte que nem prestam mais atenção a eles. Fica parecendo uma propaganda institucional.
Hoje, mais que ontem, penso que o cliente gosta de, além do seu bolso, também que o mercado seja participante da comunidade. Seja numa cidade ou bairro, isso dá muita fidelidade. Ele, cliente, gosta de ser mais reconhecido e havendo um trabalho junto à seu bairro ou cidade, ele se parece grato. As grandes empresas são mais centralizadas e por isso não conhecem bem como pensam o seu cliente e muito menos o seu concorrente, principalmente se ele tiver raízes locais.
Possa ser que eu esteja enganado, mas durante seis dias que visitei uma bela cidade como Petrópolis, senti a falta da participação das grandes redes em têrmos de estarem mais ligadas junto à população, como se fazia pouco tempo atrás. Nem nos meios de comunicação local consegui perceber essa harmonia que se deve haver.

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Pedro Bueno

O REVÓLVER DO ALMIRANTE -Sebstião Nery

De Sebastião Nery - Tribuna da Imprensa.
13 de novembro de 2008.
O revólver do almirante
Alto, desengonçado, mal ajeitado, um dos melhores repórteres da história da imprensa mineira, Felipe Henriot Drummond chegou à porta da suíte presidencial do Hotel Financial, em Belo Horizonte. Dois seguranças de preto e mal encarados pediram os documentos. Felipe mostrou a carteira do "Estado de Minas". Aprovada. Tocou a campainha.
A porta abriu e lá de dentro uma voz esganiçada gritou: "Entre"! Felipe entrou. Não viu ninguém. Atrás da porta, um homem baixinho, fardado, apontava um revólver para as costas dele:- Sente-se ali. Por que chegou antes, se a entrevista é às 12 horas?
Felipe não sabia se dava uma risada ou ia embora. Daí a pouco, fomos chegando nós, outros jornalistas, para a entrevista coletiva do almirante Penna Botto, presidente da Cruzada Brasileira Anticomunista, que foi a Minas fazer campanha contra a posse de Juscelino e João Goulart na presidência da República, eleitos dias antes, em 3 de outubro de 55.
Penna Boto
Logo no dia 5, Penna Boto tinha dado entrevista ao "Globo":
"É indispensável impedir que Juscelino e Goulart tomem posse dos cargos para que foram indevidamente eleitos".
A entrevista a nós foi uma palhaçada. O atarracado almirante queria nos convencer de que o Partido Comunista estava criando um "soviet" no Triângulo Mineiro, que iria instalar-se logo que JK tomasse posse.
Não houve "soviet", mas por pouco não houve a posse. Nas redações, passávamos madrugadas agarrados às rádios do Rio, que transmitiam a crise ininterruptamente. Até que o presidente Café Filho teve (ou fingiu) um infarto, passou o governo para o presidente da Câmara, Carlos Luz, víbora gorda do PSD mineiro, que, no dia 10 de novembro, demitiu do Ministério da Guerra o marechal Lott, vermelhão, olho azul, mais Caxias do que Caxias, e o substituiu pelo general udenista-golpista Fiúza de Castro, numa ação articulada para impedir a posse de Juscelino e Jango.
Juscelino
De madrugada, Lott e Denis, comandante do 1º Exército, fizeram o "11 de novembro" (terça fez 53 anos), "retorno aos quadros constitucionais vigentes": puseram os tanques na rua, a Câmara votou o impeachment de Carlos Luz e entregou o governo ao presidente do Senado, Nereu Ramos.
Em Minas, quando a noticia chegou ao amanhecer, corremos para o Palácio da Liberdade. Juscelino, presidente eleito, já estava lá, trancado com seu vice, o governador Clovis Salgado, e o comandante da região, general Jaime de Almeida. Os dois tentaram de todo jeito segurar Juscelino, mas ele resolveu ir de qualquer forma para o Rio. Abre-se a porta e ele sai:
- Bom-dia, vocês já aqui? Vou agora mesmo para o Rio.- Mas, presidente, há notícias de que a Aeronáutica está ao lado de Carlos Luz, que foi para Santos com Lacerda no "Tamandaré", comandado pelo Penna Boto, e o brigadeiro Eduardo Gomes já chegou lá para tentar a resistência com a cobertura do governador Jânio Quadros. Como é que o senhor vai descer no Santos Dumont ou no Galeão? Derrubam o avião.- Já discutimos tudo, eu, o governador e o general. Eles estão contra, mas a decisão é minha e já a tomei. Vou a qualquer risco.
Carlos Luz
Entrou em um carro e disparou para o aeroporto. Fomos atrás, repórteres e fotógrafos. Lá, uma cena dramática. Juscelino dava ordens, aos gritos, a João Milton Prates e outro piloto, queridos amigos seus, para levantarem vôo em um pequeno avião particular. Mas havia uma ordem definitiva da Aeronáutica: ninguém podia decolar.
Impedido, encostou os dois cotovelos no balcão do aeroporto, cobriu o rosto com as mãos trêmulas e chorou de sacudir. Era o choro da audácia impotente: "Meu Deus, isso não pode acontecer. Preciso assumir"!
Foi no dia seguinte. Em 31 de janeiro, o presidente era JK. Assumiu, mas só depois de Café Filho sumir, também empichado. O cruzador "Tamandaré", comandado pelo pequenininho Penna Boto, levou três tiros de festim do Forte de Copacabana e seguiu para São Paulo, onde Jânio não quis nada com eles e voltou de rabo (popa e proa) entre as pernas.
Lacerda foi direto para a embaixada de Cuba, asilado pelo ditador Fulgencio Batista. A tentativa de golpe não conseguira apagar os milhões de votos de Juscelino. Mais uma vez o golpe de 50, 54 e 55 fora adiado para 64. Terça, "O Globo" informava que "o Instituto Histórico e Geográfico homenageou (sic) o almirante Penna Boto pelos 53 anos do bombardeio (sic) sofrido pelo cruzador Tamandaré, em 55, ao tentar sair da Baía de Guanabara".

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Pedro Bueno

PARECIA QUE ESTAVA DANDO MUITO TRABALHO.

Dava a impressão de que o horário das 20:30h estava caminhando para que a Record despachasse a Globo de vez, no noticiário. Infelizmente mais uma vez prevaleceu as barbaries quando noticiadas. Essas sim é que dão boa audiência. Chega de noticias ruins desde manhã até a noite. O horário em que as famílias rezavam a "Oração da Ave Maria", não existe mais. Assim tem sido os programas de nossa televisão.Uma pena
São Paulo 13/11/2008 - 15:07
Busca de notícias:
Jornalismo da Record despenca sem tragédias
13/11/08
Os telejornais da Record perderam audiência depois das coberturas dos casos trágicos de Isabella Nardoni e Eloá Pimentel. Ao contrário de outras redes, a emissora do bispo caiu na audiência após o período de comoção popular.
Durante a cobertura do caso Isabella, entre abril e maio, o "Balanço Geral" teve média de 11 pontos na Grande SP. Em setembro, a média do programa caiu para 5,5 pontos.
O "SP Record" apresentou um crescimento de 26% durante o caso Eloá, em outubro. Já nos primeiros dias de novembro, perdeu 16% de audiência e foi ultrapassado pelo " Brasil Urgente", da Band.
Outro noticiário que se beneficiou das tragédias foi o"Jornal da Record", que apresentou uma pequena queda em novembro. Durante o mês de outubro, o programa teve crescimento de 12%. No dia da invasão do cativeiro de Eloá, foi registrado um pico de 17,6 pontos.
Atualmente, o "Jornal da Record" vai ao ar às 20:30h durante a semana, mesmo horário do "Jornal Nacional", da TV Globo. Após o término do horário político, a concorrente global atrasou a grade de programação, o que causou o choque entre os programas no chamado horário nobre.
Enquanto o horário político estava no ar, o noticiário da Record começava às 20h e retornava após a propaganda eleitoral. Já a Globo, passava a transmitir diretamente a novela.
Em nota, a emissora de Edir Macedo disse que seus telejornais sempre crescem com noticiários fortes e não apenas em casos policias.
As informações são do colunista Daniel Castro, da Folha de S.Paulo.
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Pedro Bueno

