sexta-feira, 31 de outubro de 2008

PELO QUE SE VÊ, OS OUTROS DEVEM EXPLICAÇÕES



Até bem pouquíssimos meses, vários bancos arrotavam grandeza e agora surgem os "piratas" a desejarem ajuda? "É disso que o povo não gosta"

E OS OUTROS, SÓ QUEREM MOLEZA !!!!
Sexta-feira 31 de outubro de 2008 17:34
Santander espera lucrar mais de R$ 18 bilhões no Brasil em 3 anos
FolhaNews
O presidente mundial do Banco Santander, Emilio Botín, anunciou nesta sexta-feira que a instituição esperar lucrar R$ 18,8 bilhões no Brasil em três anos após a integração do Banco Santander Brasil com o Banco Real, adquirido em 2007 na operação de compra do ABN Amro.Durante seu discurso na apresentação do Plano Estratégico da entidade no Brasil, Botín explicou que o lucro do banco será de R$ 4,8 bilhões em 2008, R$ 6,1 bilhões em 2009 e R$ 7,9 bilhões em 2010.O presidente do Santander informou que, para isso, o banco investirá no país cerca de R$ 2,55 bilhões, com os quais conseguirão aumentar a receita e o volume de negócio em 15%.Ele reafirmou sua intenção de se transformar no maior banco privado do Brasil, país que sua entidade considera prioritário na América do Sul. O lucro esperado no Brasil para os próximos três anos inclui, além disso, sinergias maiores das que o banco previu inicialmente, explicou. A entidade também quer ampliar a rede comercial, com a construção de 400 novas agências em três anos, e pretende aumentar a fração de mercado.Ele acrescentou que com a integração do Santander e do Banco Real, a entidade tem uma oportunidade única de exercer um papel de protagonista no fortalecimento do sistema financeiro brasileiro.Na sua opinião, o Brasil tem atualmente maior estabilidade macroeconômica, institucional e social e é, além disso, é um dos países que melhor está resistindo à crise financeira internacional, razões de peso para apostar com força no país.Além disso, explicou que o Santander e o Banco Real são dois bancos complementares tanto geograficamente quanto por negócios --o que permite ao grupo, por enquanto, se transformar em um dos três primeiros bancos privados do país, com uma fração de mercado de 10% em depósitos e de 12 % em créditos.Botín acrescentou hoje que a entidade não tem "nenhuma compra à vista" neste momento, o que não quer dizer, no entanto, que eles não enxerguem oportunidades.Na mesma linha de Botín, o executivo-chefe da entidade, Alfredo Sáenz, acrescentou que o Brasil será um dos motores do crescimento do grupo, que acrescentou que atualmente é "imprescindível" ter uma bolsa de negócios com um bom equilíbrio entre mercados emergentes e maduros.Já o presidente do Santander no país, Fábio Barbosa, disse que o banco pretende crescer mais que o mercado em receita e menos em despesas, e que a entidade quer aumentar a satisfação de empregados e clientes.Ele acrescentou que nos próximos dois anos os empregados em rede comercial passarão a representar 85% do elenco, em comparação aos atuais 76%.