O DEM TEM É MEDO DE ACABAR

O DEM JÁ É PEQUENO E DAQUI A POUCO VAI É ACABAR!!
Enviado por Ilimar Franco -
12/11/2008-
12:58
O DEM vai entrar com uma Ação de Inconstitucionalidade...
... Contra a criação de uma janela para a troca de partido.
Os partidos da base governista querem aprovar um projeto-de-lei, de autoria do deputado Flávio Dino (PCdoB-MA), que cria em setembro de 2009 uma janela de 30 dias para que os parlamentares possam trocar de partido sem perderem seus mandatos, de acordo com a regra constitucional da fidelidade.
A fidelidade foi instituída pelo STF, provocado pelo DEM, que interpretou a Constituição decretando que os mandatos pertencem aos partidos políticos. O efeito imediato dessa decisão foi dar aos partidos o direito de reivindicar o mandato dos parlamentares que deixarem a sigla. O DEM conseguiu com isso conter a sangria que estava sofrendo, com seus deputados e senadores deixando o partido.
O DEM é o partido mais ameaçado caso seja aprovada a janela. Por isso, o vice-líder Paulo Bornhausen (SC), afirmou ontem que o partido vai ao STF caso esse projeto seja aprovado. Argumenta que: "a interpretação da fidelidade é constitucional. Se aprovado por lei ordinária ou complementar cabe contestação no STF e nulidade da lei".
O presidente do PMDB, deputado Michel Temer (SP), favorável à aprovação da janela, também critica a tentativa de mudar a lei por legislação ordinária. Ele diz: "A fidelidade só muda por mandamento constitucional, o projeto do Flávio Dino vai esbarrar numa Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), criar janela só por emenda constitucional".
Os partidos governistas se quiserem de fato, abrir uma janela para a troca de partido, um ano antes das eleições de 2010, vão ter de mobilizar três quintos dos votos da Câmara e do Senado. Se não fizerem isso, seu esforço vai cair no STF.
A tábua de salvação sempre é o STF para os DEMônios.

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Pedro Bueno

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

O que pensa Bueninho: Gilmar Mendes: descumprir decisão judicial é anarquia - O Globo

O que pensa Bueninho: Gilmar Mendes: descumprir decisão judicial é anarquia - O Globo

Hoje, dia 12/11/08, o Arnaldo Jabor, em seus comentários, deixou nas entre linhas, o que pensa da nossa Justiça, principalmente com tem agido no caso Satiagraha, onde para ele, e para nós, também, de que o foco está sendo desviado, quando todo o material colhido etá sendo abandonado.
O HOMEM a quem se refere é mesmo peso pesado, tanto que nem se fala mais seu nome.
O engraçado é que ninguém lá no Congresso está fazendo estardalhaço no assunto, deixando somente na mídia.











































































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Pedro Bueno

domingo, 9 de novembro de 2008

Gilmar Mendes: descumprir decisão judicial é anarquia - O Globo

Gilmar Mendes: descumprir decisão judicial é anarquia - O Globo



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Pedro Bueno

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

ELIO GASPARI - NOSSA CAIXA - 15/10/06

PRA NÃO ESQUECER - Ainda mais que agora a oposição se diz contrária à estatização. Diz a verdade ou quer esconder o desejo de passar a Nossa Caixa?
15/10/2006
O GLOBO
ELIO GASPARI

A precataria pegou pesado em São Paulo
A ekipekonómica de Alckmin queria vender o carro (ao seu jeito) para comprar gasolina
Lula exagera, mas não mente quando vincula Geraldo Alckmin á privatizaria que torrou R$ 200 bilhões do tesouro da Viúva entre 1995 e 2002. Dois lances recentes, ocorridos em São Paulo com o patrimônio da índia Bartira, indicara que os privatas aninharam-se na ekipekonómica que o candidato do PSDB deixou na administração do Estado. Urna, a privatização de 20% do banco Nossa Caixa foi cancelada ha duas semanas, na boca da pequena área, pelo governador Cláudio Lembo.
Destinava-se a recolher R$ 1 bilhão no mercado para calafetar contas públicas. A outra aconteceu ha quatro meses, com a venda de um pedaço da Cesp. Anomalias típicas da má gestão: queimar propriedades para cobrir buracos. Nas palavras de Noel Rosa: “Vendeste o carro para comprar gasolina”.
Nos dois episódios honram fenômenos paranormais durante o processo de privatização. Em geral, quando urna empresa lança ações no mercado, elas sobem. Foi o que aconteceu com aTAM. Com a Cesp e a Nossa Caixa, caí ram. No dia emque se anunciou a venda do lote da Cesp elas estavam a R$ 24,11. Quando os papéis chegaram ao mercado, valiam R$ 16,20. Um tombo de 32%. Com a Nossa Caixa, valiam R$ 47,36 no anuncio e, no dia em que Lem­bo salvou o gol, estavam a R$ 43, 10, urna desvalorização de 14%. ““.
Ações sobem, ações caem e a vida segue. Se a Cesp e a Nossa Caixa não encontravam quem pagasse menor pe­los seus papéis, problema delas. O patrimônio de Bar­tira perdeu peso num período em que as casas Bradesco, Itaú e Unibanco valorizaram-se 3%. Novamente, é o jogo jogado.
Nas duas iniciativas do governo de São Paulo, deu-se um fenômeno adicional. Depois do anuncio da operação, houve urna enorme demanda de aluguei de ações da Cesp e da Nossa Caixa. É o tal do mercado a descoberto, no qual um operador aposta na queda do valor de urna ação.
Coisa assim: aluga-se um papel cotado a R$ 100 por 90 Cruz R$ 100 coloca-se o dinheiro em outro negocio (juros de 14% ao ano do Copom, por exemplo) e espera-se. Se ao fim do contrato a ação estiver a R$ 90, se ganha 10% sobre o investimento. Dinheirinho fácil.
Feito o anuncia das duas privatizações, ocorreu um surto de febre locatária de ações da Cesp e da Nossa Caixa.
Quando não se falava no negocie, o mercado tinha 718 mil ações da Cesp alugadas. Quando a transação foi concluída, as ações afogadas eram 3,7 milhões, um aumento de mais de 400%. A mesma coisa acontece com a Nossa Caixa. No dia do anuncio, as ações alugadas eram 400 mil. Quando Lembo suspendeu a operação, havia na praça 1,7 milhão de papéis alugados.
O mercado financeiro muito mais complexo e menos demoníaco do que parece ao ser observado pelo retrovisor. Mesmo assim, se alguém teve a inspiração divina de alugar ações confiando e colaborando na queda.do valor dos papéis da Cesp e da Nossa Caixa, fez um bom negocio. Admitindo-se que urna pessoa tenha apostado R$ 10 milhões em cada privatizaria e tenha lucrado apenas a metade do que Ihe foi proporcionado pela queda das ações, faturou R$ 1,6 milhão com a Cesp.
No caso da Nossa Caixa, se as ações fossem ao mercado na cotação do dia em que Lembo acabou com o jogo, a desvalorização teria rendido uns R$ 500 mil. O feliz locatário teria ganho R$ 2,1 milhão sem urna gota de suor ou um cdtil de seu patrimônio. S6 com urna idéia, e urna fe.
Nos dois casos, quando a transação chegou ao fim, a febre locatária baixou e o número de ações das duas empresas no mercado a descoberto voltou ao normal Os locatários das ações da Nossa Caixa micaram, pois nos dias seguintes ao cancelamento da operação o papel subiu 17%.
Passada a febre locatária, as ações subiram de volta ao patamar em que estavam.
Na privatizaria paulista ocorreu urna mistura de oportunismo (vender o patrimônio para calafetar contas públicas), astúcia (torrar um pedaço de um banco no lusco fusco do fim de governo) e onipotência (achar que ninguém estava prestado atenção). Pelo menos na Nossa Caixa, Bartira deve.