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Pedro Bueno

QUEREM MESMO É LEVAR PÂNICO À POPULAÇÃO


São Paulo 31/10/2008 - 19:31 No fundo há é outros interesses: O de deixar a população amedrontada.
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Estadão e Globo usam personagens para aproximar a crise da população
31/10/08
A editora de Economia do Estadão, Cida Damasco, e a editora de O Globo, Cristina Alves, destacam o uso de mais personagens nas reportagens para aproximar os efeitos da crise financeira à população. “Para falar do mercado acionário, por exemplo, é muito melhor você conversar com uma pessoa de carne e osso, que esteja passando por essa situação”, disse Cida.Cristina também acredita que mostrar a crise econômica com a “vida real” é muito mais fácil. A editoria cita um caso recente: uma noiva que deixou de comprar a aliança e adiou o casamento por causa da alta do ouro. “Estamos mostrando como a crise afeta a vida das pessoas, os investimentos, a planejada viagem ao exterior, a dívida com o cartão de crédito”, afirmou.Para a editora do Estadão, encontrar personagens na matéria é uma forma de dar um tempero, de “não repetir mais do mesmo, de uma crise que se alastra”.Ambos – Estadão e Globo – usam ainda recursos como a intensificação de matérias de correspondentes internacionais, artigos de colunistas e infográficos. No Estado, dois repórteres nos Estados Unidos e correspondentes em Genebra, Argentina, China e Paris fazem a cobertura. No Globo, além da equipe de correspondentes, há um enviado especial para a Islândia, Fernando Duarte. Os dois diários estão mobilizando jornalistas internamente, de outras editorias, dependendo da necessidade, mas não contrataram mais profissionais ou criaram uma "editoria da crise".Cida deu um destaque especial para as entrevistas de perguntas e respostas – recurso do Estadão. Cristina fala das capas mais “leves” de O Globo. Um dos infográficos desta semana foi um cheque estilizado do Federal Reserve, o banco federal dos Estados Unidos, para o Brasil, além um debate hipotético entre acadêmicos que defendem John Keynes, economista britânico a favor do controle do Estado pela economia, e Milton Friedman, economista americano que defendia a liberdade dos mercados, sem a participação do Estado.A visão da economista do IpeaAna Paula Higa, economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, o Ipea, ligado ao governo federal, diz que os jornais e a mídia em geral têm dado destaque para a crise econômica, e dá uma sugestão: “Talvez pudessem explorar de forma mais profunda as origens da crise financeira internacional para que o público possa compreender de forma mais abrangente como estes fatos repercutem”, disse.A economista do Ipea afirma que os jornalistas estão mais bem informados em economia, devido à importância que o Brasil alcançou no cenário mundial nos últimos anos. “Acredito que a compreensão do tema se ampliou na sociedade e atualmente não se restringe apenas à discussão de especialistas e acadêmicos. Um número maior de pessoas se interessa pelo assunto e percebe como os fatos econômicos afetam o seu dia-a-dia”.A visão da leitora do Estadão
Cecília Miyazaki, leitora do Estadão há 29 anos, considera “muito boa” a cobertura do jornal. “Todos os dias eu separo o caderno de cotação da Bovespa, para acompanhar as empresas de que tenho ações”, exemplifica. Para a analista de sistemas aposentada, o Estado tem uma cobertura completa, com bastantes artigos e entrevistas com “pessoas de peso” da economia. “Você não precisa ficar procurando (informações) em outros jornais ou revistas”, disse.Nos últimos dias, no entanto, Cecília não quis fazer uma leitura mais apurada do jornal. Não pela qualidade do diário, mais pelo “peso” das notícias para quem tem 50% de suas economias investidas em bolsa. “Não quero ver a situação, apesar de o meu computador ficar ligado o dia todo”, disse a leitora do Estadão. O que o jornal poderia fazer para ajudar os investidores? Cecília diz que a mídia nada pode fazer. “Atualmente, não tem como ajudar. Não sabemos onde esta crise vai parar”, afirmou. Assim como Cecília, a editora do Estadão acredita que as pessoas passaram a se importar mais pelo caderno de Economia por causa da crise. “A crise desperta um enorme interesse se tiver a ver com a vida das pessoas, pela variação do salário ou possibilidade da perda de um emprego. Por quanto tempo este interesse vai permanecer, depende da forma como os jornais vão fazer para cativar esse público daqui para frente”, disse Cida Damasco.Fonte: Comunique-se

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Pedro Bueno

E AGORA, SERÁ QUE VAI SE CONCRETIZAR O QUE ALCKIMN QUERIA?