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Pedro Bueno

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

XOU, XOU BRUXAS. ME DEIXEM !!

VAMOS ESPANTAR AS BRUXAS?
Crise assusta, mas setor mantém previsão de crescer 8% em 2009 : 06/11/2008
O setor eletroeletrônico está assustado, mas mantém a confiança e a aposta de crescimento para 2009, mesmo que em patamares menores, revela estudo da Associação Brasileira da Indústria Elétrica Eletrônica (Abinee). Na quarta semana de outubro, a dificuldade para a definição e prática de preços ainda foram os principais problemas das indústrias do setor eletroeletrônico.A elevada desvalorização do real, que chegou, em média, a 17% no mês de outubro, implicou em aumentos de custos que estão sendo ou serão repassados aos produtos finais, principalmente daqueles com elevado conteúdo de insumos importados.Esta operação de reajuste implica em intensa negociação devido às incertezas sobre o futuro do mercado e da permanência da volatilidade da taxa de câmbio, além da dificuldade de obtenção de crédito para capital de giro para dar suporte aos aumentos.Apesar disso, verificou-se na última semana de outubro que os negócios melhoraram em relação às semanas anteriores, reforçando a possibilidade da atividade da indústria continuar em patamares elevados, porém abaixo do previsto, pelo menos até o final deste ano.
Para 2009, mesmo com os analistas econômicos tenham idéias de menor crescimento, o setor acha forças no mercado interno para obter um crescimento em torno dos 8%, o que não é descartável de ocorrer, tendo em vista que o pior da crise já se dá conta que está indo embora.
AINDA BEM QUE TEMOS QUEM MANDE A BRUXA IR EMBORA.

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Pedro Bueno

NOSSA CAIXA - LEILÃO QUE PODE SALVAR S. PAULO

BB pode pagar caro por Nossa Caixa
06.11.2008 19h40
Prêmio pelo banco paulista pode chegar a 50%, considerado exagerado pelos analistas
Por Francine De Lorenzo
Portal EXAME
A compra da Nossa Caixa pode custar ao Banco do Brasil muito mais do que esperavam investidores e analistas. Nesta quinta-feira (6/10), o jornal Folha de S.Paulo publicou matéria afirmando que devem ser desembolsados cerca de 6,4 bilhões de reais para a aquisição do banco paulista - o equivalente a 59,80 reais por ação. O valor embutiria um prêmio de 50% sobre o fechamento de ontem das ações (39,80 reais) e, na avaliação dos especialistas seria exagerado. "O mais justo seria algo em torno de 50 reais por ação", estima José Góes, economista da corretora Alpes. "Se a oferta fosse realizada num momento de liquidez abundante, como se via meses atrás, não seria excessiva. Mas, agora, o cenário é outro", afirma Wellington Senter, analista da Modal Asset Management. O alto preço, porém, poderia ser justificado pela escassez de ativos disponíveis para aquisição no mercado. A união de Itaú e Unibanco, anunciada na última segunda-feira (3/11), tornou mais difícil o crescimento por fusões e aquisições. "Por isso, mesmo sendo cara, a compra pode ser estratégica para o banco, trazendo bons frutos no longo prazo", diz Senter. Embora o negócio não devolva ao Banco do Brasil a liderança do setor, já reduziria a distância do novo banco formado por Itaú e Unibanco. "A Nossa Caixa é uma instituição muito conservadora. É possível dobrar sua rentabilidade sem muito esforço, já que espaço para trabalhar produtos e serviços não falta", afirma Senter. Com a compra do banco paulista, o Banco do Brasil receberia a conta de 104 milhões de servidores do Estado de São Paulo. Além disso, teria direito de utilizar os créditos tributários (o que não seria possível em caso de incorporação) e receberia os depósitos judiciais. Como esse tipo de depósito pode ser feito somente em bancos públicos, o Banco do Brasil teria o direito de herdar o dinheiro. Já se a aquisição fosse feita por um banco privado, esses recursos teriam de ser migrados para outra instituição estatal. Como ficam os minoritários?Como a Nossa Caixa faz parte do Novo Mercado da Bovespa, todos os minoritários teriam direito a receber pelas ações o mesmo valor pago ao acionista controlador, o Estado de São Paulo. A troca de controle da instituição obrigaria o Banco do Brasil a realizar uma oferta pública de aquisição (OPA), o que fez disparar a cotação das ações nas últimas semanas. Em 30 dias, os papéis subiram 41%, com os investidores ansiosos pela conclusão do negócio. A expectativa cresceu com a edição da Medida Provisória (MP) 443, que autorizou o Banco do Brasil a utilizar dinheiro em suas aquisições - o que até então era proibido. Com isso, foi eliminado um dos principais entraves à operação: a forma de pagamento. Como o governo de São Paulo quer reforçar o seu caixa, a venda da Nossa Caixa por troca de ações não é interessante. Embora o negócio já seja dado como certo, há o risco - ainda que pequeno - de a venda para o Banco do Brasil não se concretizar. "Nesse caso, seria inevitável uma desvalorização das ações da Nossa Caixa", diz Senter. Mas isso não quer dizer que o investidor ficaria com um mico na mão. "Os papéis continuariam sendo um ativo cobiçado, já que outros bancos poderiam se candidatar à compra", ressalta o analista da Modal. O Banco do Brasil anunciou em maio sua intenção de incorporar a Nossa Caixa. Bradesco, Itaú, Unibanco e Santander protestaram. As instituições sugeriram a realização de um leilão, mas o governo não acatou o pedido. Uma desistência do Banco do Brasil, portanto, estaria muito longe de ser o fim da linha para a Nossa Caixa.
(Elio Gaspere já escreveu sobre a Nossa Caixa em 15/1006).Sei não!

COISAS DA VIDA - SOBRE AS ONDAS DE CELULAR

As microondas e a Leitão
Atualizado em 02 de novembro de 2008 às 15:56 Publicado em 30 de outubro de 2008 às 22:29
por CRISTÓVÃO FEIL, NO DIÁRIO GAUCHE
fonte: http://www.diariogauche.blogspot.com/ As microondas estão danificando o cérebro de Míriam LeitãoJornalista de mercado diz que "o governo está cedendo à sua compulsão estatizante de sempre"Está muito hilária a coluna de Míriam Leitão, de ontem. Ela diz que "o governo deu um tiro no pé hoje com a Medida Provisória que permite aos bancos públicos comprarem bancos". Bom, se Leitão diz que foi "tiro no pé", desde já fico sereno. A jornalista, das Organizações Globo e "de mercado", é porta-voz privilegiada do que há de mais financista e predatório no Brasil. Tudo que ela diz e escreve deve ser lido com o sinal trocado.Mais adiante, Leitão afirma que essa "compulsão estatizante de sempre" do governo Lula resultou no aumento do risco Brasil que foi a 650 pontos, os juros futuros explodiram e a Bovespa teve circuit breaker. E segue o "terrorismo" de Leitão: "rumores circularam de que existem fundos e bancos com problemas". Esse alerta, certamente é um "furo" na concorrência. Notável.Vejam a desonestidade intelectual (e moral) desta senhora: ela corta o fio condutor dos fatos, isolando-os da realidade internacional, e daí para a frente passa a examinar a conjuntura solteira e singular, a partir do evento que denomina "compulsão estatizante de sempre". Imaginem, 650 pontos no risco Brasil. Imaginem, explosão de juros. Imaginem, circuit breaker. Imaginem, (e agora conta um segredo de polichinelo) "rumores circularam de que existem fundos e bancos com problemas".Leitão nacionalizou, abrasileirou, lulalizou a crise estrutural do capitalismo, edição 2008.A hecatombe financeira internacional não conta? Quem produziu a crise e seus efeitos foi o governo Lula, com a sua "compulsão estatizante de sempre"? Aliás, que "compulsão" é essa, Leitão? Lula nunca estatizou um banco de jardim, que fosse. Ao contrário, dá provas continuadas de que não se mete em política bancária, tendo emitido carta branquíssima ao presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, para fazer o que bem entendesse, inclusive manter os juros básicos mais elevados do mundo, mesmo depois da eclosão da crise e mesmo face à tendência internacional dos BC's de diminuirem juros para aumentar a liquidez e o consumo. Sem falar no estímulo do BC à especulação perigosissíma com moedas futuras, que está quebrando mais de 200 empresas, inclusive a Sadia e as papeleiras guascas. É o reconhecimento desta irresponsabilidade mesmo que está na raiz do motivo da Medida Provisória que permite ao BB e CEF comprarem bancos privados. Lula deu uma de Gordon Brown (dizem que aí tem o dedo de Rousseff): se o mercado não é responsável por seus atos, o Estado o será.Leitão, finalmente, tem que parar de acreditar nestas agências de classificação, as mesmas que apontam 650 pontos no chamado risco Brasil. Se essas agências fossem idôneas e confiáveis teriam antecipado a tempo o "risco capitalismo mundial". Mas agora estão completamente desmoralizadas, e levam de roldão para a rua da amargura e do opróbrio as jornalistas "de mercado".Leitão, que passa o dia no celular recebendo pitacos furados de operadores temerários e investidores suspeitos, deve cuidar com a exposição prolongada às microondas do telefone móvel. Houve caso em que o usuário de risco – como ela – teve o cérebro cozinhado pelo celular.Coisas da vida

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Pedro Bueno

EXEMPLO DE CIDADANIA

CIDADANIA
Bom Jesus de Itabapoana - 89,23% de votos nulos

*LIÇÃO DE CIDADANIA**Esse é o exemplo que deve ser seguido...Tomara que essa moda pegue...Mas prá isso necessita ser divulgada...Vejam o município Bom Jesus do Itabapoana .Devido ao baixo nível do candidato,de um total de 26.863 eleitores quecompareceram às urnas,20.821 eleitores conscientes decidiram anular oseu voto ...Um exemplo para o mundo...*É algo difícil de acontecer, mas aconteceu!Os votos nulos somaram 20821 ( 89,23%). Vejam a coragem e esclarecimento dessa população.O candidato a prefeito não servia e a população cuidou de eliminá-lo no voto.O TRE terá que fazer nova eleição e o candidato reprovado não poderá se candidatar novamente. O interessante é que esse fato não foi divulgado em nenhuma mídia.Se a moda pega, quem sabe não poderíamos depurar essa gente que vive enganando a todos?Quem sabe a solução que tanto almejamos não passa por aí?


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Pedro Bueno

O DIA DE OBAMA E DO MUNDO

O DIA DE OBAMA E DO MUNDO
Não há como se saber de fato o que ocorrerá daqui para frente. As cartas foram dadas, veremos agora se de fato as expectativas se realizarão. Há, e por muito tempo, ainda, muitas esperanças. As lágrimas do choro da vitória serão sempre enxugadas, pois a ansiedade desse dia era, de fato, muito grande e transcendiam aos mais vividos em termos de estudos do que seja “esperança de um povo”.
Obama ainda não deve ter acordado do sonho seu, de Luter King e, sem sobra de dúvidas, do mundo todo. Foi uma corrente fantástica! Os meios de comunicação deram um show de tecnologia e de informações. Foi lindo de se ver. Havia no semblante dos mais experientes repórteres ou das âncoras, um engasgo nas suas vozes. Os entrevistados cheios de eloqüências, mas falando do fundo de seus corações, tudo na tentativa de demonstrar o que as ruas transmitiam. Foi maravilhoso!
Por um dia, por umas horas, todas as Bolsas tiveram altas. Os negócios pareciam que o ponto da crise já estava sendo debelado. O monstro da recessão dava impressão de que havia levado o primeiro tiro certeiro.
Esperemos. Quem teve tanto tempo de espera por esse dia, não se furtará de aguardar mais um pouquinho do que resta do atual governante norte-americano. Nós, daqui de longe estaremos de olhos e ouvidos atentos aos acontecimentos da maior nação do mundo em termos econômicos. Até agora somente podemos chamar o EUA de nação econômica, pois a chamada democracia que pregam não são par os outros. São imposições. Nesse item não foram exemplos.
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Voltando ao Brasil
, agora nos deparamos com o Presinebte do Senado a desejar constranger Lula, mais uma vez. É o caso de perguntar ao senador Garibaldi Alves: Senador, por quantos foram os dias de férias que todos os parlamentares tiveram de ferias? Quantos dias deixaram de se fazer alguma coisa para ter que irem (parlamentares) acompanhar festas nas suas bases, nos dois períodos de festas juninas e julinas? Quantos dias gazetearam para fazer campanhas para elegerem Prefeitos e vereadores? Seus salários foram descontados relativos a esses longos meses de ausências.
Mais uma: Agora estão perdendo tempo para discutirem se usam ou não terno e gravata. Ah sim, é para economizarem energia. Tudo bem, mas se votassem tudo que fosse em benefício da nação, esse custo até que seria irrisório, mas ficar o plenário vazio, com o Mão Santa falando abobrinhas, de fato é muito alto o custo de energia. Ano passado já havia mandado e-mail para a Presidência sobre isso. Resposta? Nem do Assessor.
Afinal, por onde anda o senador dos cartões corporativos? Sumiu? Ah sim, deve estar a serviço de uma grande .....


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Pedro Bueno

QUANDO INFORMAM SEM FAZER POLÍTICA

terça-feira, 4 de novembro de 2008 Informe sem conotação política.
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Vendas da indústria crescem 10,2%, sem indícios de crise
Dados divulgados pela CNI nesta terça mostram que efeitos da turbulência global ainda não apareceram
Leonardo Goy, da Agência Estado
BRASÍLIA - Os dados da indústria brasileira ainda não mostram os efeitos da crise financeira mundial, como apontam as informações divulgadas nesta terça-feira, 4, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). As vendas reais do setor cresceram 2% em setembro, na comparação dessazonalizada com agosto. Na comparação com setembro do ano passado, o faturamento real do parque fabril evoluiu 10,2%.
No acumulado nos nove primeiros meses do ano, as vendas reais da indústria subiram 8%. A CNI ressalta, no documento que acompanha a pesquisa, que o chamado efeito calendário favoreceu os dados de setembro. Setembro deste ano teve um dia a mais do que agosto e três dias úteis a mais do que o mesmo mês de 2007.
As horas trabalhadas registraram crescimento, na série dessazonalizada, de 1,2% em setembro, ante agosto. Na comparação de setembro com igual mês do ano passado, houve uma expansão de 9,6%. No acumulado do ano, o crescimento foi de 6,1%, ante o período de janeiro a setembro de 2007.

Capacidade instalada
O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) da indústria brasileira registrou ligeiro aumento em setembro ante agosto, passando de 83% para 83,3%. Em setembro do ano passado, as indústrias brasileiras operavam ao 82,8% de sua capacidade.

A pesquisa também mostra que o emprego na indústria teve expansão de 0,7% em setembro na comparação dessazonalizada com agosto. No confronto com setembro de 2007, o emprego cresceu 4,3%. Entre janeiro e setembro deste ano o emprego nas fábrica cresceu 4,4% em comparação ao mesmo período do ano passado.
Já a massa salarial paga pela indústria teve forte alta, de 7,1% em setembro em relação ao mesmo mês de 2007. No acumulado dos nove primeiros meses do ano, ente igual período do ano passado o crescimento foi de 5,3%.

IBGE
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) também divulgou seus indicadores para a indústria nesta terça. Segundo os dados, a produção industrial brasileira acumula alta de 6,5% no ano e de 6,8% nos últimos 12 meses, até setembro. A atividade cresceu 9,8% na comparação com setembro do ano passado.
Os resultados também mostram que o setor "mantém a trajetória ascendente da atividade produtiva", segundo observam os técnicos do IBGE no documento de divulgação da pesquisa. Segundo o documento, os resultados prosseguem "sustentados pelo desempenho do setor de bens de capital, que sinaliza investimentos na capacidade produtiva, e pelo dinamismo da demanda doméstica, em linha com as estatísticas recentes do comércio varejista e da evolução do emprego e da renda".