ELIO GASPARI

A precataria pegou pesado em São Paulo
15/10/2006
O GLOBO
ELIO GASPARI

A precataria pegou pesado em São Paulo
A ekipekonómica de Alckmin queria vender o carro (ao seu jeito) para comprar gasolina
Lula exagera, mas não mente quando vincula Geraldo Alckmin á privatizaria que torrou R$ 200 bilhões do tesouro da Viúva entre 1995 e 2002. Dois lances recentes, ocorridos em São Paulo com o patrimônio da índia Bartira, indicara que os privatas aninharam-se na ekipekonómica que o candidato do PSDB deixou na administração do Estado. Urna, a privatização de 20% do banco Nossa Caixa foi cancelada ha duas semanas, na boca da pequena área, pelo governador Cláudio Lembo.
Destinava-se a recolher R$ 1 bilhão no mercado para calafetar contas públicas. A outra aconteceu ha quatro meses, com a venda de um pedaço da Cesp. Anomalias típicas da má gestão: queimar propriedades para cobrir buracos. Nas palavras de Noel Rosa: “Vendeste o carro para comprar gasolina”.
Nos dois episódios honram fenômenos paranormais durante o processo de privatização. Em geral, quando urna empresa lança ações no mercado, elas sobem. Foi o que aconteceu com aTAM. Com a Cesp e a Nossa Caixa, caí ram. No dia emque se anunciou a venda do lote da Cesp elas estavam a R$ 24,11. Quando os papéis chegaram ao mercado, valiam R$ 16,20. Um tombo de 32%. Com a Nossa Caixa, valiam R$ 47,36 no anuncio e, no dia em que Lem­bo salvou o gol, estavam a R$ 43, 10, urna desvalorização de 14%. ““.
Ações sobem, ações caem e a vida segue. Se a Cesp e a Nossa Caixa não encontravam quem pagasse menor pe­los seus papéis, problema delas. O patrimônio de Bar­tira perdeu peso num período em que as casas Bradesco, Itaú e Unibanco valorizaram-se 3%. Novamente, é o jogo jogado.
Nas duas iniciativas do governo de São Paulo, deu-se um fenômeno adicional. Depois do anuncio da operação, houve urna enorme demanda de aluguei de ações da Cesp e da Nossa Caixa. É o tal do mercado a descoberto, no qual um operador aposta na queda do valor de urna ação.
Coisa assim: aluga-se um papel cotado a R$ 100 por 90 Cruz R$ 100 coloca-se o dinheiro em outro negocio (juros de 14% ao ano do Copom, por exemplo) e espera-se. Se ao fim do contrato a ação estiver a R$ 90, se ganha 10% sobre o investimento. Dinheirinho fácil.
Feito o anuncia das duas privatizações, ocorreu um surto de febre locatária de ações da Cesp e da Nossa Caixa.
Quando não se falava no negocie, o mercado tinha 718 mil ações da Cesp alugadas. Quando a transação foi concluída, as ações afogadas eram 3,7 milhões, um aumento de mais de 400%. A mesma coisa acontece com a Nossa Caixa. No dia do anuncio, as ações alugadas eram 400 mil. Quando Lembo suspendeu a operação, havia na praça 1,7 milhão de papéis alugados.
O mercado financeiro muito mais complexo e menos demoníaco do que parece ao ser observado pelo retrovisor. Mesmo assim, se alguém teve a inspiração divina de alugar ações confiando e colaborando na queda.do valor dos papéis da Cesp e da Nossa Caixa, fez um bom negocio. Admitindo-se que urna pessoa tenha apostado R$ 10 milhões em cada privatizaria e tenha lucrado apenas a metade do que Ihe foi proporcionado pela queda das ações, faturou R$ 1,6 milhão com a Cesp.
No caso da Nossa Caixa, se as ações fossem ao mercado na cotação do dia em que Lembo acabou com o jogo, a desvalorização teria rendido uns R$ 500 mil. O feliz locatário teria ganho R$ 2,1 milhão sem urna gota de suor ou um cdtil de seu patrimônio. S6 com urna idéia, e urna fe.
Nos dois casos, quando a transação chegou ao fim, a febre locatária baixou e o número de ações das duas empresas no mercado a descoberto voltou ao normal Os locatários das ações da Nossa Caixa micaram, pois nos dias seguintes ao cancelamento da operação o papel subiu 17%.
Passada a febre locatária, as ações subiram de volta ao patamar em que estavam.
Na privatizaria paulista ocorreu urna mistura de oportunismo (vender o patrimônio para calafetar contas públicas), astúcia (torrar um pedaço de um banco no lusco fusco do fim de governo) e onipotência (achar que ninguém estava prestado atenção). Pelo menos na Nossa Caixa, Bartira deve.