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Pedro Bueno

PALAVRAS DE CÉSAR MAIA

Blog do Cesar Maia 06/11/20082009:
UM ANO DE TRANSIÇÃO? OU DE FRUSTRAÇÕES?
1. Ensina a prática política que os governos eleitos devem moderar as expectativas que criaram para vencer as eleições. De outra forma transformam-nas em frustrações em prazo curto. A imprensa, ansiosa por ter novidades, provoca os eleitos e estes, ingenuamente, vão vomitando projetos, obras e ações.
2. Esse ano de 2009 traz uma concentração muito mais que proporcional de expectativas políticas, a começar pela vitória de Obama. O simbolismo de sua cor e o contraponto com Bush exponenciam as expectativas em relação à política externa dos EUA e as compensações sociais internas.
3. Certamente as declarações e primeiras viagens de Obama extrapolarão essas expectativas. O discurso vai mudar, mas os soldados continuarão no Iraque e no Afeganistão e os falcões do pentágono continuarão comandando o jogo.
4. A crise financeira internacional -que já se transformou em econômica com a recessão generalizada no mundo desenvolvido- já está impactando o mundo pobre e em desenvolvimento. No Brasil, qualquer taxa de crescimento igual ou menor que 4% aportará desemprego na margem, criando um clima de insegurança entre os empregados.
5. No Brasil, os prefeitos eleitos extravasam seu otimismo. E os governadores torcem para que seu penúltimo ano não iniba a altura do vôo que esperavam com vistas a 2007. Lula terá que explicar porque seu otimismo não vingou.
6. Há tempo para a moderação. As receitas não repetirão 2008. Os protestos e greves crescerão. Afinal se podem dar tanto dinheiro para os banqueiros por que não para os trabalhadores, perguntarão estes?
7. É bom para todos -daqui e dalhures- recolherem a impulsão retórica dos vôos que pretendem, antes que os manetes fora de lugar não produzam desastres. Os que entenderem 2009 como um ano de transição, que pode entrar por dentro de 2010, terão vigor político e fiscal para avançar depois. Os que se entusiasmarem muito poderão ser empurrados para fora do tabuleiro do xadrez econômico e político.
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Pedro Bueno

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

LA PRENSA MUNDIAL

Nov-05-08 - por Rosendo Fraga
Se sabe desde siempre que cuando la economía esta mal suele ganar la oposición y si, al mismo tiempo, el Presidente que termina lo hace con la menor popularidad desde que se hacen encuestas, es lógico y casi inevitable que gane la oposición en cualquier país del mundo.
Desde esta perspectiva, lo que sucedió el 4 de noviembre en los EEUU no es ninguna sorpresa sino todo lo contrario.
Más allá de esta explicación simplista, la llegada de Obama al poder tiene profundos significados.
El primero es explícito: por primera vez llega a la Presidencia un afroamericano. Ello puede ampliarse, ya que no se ha producido un fenómeno similar en ninguno de los países del llamado Occidente.
La consecuencia es que ello permite a los EEUU recuperar ante el mundo la proyección de lo que Joseph Nye llama el poder blando, que son los valores de la pluralidad, la libertad y el progreso social que han caracterizado la cultura política del país, tras un período como el de Bush, donde sólo proyectó el poder duro, que es la capacidad militar, en este caso concentrada en la lucha contra el terrorismo.
El segundo es que el triunfo del candidato demócrata es la consecuencia de un importante fenómeno socio-político, ya que en esta elección se ha registrado un record de concurrencia -en los EEUU el voto es voluntario- no sólo en cantidad sino en porcentaje, votando aproximadamente dos tercios de quienes tenían derecho a hacerlo, cuando el promedio histórico es del 55%.
Ello fue porque Obama logró una concurrencia sin precedentes de dos segmentos que votaban por debajo del promedio: los jóvenes y los afroamericanos, en las últimas décadas poco interesados en la política.
El tercero es que fue una elección globalizada, seguida en todo el mundo y con sondeos a nivel mundial, que permitieron conocer cómo hubiera votado la humanidad de haber participado en la definición política de quién gobernará los próximos cuatro años la primera economía del mundo. Cuatro cada cinco votaban por Obama.
Ello implica que con su llegada al gobierno, EEUU tiene frente al mundo un Presidente que goza de su simpatía y ello es fundamental para recomponer la imagen internacional del país.
Por último, el cambio político tiene lugar en momentos que el mundo sufre la crisis financiera global más grave desde 1929, la que como entonces ha comenzado en los EEUU, y encauzarla o por lo menos contenerla es el desafío inmediato del candidato vencedor, que iniciará su mandato teniendo que afrontar los costos sociales de esta crisis dentro de su propio país.
Pero Obama ante todo significa la esperanza, no sólo para los norteamericanos sino para el mundo.
Transformarla en credibilidad es el desafío político inmediato, condición sin la cual no podrá resolverse la crisis financiera.

É, OBAMA, O MUNDO ESPERA POR TI !!!

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Pedro Bueno

TEMOS MUITO QUE COMEMORAR

TEMOS MUITO QUE COMEMORAR, POIS DAQUI PARTIU MUITOS SONHOS QUE SE PENSAVAM IMPOSSÍVEIS, MAS REALIZAMOS.
Nada é simples nessa fascinante eleição realizada em tempos de turbulência econômica.
Barack Obama eleito, o primeiro presidente negro da história americana, teremos transformações sociais muito além do que se possa imaginar. Toda criança negra, de qualquer país do mundo, toda criança, de qualquer grupo discriminado, crescerá recebendo a mensagem de que barreiras podem ser superadas. Mesmo as que pareciam intransponíveis.
As eleições nos EUA, darão outra dimensão ao mundo todo, pois mais que nunca estamos num mundo só, não mais naquele em que as ordens e as atitudes emanadas pelo "dono do mundo" é as que prevaleciam. Não, mesmo que para muitos se parecerão insignificantes as mudanças de atitudes, elas se tornarão muito grandes. "O tempo dirá, a história registrará!".
Evidente que a principio pouco se visualizará, mas com o passar do tempo veremos as grandes modificações no mundo. Não me lembro bem a frase, mas o primeiro astronauta que pisou na lua disse mais ou menos essa frase: “Um pequeno passo de um homem, mas uma enorme conquista para a humanidade”.
Esse deve ter sido o início do sonho de M. Luther King. Dele e de milhões de renegados de todas as raças e credos. Que seja o principio de um fim. Fim de tudo que emperra o progresso da humanidade.
Mas vamos de inicio ficar por aqui. Vamos “bater os nossos tambores” que estão também lá dentro de nossos corações. Somos brancos, mas de qualquer forma nossos sangues são compatíveis para esperança de muitas salvações.
Por aqui demos inicio, agora o mundo já terá uma nova dimensão. Que Deus faça com que todos os governantes desse mundo até então cruel, passemos a receber as gotas da água abençoada.
Q Deus olhe por todo o mundo, pois na verdade todos queremos "o silêncio dos canhões.

Pedro Bueno.

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Pedro Bueno

terça-feira, 4 de novembro de 2008

A ABSTENÇÃO REALMENTE ATRAPALHOU GABEIRA?