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Pedro Bueno

VOCÊ NÃO ACHA QUE FALTOU DIZER "NÃO E NÃO"?

Recebi e anexei ao meu blog. - Faça você o seu julgamento.
Criando um Monstro
O que pode criar um monstro? O que leva um rapaz de 22 anos a estragar a própria vida e a vida de outras duas jovens por nada? Será que é índole? Talvez, a mídia? A influência da televisão? A situação social da violência? Traumas? Raiva contida? Deficiência social ou mental? Permissividade da sociedade?
O que faz alguém achar que pode comprar armasde fogo, entrar na casa de uma família, fazer reféns, assustar e desalojar vizinhos, ocupar a polícia por mais de 100 horas e atirar em duas pessoas inocentes?
O rapaz deu a resposta: "ela não quis falar comigo". A garota disse não, não quero mais falar com você. E o garoto, dizendo que a ama, não aceitou um não.Seu desejo era mais importante.
Não quero ser comparado como um desses psicólogos de araque que infestam os programas vespertinos de televisão, que explicam tudo de maneira muito simplista e fala descontextualizadamente sobre a vida dos outros sem serem chamados.
Mas ontem, enquanto não conseguia dormir pensando nesse absurdo todo, pensei que o não da menina Eloá foi o único. Faltaram muitos outros nãos nessa história toda.Faltou um pai e uma mãe dizerem que a filha de 12 anos NÃO podia namorar um rapaz de 19. Faltou uma outra mãe dizer que NÃO iria sucumbir ao medo e ir lá tirar o filho do tal apartamento a puxões de orelha. Faltou outros pais dizerem que NÃO iriam atender ao pedido de um policial maluco de deixar a filha voltar para o cativeiro de onde, com sorte, já tinha escapado com vida. Faltou à polícia dizer NÃO ao próprio planejamento errôneo de mandar a garota de volta pra lá. Faltou o governo dizer NÃO ao sensacionalismo da imprensa em torno do caso, que permitiu que o tal sequestrador conversasse e chorasse compulsivamente em todos os programas de TV que o procuraram. Simples assim? NÃO! Pelo jeito, a única que disse não nessa história foi punida com uma bala na cabeça.
O mundo está carente de nãos. Vejo que cada vez mais os pais e professores morrem de medo de dizer não às crianças.
Mulheres ainda têm medo dedizer não aos maridos (e alguns maridos, temem dizer não às esposas).Pessoas têm medo de dizer não aos amigos. Noras que não conseguem dizer não às sogras, chefes que não dizem não aos subordinados, gente que não consegue dizer não aos próprios desejos. E assim são criados alguns monstros.Talvez alguns não cheguem a sequestrar pessoas. Mas têm pequenos surtos quando escutam um não, seja do guarda de trânsito, do chefe, do professor, da namorada, do gerente do banco. Essas pessoas acabam crendo que abusar é normal. E é legal.
Os pais dizem, "não posso traumatizar meu filho". E não é raro eu ver alguns tomando tapas de bebês com 1 ou 2 anos. Outros gastam o que não têm embrinquedos todos os dias e festas de aniversário faraônicas para suas crias.Sem falar nos adolescentes. Hoje em dia, é difícil ouvir alguém dizer não,você não pode bater no seu amiguinho. Não, você não vai assistir a uma novela feita para adultos. Não, você não vai fumar maconha enquanto for contra a lei. Não, você não vai passar a madrugada na rua. Não,você não vai dirigir sem carteira de habilitação. Não, você não vai beber uma cervejinha enquanto não fizer 18 anos. Não, essas pessoas não são companhias pra você. Não, hoje você não vai ganhar brinquedo ou comer salgadinho e chocolate. Não, aqui não é lugar para você ficar. Não, você não vai faltar a escola sem estar doente. Não, essa conversa não é pra você se meter. Não,com isto você não vai brincar. Não, hoje você está de castigo e não vai brincar no parque.
Crianças e adolescentes que crescem sem ouvir bons, justos e firmes NÃOS crescem sem saber que o mundo não é só deles. E aí, no primeiro não que a vida dá ( e a vida dá muitos ) surtam. Usam drogas. Compram armas.Transam sem camisinha. Batem em professores. Furam o pneu do carro do chefe.Chutam mendigos e prostitutas na rua. E daí por diante.Não estou defendendo a volta da educação rígida e sem diálogo, pelocontrário. Acredito piamente que crianças e adolescentes tratados com um amor real, sem culpa, tranquilo e livre, conseguem perfeitamente entender uma sanção do pai ou da mãe, um tapa, um castigo, um não. Isto que é o amor dos adultos pelas crianças, não é só prazer. È também responsabilidade.
E quem ouve uns nãos de vez em quando também aprende a dizê-los quando é preciso. Acaba aprendendo que é importante dizer não a algumas pessoas que tentam abusar de nós de diversas maneiras, com respeito e firmeza, mesmo que sejam pessoas que nos amem.
O não protege, ensina e prepara. Por mais que seja difícil, eu tento dizer não aos seres humanos que cruzam o meu caminho quando acredito que é hora - e tento respeitar também os nãos que recebo. Nem sempre consigo, mas tento. Acredito que é aí que está a verdadeira prova de amor. E é também aí que está a solução para a violência cada vez mais desmedida e absurda dos nossos dias.(Autor anônimo)

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Pedro Bueno

ISSO É COISA DE DEUS!!!!

São mistérios. Essa menina veio ao mundo tão somente para dar exemplos.
Você vendo o filme saberá o que digo. Então façamos algo agora, pois amanhã......


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Pedro Bueno

JÁ QUE A GLOBO SÓ FAZ APAVORAR.....

Repare só, todo tipo de comunicação que compõe o sistema Globo, não dá uma só noticia boa. Até parece que estamos chegando no final do mundo, coisa que escuto há muitos anos, assim como meus tatara-vós já escutavam. Incrível!!
Mas se o sistema Globo acha que todo mundo é cego ou SURDO, vai aí uma para ver se dá para rir, mesmo lendo O Globo, ou melhor, ouvindo o tlim tlim!
Hora do recreio......
Teste de Surdez p/ CASADOS na 3ª idade
Um velho procura uma clínica, para marcar uma consulta para a sua mulher:- Qual o problema de sua esposa? - Surdez. Não ouve quase nada.- Então o senhor vai fazer o seguinte: antes de trazê-la, fará um teste, para facilitar o diagnostico do médico.
Sem que ela esteja olhando, o senhor, a uma certa distância, falará em tom normal, até que perceba a distância a que consegue ouvi-lo. Quando vier, dirá ao médico a que distância o senhor estava quando ela o ouviu. Certo? - Está certo.À noite, quando a mulher estava preparando o jantar, o velhote decidiu fazer o teste. Mediu a distância que estava em relação à mulher. E pensou: Estou a 15 metros de distância. Vai ser agora!- Maria... o que temos para jantar? Nada. Silêncio. Aproxima-se 5 metros.- Maria... o que temos para o jantar? Nada. Silêncio.Fica à distância de 3 metros:- Maria... o que temos para jantar? Silêncio.Por fim, encosta-se às costas da mulher e volta a perguntar:- Maria... o que temos para o jantar?- Frango! É a quarta vez que te respondo!