ABSTENÇÃO GENERALIZADA! Levantamento do blog de César Maia
Os eleitores devem estar descobrindo que o voto no Brasil não é obrigatório. Obrigatório é ir aos Correios, pagar 3 reais e assinar um papel.
Segundo TurnoEleitorado / Abstenção / (% abstenção)Belo Horizonte (MG) 1.457.208 / 315.019 (21,6%)São Luís (MA) - 636.914 / 135.555 (21,2%)Anápolis (GO) - 217.127/ 45.994 (21,1%)Rio de Janeiro (RJ) - 4.579.365 / 927.250 (20,2%)Salvador (BA) - 1.747.278 / 344.805 (19,7%)Belém (PA) 961.232 / 188.849 (19,6%)Cuiabá (MT) - 368.188 / 69.710 (18,9%)Santo André (SP) - 533.428 / 100.338 (18,8%)Petrópolis (RJ) - 231.821 / 43.270 (18,6%)Bauru (SP) - 233.653 / 43.051 (18,4%)São José do Rio Preto (SP) 276.943 / 49.753 (17,9%)Campos (RJ) - 322.839 / 57.521 (17,8%)Florianópolis (SC) - 301.967 / 53.914 (17,8%)Porto Alegre (RS) - 1.038.885 / 184.747 (17,7%)São Paulo (SP) - 8.198.282 / 1.438.355 (17,5%)Pelotas (RS) - 243.216 / 42.737 (17,5%)Londrina (PR) - 341.908 / 58.236 (17,0%)São Bernardo do Campo (SP) - 539.584 / 90.785 (16,8%)Pesquisa e Edição: JCMPara indicar um amigo: http://www.cesarmaia.com.br/Para garantir que nossos comunicados cheguem em sua caixa de entrada, adicione o email blogdocesarmaia@gmail.com ao seu catálogo de endereços.
29/02/2008 A de baixo é outro assunto - para não perder espaço e tempo.
Oposição em apuros da Folha Online Nos últimos 30 anos, o Brasil viveu crises econômicas a cada dois ou três anos. Agora, o país parece ter consolidado a possibilidade de atravessar um ciclo prolongado de crescimento. Economistas falam em dez anos seguidos de elevação do PIB (Produto Interno Bruto) a taxas que o Brasil não experimentava fazia tempo.
Se esse cenário se confirmar, o país passará por transformações positivas num ritmo acelerado. Terá mais instrumentos para tentar reduzir a desigualdade social e combater a violência nos centros urbanos --dois problemas que fazem parecer menores os avanços do país desde a redemocratização em 1985.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem méritos pelo bom momento econômico do Brasil, mas não foi o único responsável pela sua construção. No entanto, é Lula quem está no leme nesta hora. Portanto, ele colhe os dividendos políticos.
A oposição está em apuros. Seu duro discurso soa destinado a dar pouco resultado. Tanto que os governadores de São Paulo, José Serra, e de Minas Gerais, Aécio Neves, tentam se distanciar da ação do PSDB e do DEM no Congresso Nacional. Acertadamente, os tucanos Serra e Aécio compreenderam a necessidade de dialogar com o eleitorado lulista por uma simples razão: a maior parte da população aprova o governo, apesar de seus defeitos.
Como disse em recente entrevista à Folha o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE), o presidenciável mais bem posicionado nas pesquisas sobre a sucessão de 2010, a oposição está "num mato sem cachorro". Por isso, ela oscila em sua ação política --ora flerta com uma crise política que derrube Lula, ora contesta a política social.
Ainda que encontrasse a "Fiat Elba de Lula", o petista tem rede sólida de apoio político e popular. É uma conjuntura distinta da que tragou Fernando Collor de Mello em 1992.
Um confronto na política só levaria Lula a uma radicalização retórica ainda mais inflamada do que o equivocado ataque ao Judiciário desferido na quinta-feira (28/02).
Em outra frente de batalha, DEM e PSDB questionam a política social. Até hoje hesitam entre se apresentar como pais do Bolsa Família ou críticos que o julgam assistencialismo eleitoreiro. A última cartada foi recorrer à Justiça na terça-feira (26/02) contra os "Territórios da Cidadania", um programa que tentar dar unidade a ações dispersas já em andamento. Nos R$ 11,3 bilhões previstos para o programa, não há dinheiro novo. Os "Territórios da Cidadania" são um aprimoramento gerencial para tentar atender melhor 7,8 milhões de pessoas nas áreas mais carentes.
Para uma oposição que usa o clichê do gerenciamento dia sim e o outro também, o programa deveria ser considerado um avanço. Tem o foco certo. Mas, como foi lançado em ano de eleições municipais, o programa só prestaria a ambições políticas menores de Lula e do PT.
Ora, o Brasil tem eleições a cada dois anos. Recorrer ao argumento de uso eleitoreiro é tentar limitar a ação do governo. O estabelecimento desse padrão se voltará contra a oposição no dia em que ela estiver no poder. Mais: ao se posicionar contra programa sociais, tucanos e democratas dão a Lula a chance de acusá-los de não gostar dos pobres.
O atual discurso da oposição não serve para um país que retomou a oportunidade de crescer de forma significativa por um período longo. Para que esse ciclo se sustente, o Brasil deveria cuidar da infra-estrutura, sobretudo da energia, e da educação, de modo a preparar os brasileiros para uma onda econômica que exigirá mão-de-obra mais qualificada. Mas esses dois assuntos são marginais na agenda da oposição.
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Saiba viver melhor lendo o que outros escrevem para você saber mais do que pensa que sabe.
Pedro Bueno

REFORMA TRIBUTÁRIA, A QUE NINGUÉM QUER !

Reforma tributária, agora??
Na verdade ninguém deseja por hora essa reforma.

Todos os Prefeitos, Governadores e outros mais, acham que sairão perdendo. Mas o fato é que o Executivo Federal de muitos anos, também não deseja que tenhamos mexidas agora. Já para o próximo candidato, restará novas promessas de campanha,,,,,,, e.....depois! Bem, esse depois.....!!!
Como quem leva a maior parte é o federal, esse engole sapo sozinho, tendo a oposição sempre passando para o público de que quem leva tudo é o Executivo. Os demais ficam caladinhos, caladinhos. (Estados, municípios e quem.....evita pagar, vamos dizer assim).
Muitas coisas poderiam ser lembradas acerca disso, entretanto, uma parece mais do que clara e não sairá nesses dois anos que faltam para o término do governo Lula.. Nada é diferente nessas discussões, quando se Fala em Reforma Tributária. A luta já era essa e continuará sendo assim até que surja um maluco e bata o martelo. (Mas, quem?) Ninguém quer perder uns %, achando que não haverá recuperação na frente. Os motivos para às alterações nas regras é a preocupação de se perder 40% em tudo aquilo que é produzido. Mas se esquecem de que havendo desoneração, os custos cairão e, conseqüentemente, preços menores para o consumidor. (Mas na queda da CPMF, não foi bem assim).O Empresário continuará chorando e jogando a culpa no governo (s).
Quando tudo estava maravilhoso, como antes de a crise financeira internacional pousar por aqui no Brasil. ou até mesmo durante o Plano de Itamar, mas quem leva o nome é FHC, as forças políticas e econômicas não conseguiram ajustarem um acordo para refazer o chamado ajuste federativo firmado na Carta de 1988, por que em época de retração da economia haveria algum espaço para desonerar a produção e o bolso dos contribuintes em geral? Improvável, a começar pelas barreiras de toda ordem trazidas à tona quando se trata de rever a divisão para assumirem perante a população, estabelecidas para cada esfera de governo, e cada um ajustando meios para viabilizar esses serviços, na forma de cobrança de tributos. O governo federal quer concentrar cada vez mais o poder de arrecadar tributos, os governos estaduais não querem perder a chocadeira o imposto estadual, e os sonegadores jamais irão querer pagar mais; Até acho que esses é que sempre os que mais reclamam da carga tributária (para inglês ver).Ajustar as forças que possam se interessar pela causa é uma tarefa para gigantes que requer, acima de tudo, haja condições políticas para isso. Os partidos que ocuparam a Presidência desde que o País começou a pensar em reforma tributária, dois mandatos do PSDB e o PT, em seu segundo, não fizeram isso quando foram eleitos e depois reeleitos, e dessa forma o presidente Lula não seria quem encararia uma briga desse tamanho a partir de agora, quando falta menos de dois anos para deixar o governo e interessado em que as coisas até melhore, como se espera, principalmente após as eleições nos EUA. Espere

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Pedro Bueno

VAMOS FALAR DE REF.TRIBUTÁRIA NOVAMENTE?