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Pedro Bueno

DISSO A REDE GLOBO NÃO FAZ QUESTÃO DE NOTICIAR

COISAS QUE NÃO SÃO DO AGRADO DA REDE GLOBO PUBLICAR.
Tributária: relator entrega proposta que prevê redução de impostos
O relator da proposta da reforma tributária (PECs 31/07 e 233/08), deputado Sandro Mabel (PR-GO), apresentou ontem seu substitutivo à comissão especial. A PEC, encabeçada pela proposta do deputado Virgílio Guimarães (PT-MG), tem o objetivo de reformar o sistema tributário nacional. O substitutivo, segundo o relator, utilizou como texto base a PEC nº 233/08, enviada pelo Executivo, que cria um novo imposto federal, o IVA-F. O novo imposto vai substituir a Cofins, a Cide-combustíveis, PIS e a contribuição salário-educação.
Por acordo, os integrantes da comissão apresentaram pedido coletivo de vista e decidiram que a discussão será iniciada na próxima quarta-feira (5), às 19h. O presidente da comissão especial, deputado Antonio Palocci (PT-SP), afirmou que a sessão será destinada a formatar o debate da matéria." o
No substitutivo, Mabel destaca que, no novo cenário de recessão mundial e conseqüente queda no crescimento do País, as diretrizes básicas da reforma são a redução de custos, a eliminação de entraves ao empreendedorismo, a estabilidade de regras, previsibilidade da carga tributária e melhoria do ambiente de negócios.
Limite - Em um dos dispositivos, o substitutivo prevê uma limitação de carga tributária do Imposto de Renda, do IVA e do ICMS por meio de uma redução linear de alíquotas ou pela redução das alíquotas dos alimentos, produtos de higiene e limpeza.
Na prática, se a arrecadação subir demais, haverá um limitador de carga tributária. Segundo Mabel, a carga tributária só poderá crescer 5% ao ano, que é basicamente o crescimento da economia. A partir daí, haverá uma trava a ser aplicada por três anos a partir da criação do IVA-F e do ICMS. "O corte na carga tributária será o seguinte: comparando a arrecadação de um ano com o ano anterior, se cresceu naquele ano 10%, ou corta todas as alíquotas em 10% ou então se faz um corte maior, de 30% por exemplo, em alimentos e remédios e bens de consumo popular".
Auto-aplicáveis - Segundo Mabel, seu substitutivo não altera muito a proposta enviada pelo governo. "O que nós fizemos é aperfeiçoar a PEC de uma forma que ela não fique só atrelada à existência de lei complementar. Os comandos da PEC são auto-aplicáveis. É o caso da desoneração da folha de pagamento". Segundo ele, o relatório mantém que lei complementar definirá a redução da contribuição patronal ao INSS. "Mas eu já dou o comando (na PEC) que ela (a contribuição patronal) tem de descer em seis anos. Se não tiver a lei complementar, a partir do segundo ano de promulgação da PEC, a contribuição desce um ponto percentual ao ano", explicou.
Em sua avaliação, a reforma tributária proposta levará a população a pagar menos imposto e os reflexos da desoneração e simplificação de impostos poderão ser sentidos a partir do segundo ano de aprovação da reforma.
"Vamos dar ao Brasil condições de sobreviver a essa crise de forma muito melhor".
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Pedro Bueno