Reforma tributária, agora??
Na verdade ninguém deseja por hora essa reforma. Todos os Prefeitos, Governadores e outros mais, acham que sairão perdendo. Mas o fato é que o Executivo Federal de muitos anos, também não deseja que tenhamos mexidas agora. Já para o próximo candidato, restará novas promessas de campanha,,,,,,, e.....depois! Bem, esse depois.....!!!
Como quem leva a maior parte é o federal, esse engole sapo sozinho, tendo a oposição sempre passando para o público de que quem leva tudo é o Executivo. Os demais ficam caladinhos, caladinhos. (Estados, municípios e quem.....evita pagar, vamos dizer assim).
Muitas coisas poderiam ser lembradas acerca disso, entretanto, uma parece mais do que clara e não sairá nesses dois anos que faltam para o término do governo Lula.. Nada é diferente nessas discussões, quando se Fala em Reforma Tributária. A luta já era essa e continuará sendo assim até que surja um maluco e bata o martelo. (Mas, quem?) Ninguém quer perder uns %, achando que não haverá recuperação na frente. Os motivos para às alterações nas regras é a preocupação de se perder 40% em tudo aquilo que é produzido. Mas se esquecem de que havendo desoneração, os custos cairão e, conseqüentemente, preços menores para o consumidor. (Mas na queda da CPMF, não foi bem assim).Os Empresários continuarão chorando e jogando a culpa no governo (s).
Quando tudo estava maravilhoso, como antes de a crise financeira internacional pousar por aqui no Brasil, ou mesmo durante o Plano de Itamar, mas quem leva o nome é FHC, as forças políticas e econômicas não conseguiram ajustarem um acordo para refazer o chamado ajuste federativo firmado na Costituiçao de 1988, por que em época de retração da economia haveria algum espaço para desonerar a produção e o bolso dos contribuintes em geral? Improvável, a começar pelas barreiras de toda ordem trazidas à tona quando se trata de rever a divisão para assumirem perante a população, estabelecidas para cada esfera de governo, e cada um ajustando meios para viabilizar esses serviços, na forma de cobrança de tributos. O governo federal quer concentrar cada vez mais o poder de arrecadar tributos, os governos estaduais não querem perder a chocadeira, o imposto estadual, e os sonegadores jamais irão querer pagar mais. Até imagino que esses é que são sempre os que mais reclamam da carga tributária (para inglês ver).Ajustar as forças que possam se interessar pela causa é uma tarefa para gigantes que requer, acima de tudo, haja condições políticas para isso. Quem mais ocupou a cadaira presidencial desde que o País começou a pensar em reforma tributária, dois mandatos do PSDB e o PT, em seu segundo, não fizeram isso quando foram eleitos e depois reeleitos, e dessa forma o presidente Lula não seria quem encararia uma briga desse tamanho a partir de agora, quando falta menos de dois anos para deixar o governo. Está é interessado em que as coisas até melhorem, como se espera, principalmente após as eleições nos EUA. Esperemos !!!

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Pedro Bueno

SE NÃO REAGIR A OPOSIÇÃO GANHA NO GRITO

Coluna de Carlos Chagas - Tribuna da Imprensa.
Discursos contra a crise
BRASÍLIA - Disposto a aplicar uma injeção de ânimo no País, o presidente Lula convocou para quinta-feira uma reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, com direito à presença da maioria do ministério, empresários aos montes, dirigentes de associações das classes produtoras e líderes sindicais.
Além de sua mensagem pessoal de otimismo, o presidente escalou para exposições sobre a solidez da economia os titulares da Fazenda, Guido Mantega, do Banco Central, Henrique Meirelles, e da Casa Civil, Dilma Rousseff. A palavra será dada a representantes da indústria e da agricultura, bem como dos trabalhadores.
Trata-se de uma tentativa de neutralizar o que a ministra Dilma chama de negativismo das oposições. Uma ação para desvincular a crise do processo eleitoral de 2010. Muita gente, no fim de semana, rotulava a reunião do CDES de pirotecnia política, porque, afinal, ao contrário do que tem afirmado a equipe econômica, o País não está mais forte. Não superou e nem se esperava que superasse as dificuldades assim tão depressa. O problema é que otimismo demais acaba comendo o otimista, como comentava o líder do PSDB no Senado, Artur Virgílio.
Afinal, não basta ao governo alegar que dispomos de 200 bilhões de dólares de reservas, lá fora, porque é de 600 bilhões de dólares o volume de aplicações estrangeiras a curto prazo, entre nós. Aliás, é bom mudar o tempo do verbo: o capital-motel ERA de 600 bilhões, uma parte já se escafedeu, por conta da crise. E nossas reservas diminuíram, porque de outra fonte não tem saído as dezenas de bilhões destinadas pelo Banco Central a alimentar o crédito e a permitir que Banco do Brasil e Caixa Econômica comprem ações de empresas em estado pré-falimentar.
Acresce que as exportações, beneficiadas com a alta do dólar, perderam as facilidades de crédito e diminuíram sensivelmente. Basta atentar para o corte de 30 milhões de toneladas de minério de ferro, adotado esta semana pela Vale. Sem falar nas férias coletivas impostas pelas montadoras aos seus operários, ante-sala do início de demissões em massa.
Em suma, se é positiva a intenção do presidente Lula de injetar otimismo no País, e se a ministra Dilma tem razão quando tenta desvincular a crise da próxima sucessão, no reverso da medalha fica claro que não será com discursos.
O impasse permanece

Obs: dia desses, eu já que meio que chateado pela pouca reação de determinados Ministros, que na hora do aplauso aparecem, somente deixando Lula falando sozinho e levando na cabeça, além da oposição, também da imprensa do contra.
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Pedro Bueno

COISAS DO PSDB

COISAS DO PSDB
Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008
Propina da Alstom chega a US$ 430 mi, afirma SuíçaTotal de repasses a funcionários públicos estrangeiros foi divulgado por tribunal penal
Empresa é investigada sob a suspeita de ter subornado servidores de vários países, incluindo Brasil, em troca de favorecimento em licitações
O volume de propinas pagas pela multinacional francesa Alstom a funcionários estrangeiros pode ter sido superior a US$ 430 milhões. O cálculo é da Justiça suíça, que investiga a suspeita de que a empresa subornou servidores de vários países, incluindo o Brasil, para ser favorecida em licitações de projetos públicos.Segundo informações divulgadas ontem pelo Tribunal Federal Penal em Bellinzona, na parte italiana da Suíça, a Alstom pode ter pago mais de US$ 60 milhões por ano em propinas entre 1998 e 2003. O suborno era mascarado como "pagamento de consultorias", mas as empresas beneficiadas serviam para lavar e transferir o dinheiro da corrupção.Os procuradores suíços consideram os pagamentos suspeitos porque muitos deles envolviam empresas que jamais prestaram nenhum consultoria à gigante francesa. Em alguns casos, afirmam, há provas de que o dinheiro acabou nas mãos de funcionários públicos de Itália, Zâmbia e México.A Folha procurou a corte de Bellinzona, o Ministério Público e o Ministério da Justiça para saber se o Brasil também estava entre os países que receberam propinas da Alstom. Até o fechamento desta edição não havia recebido resposta.Mas o Ministério Público já havia informado que há pelo menos três investigações em curso, e que uma delas é sobre o uso de bancos suíços para pagar propinas no Brasil.A principal suspeita envolve o pagamento de US$ 6,8 milhões a integrantes do governo paulista para ganhar licitação de US$ 45 milhões do Metrô.Há indícios, segundo os papéis divulgados ontem, de que foram pagas propinas de cerca de 1 milhão de euros (US$ 1,25 milhão) entre janeiro de 2001 e abril de 2003 a um funcionário na Zâmbia. O pagamento teria sido feito por meio de diversas empresas "offshore".Além disso, duas companhias suíças apresentaram contas de mais de 10 milhões de francos (US$ 8,6 milhões) à Alstom, supostamente como parte do esquema de lavagem de propinas.A Justiça suíça informou que o ex-executivo da Alstom que havia sido preso em agosto, em uma grande operação de busca e apreensão em escritórios da empresa no país, foi libertado no último dia 10, depois de superado o risco de que ele destruísse provas do caso.A corte não forneceu o nome do executivo, mas ele foi identificado pela imprensa francesa como Bruno Kaelin, que teria coordenado o pagamento das propinas no Brasil e na Venezuela. Kaelin é acusado de gestão fraudulenta, corrupção e lavagem de dinheiro.Com agências internacionais
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2910200802.htm
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Pedro Bueno

OS PARTIDOS SÃO DITADORES?


Se entendo alguma coisa de política? Claro que não. O que não entendo é que o parlamentar eleito, quando registrado num partido político, fica como se fosse representante dele, partido, e não do parlamentar, que tem que rezar sempre pela cartilha, independente do momento, mas que seja do modo do partido. Penso que o pior de tudo é que prevalece mais o que vem dos "grandes" que comandam.
Um parlamentar não têm opinião própria em muitos casos.
Vejamos o que ocorre com o DEM. Esse partido já fez ameaças a muitos que o abandonaram, mas pegua somente pcixe pequeno a nível nacional. Veja que o senador Tuma mudou e foi ameaçado e depois nada se falou sobre seu caso. Talvez devido o senador ainda seguir as opiniões do partido e por isso não é tão molestado. Penso, que o senador, por estar em final de carreira política e é melhor deixá-lo sossegado até 2010 e até lá continuarão usando seus serviços, independente do partido que esteja. Talvez o seu suplente não interessa muito ao DEM.
Que falta fará o paraibano ao partido? Nenhuma. O Suplente tomará posse, se ele de fato for cassado, o que é o mais provável e a vida "do manda tudo no partido" continuará. Já no caso do senador, o partido tem dívidas com ele pelos serviços já prestados.

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DEM entra com ação no TSE para que Câmara decrete perda do mandato de deputado Marco Antônio Soalheiro Repórter da Agência Brasil
Brasília - O DEM ajuizou uma reclamação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com pedido de liminar, para que a Câmara dos Deputados decrete a perda do mandato do deputado federal Walter Brito Neto (PRB-PB). O TSE já declarou anteriormente que Brito Neto cometeu infidelidade partidária quando se filiou ao PRB, após ser eleito pelo DEM.
O TSE determinou a perda do mandato do deputado Walter Brito Neto em 27 de março de 2008, com base em resolução de 2007 que exige justa causa para a mudança de legenda e assegura que o mandato pertence ao partido e não ao parlamentar.
Na ação, o DEM ressalta que a Câmara dos Deputados não deu posse ao primeiro suplente do partido na vaga de Brito Neto e optou por instaurar um processo administrativo.
“O procedimento adotado pela Mesa da Câmara dos Deputados revela o chapado descumprimento da decisão do Tribunal Superior Eleitoral. Primeiro, porque a situação não se confunde com as hipóteses constitucionais de perda de mandato eletivo. Segundo, porque, uma vez proclamada judicialmente a infidelidade partidária do detentor do mandato eletivo, caberia tão-somente ao presidente do órgão legislativo competente empossar o suplente no prazo de dez dias”, argumenta o DEM. ','').replace('','') -->


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Pedro Bueno

QUEM GANHOU MAIS NESSAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS?

Política não é matemática, mas também não é magia
Os números são indicadores importantes do desempenho dos partidos nas eleições. Futebol é bola na rede, eleição é voto na urna. A política está para um campeonato que nunca tem fim, no qual os partidos se alternam na liderança. Nesse caso, as posições conquistadas no campo de jogo são fundamentais para buscar as vitórias em cada rodada Abaixo publico um quadro com a evolução dos partidos nos grandes centros urbanos do país (capitais e municípios com mais de 200 mil habitantes), que concentram cerca de 40% do eleitorado do país.

O jornalista Marcelo de Moraes publica reportagem instigante no jornal O Estado de São Paulo, em sua edição de 27 de outubro (Especial H13). O levantamento dele mostra a quantidade de eleitores que serão impactados nos próximos quatro anos pela gestão dos partidos que vão governar os cerca de 5.600 municípios existentes no país. Vamos a alguns dados:
O PMDB vai governar para 28,8 milhões de eleitores. Em 2004 conquistou o direito de governar para 16,8 milhões. Saldo positivo de 12 milhões.
O PT vai governar para 19,9 milhões de eleitores. Em 2004 passou a governar para 17 milhões. Saldo positivo de 2,9 milhões.
O PSDB vai governar para 17,5 milhões. Governava para 25,6 milhões. Saldo negativo de 8,1 milhões.
O DEM vai governar para 15,9 milhões. Governava para 15,5. Saldo positivo de 400 mil.
Na mesma reportagem, também tem a informação sobre o tamanho dos orçamentos administrados pelos partidos. Alguns dados:
O DEM vai administrar R$ 28 bilhões.
O PMDB vai administrar R$ 25,4 bilhões.
O PT vai administrar R$ 17,9 bilhões.
O PSDB vai administrar R$ 12,3 bilhões.
Os números estão aí. A sorte está lançada. Começou a corrida para as eleições presidenciais de 2010.
Capitado da Coluna do Illmar.
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Pedro Bueno

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

O ESTADO PODE SALVAR O MERCADO?

O Estado pode salvar o mercado?
Tanto pode que já está injetando o nosso dinheirinho no mercado, para que esse seja salvo.
O fato é que, esse mercado sempre brigou para que muitos negócios que estavam nas mãos do governo, fossem carreados para a iniciativa privada. Isso foi feito em vários casos, mas de forma estranha: quase de graça e ainda foi financiado pelo próprio governo. Nas mãos do governo, muitas empresas nasceram e quase morreram sempre deficitárias.
QUE DISSE LULA:
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Estado vai salvar os mercados da crise financeira global. Em um discurso na 18ª Cúpula Ibero-Americana, em San Salvador, Lula criticou o atual sistema financeiro mundial e defendeu a criação de uma proposta conjunta para reformular esse sistema. O presidente disse que é preciso redefinir o papel do Estado e afirmou que não permitirá que a crise nos mercados reduza os investimentos do governo. Nos últimos meses, vários governos anunciaram pacotes econômicos para resgatar instituições financeiras afetadas pela crise econômica global. Você acha que o Estado pode salvar os mercados da crise financeira global? Ou você acredita que as instituições financeiras conseguirão superar o período de crise sozinhas? A estatizacao parcial da economia seria a solucao para a crise atual?
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Pedro Bueno

ELEIÇÕES AMERICANAS - SÃO ESTRANHAS, NÂO?

A poucas para o término da corrida à Casa Branca, a briga por votos entre democratas e republicanos entra em sua reta final. Apesar do candidato Barack Obama esteja ligeiramente à frente de John McCain em todas as pesquisas de intenção de voto, ainda é difícil saber quem saírá vencedor. Foi pensando nisso que ambos os partidos usaram na Internet no sentido de atrair os indecisos, uma forma muito forte que pode decidir a eleição. Nos EUA onde 48% dos jovens registraram a intenção de ir às urnas no próximo dia 4 de novembro.Se bem da verdade que nos EUA o uso da Internet em campanhas não é nenhuma novidade. No entanto, nas eleições deste ano, a Internet ganhou um ritmo e um impulso diferente com uso desses recursos. Obama, foi quem fez mais uso desse movimento, jogando pesado na interatividade. Acha-se, os analistas que por isso venceu a disputa pelo eleitor usual da Internet. Fortemente nas prévias, foram destaques os envios diários de e-mails personalizados, pedidos de ajuda financeira e conteúdos motivacionais para voluntários. Mas a onda Obama não seria nada se não tivesse dado aos internautas a chance de participar ativamente da campanha virtual, enviando vídeos, mantendo blogs, discutindo ações e mobilizando mais pessoas a favor do democrata.
Mas em forma de resultados, penso que o nosso é mais seguro. ME PARECEM EXTRANHA AS ELEIÇÕES AMERICANAS

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Pedro Bueno