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

OPINIÕES DE CÉSAR MAIA PARA 2010 NO EST. DO RIO

Ex-Blog do Cesar Maia 30/10/2008-
OS VETORES DA POLÍTICA FLUMINENSE APÓS A ELEIÇÃO E 2010! Espacialmente, a política fluminense pode ser dividida em 9 vetores: Capital-Sul, Capital Norte, Capital-Oeste, Baixada Fluminense, Norte/Centro Norte Fluminense, Niterói/São Gonçalo, Região dos Lagos, Sul Fluminense, e Região Serrana.
Na Capital-Sul a referência de Gabeira ficará estabelecida pelo tempo que ele definir um projeto político e então se avaliará o desdobramento. Não deverá ser candidato a governador, mas uma candidatura sua ao senado, se em coligação, reforçará muito esta coligação. Na Capital Norte e na Capital-Oeste não há vetor político hegemônico, pois as oscilações entre primeiro e segundo turno foram claras, inclusive com inversões em certas áreas e a avaliação positiva do atual prefeito, aí, poderá lhe dar sustentabilidade. O exercício do poder pelo PMDB na capital nestes 18 meses pré-eleitorais definirá sua expressão política, na medida em que não vem tendo referências de opinião pública há anos.
Na Baixada Fluminense o fato mais expressivo foram as derrotas do PMDB nos grandes municípios. As lideranças afirmadas dos prefeitos eleitos de Nova Iguaçu (PT) e de Caxias (PSDB) vão desenhar o quadro futuro. O prefeito de Nova Iguaçu será candidato a governador, negociando, com a saída do governador a vice do PT, o apoio do PMDB. Nesse caso se fortalece muito. O PSDB, com o cacife de Caxias, avaliará o quadro político nacional e as coligações que poderá fazer regionalmente com vistas a 2010, já que ainda não tem um nome majoritário para governador.
O PDT reina soberano em Niterói-São Gonçalo e com força eleitoral e lideranças expressivas, será peça desejada no jogo das alianças para 2010. Garotinho ressurge das cinzas e retoma sua trajetória a partir de sua liderança no Norte-Centro Norte Fluminense, com uma base de lançamento muito forte, lastreada pelos royalties do petróleo. O Sul Fluminense sai das eleições municipais sem vetor hegemônico, com as forças divididas.
Na região dos Lagos, o PMDB se enfraqueceu ao se dividir e se repete a situação do Sul Fluminense: não há hegemonia. Na região Serrana a surpresa foi a vitoria do PT em Petrópolis, o que, apoiado em nível federal, será um reforço à candidatura do prefeito de Nova Iguaçu a governador. O jogo para 2010 parte com uma dúvida: se o governador do PMDB sairá para ser candidato a vice-presidente ou permanece e será candidato a reeleição. O prefeito de Nova Iguaçu será candidato de seu partido. O DEM inevitavelmente lançará o atual prefeito do Rio. Garotinho afirma que é candidato de qualquer forma. O PSDB avaliará se reproduzirá aqui a aliança nacional com o DEM, reforçando a candidatura deste a governador, ou não. E o PDT avaliará o quadro estadual até o último momento de forma a buscar a parceira certa com vistas a seu fortalecimento político e parlamentar.
Paradoxalmente, os espaços políticos do governador do PMDB se estreitaram muito no Estado desde sua vitória em 2006. Sua avaliação hoje é apenas sofrível, o exercício do poder na capital não é um passeio e o ano de 2009 não ajudará. Será um jogo que já começa animado, esse de 2010.

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Pedro Bueno

terça-feira, 28 de outubro de 2008

VOTOU TÁ VOTADO-OS FALTOSOS QUE NÃO RECLAMEM!

VOTOU, TÁ VOTADO!
Falaram as urnas e agora é torcer para que o novo prefeito tenha as melhores inspirações e faça o melhor por nossa cidade. A pequena diferença de 55 mil votos foi na verdade de 27.500 votos, pois se 27.500 saíssem de um lado para o outro a eleição teria empatado. Vale dizer: ambos merecem o aplauso de todos.
A previsão de alguns analistas era de que a abstenção favoreceria Gabeira não se confirmou.No primeiro turno foram 17,91% e agora 20,25%, o que tenderia a a ser a favorecê-lo. Mas os que se abstiveram não pensaram assim. 927 mil eleitores não foram votar, ou 20%. No primeiro turno foram 820 mil, ou 18%. Portanto, mais 107 mil eleitores deixaram de votar, comparando com o primeiro turno.Brancos e Nulos alcançaram 6,9% ou 315 mil eleitores. No primeiro turno tinham sido 10,4%, ou 479 mil eleitores, ou seja, 164 mil a mais no primeiro turno.
Levando em conta os que compareceram às urnas, Paes teve 46,4% dos votos e Gabeira 44,9%.Também levando-se em conta o total dos eleitores inscritos, Paes teve 37% e Gabeira 35,8%. E 27,2% preferiram se abster ou anular o voto. É um número alto num país em que o voto é obrigatório.
O jornal O Globo desta terça-feira, dia 28, apresenta uma relação longa dos bairros em que os eleitores, em termos percentuais, deixaram de comparacer às urnas para sulfragarem seus votos. Se daqui uns meses ou no máximo um ano já começarem "pipocar"reclamações contra o Prefeito eleito, fazendo-se indagações sutís, provavelmente esses mesmos componentes dos 20% faltosos às urnas, serão os que mais farão reclamações.
Arnaldo Jabor, pela Rádio CBN, fez um comentário, no dia 27 de outubro, o qual intitulou "Cariocas idiotas, depois não reclamem o chop derramado"!



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Pedro Bueno

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

O INICIO DO ABANDONO. ASSIM É O PMDB

Serra diz que existe um diálogo do PSDB com PMDB
Da Agência Estado

Embora diga que “2010 está mais longe do que parece” e garanta que não está “focado” na corrida presidencial e não negocia apoio, o governador José Serra admitiu: “Existe um diálogo do PSDB com o PMDB, isso é indiscutível.” O partido foi o grande vitorioso da corrida municipal e é cortejado tanto pelos partidos governistas como de oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Indagado sobre o saldo dos peemedebistas, Serra admitiu que o partido sai com “posição forte, do ponto de vista nacional”. “O PMDB é um partido que tem capacidade, elasticidade. Fogaça, em Porto Alegre, tinha sido do PMDB, foi eleito pelo PPS, voltou para o PMDB e aí foi reeleito. Paes era PSDB, foi eleito pelo PMDB. O PMDB consegue absorver integrantes de outros partidos em situações-chave e conseguiu esse resultado bastante apreciável.”
Serra resiste, porém, a admitir a candidatura a presidente. Diz que o partido conversa com o PMDB, não ele. “Não estamos negociando 2010”, afirmou. Mesmo assim, o tucano destacou a boa relação que mantém com o partido: “Temos proximidade com muitos setores do PMDB. Quando fui candidato em 2002 tive o apoio do PMDB, na eleição presidencial. E há proximidade, até em alguns casos mais pessoal do que política.”
Tomando cuidado para evitar falar como presidenciável, Serra insistiu em que a corrida municipal “foi uma eleição local”. E acrescentou: “2010 ainda falta muito para chegar, tem muito tempo daqui até lá e eu, realmente, não estou focado na questão de eleição. Os jornalistas estão. Eu não estou na questão de 2010 porque tem muito chão, tem muita coisa para acontecer daqui até lá.”

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Sempre foi assim e não será agora que o PMDB agirá diferente. Esse partido, com seus velhos e novos dirigentes (de pai pra filho), age igualzinho aquela musiquinha "Pra onde a vaca vai/o boi vai atrás". Sempre foi assim e principalmente agora em que, mesmo com a popularidade, Lula não vai ser o candidato, e por isso que o PMDB já colocou olho grande em Serra ou mesmo em Aécio.

O PMDB continuará governando seja quem foi o futuro vencedor em 2010. Esta tem sido a tônica: pra que me desgastar, se governo e quem leva a culpa e não eu? Então é isso aí, o PT e o Presidente Lula já podem se considerarem abandonados pelo PMDB.

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Pedro Bueno

FERNADO GABEIRA - HONROU A BOA POLÍTICA

GABEIRA HONROU COM UMA BELA CAMPANHA.

Foram meses de intensa batalha essa de Gabeira. De inicio eu achava que seria mais um a desejar estar presente na mídia e com isso marcando seu território para uma futura reeleição, em 2010.
Gabeira apresentou seus sonhos. Sonhos de todos nós. Sonhos que nos pareciam, e me parecem, impraticáveis, ainda, volto afirmar.
O mundo do sonhador se parece distante da realidade. Para muita gente isso deixou nitidamente transparecer. Afinal, como já disse, os sonhos de Gabeira, eram e são, sonhos nossos. À medida que ele falava, nós os absorviamos. Sabe aquele sabor adocicado e saboroso? Isso era e é, o sonho de Gabeira.
Gabeira, não ganhaste a eleição, mas ganhaste mais povo para acompanhá-lo.
A diferença foi tão mínima, que penso até que foi uma dúvida atrós de muitos eleitores que não votaram em você.
Mas Gabeira, você ganhou mais respeito ainda, lá no Congresso Nacional. Muitos que lá estão, vez ou outra terão que se olhar no espelho e daí poderão, imaginariamente, ver que nesse espelho estará estampada a figura de Gabeira. Daí até nisso você fez e fará a diferença de se fazer política.
Gabeira não ganhou a eleição, mas ganhamos todos nós, pois Gabeira veio provar de que o povo quer gente diferente em tudo para governar os nossos destinos.
Gabeira, peço-te que apenas abandone aquele pensamento, pois de resto te digo: VOCÊ GANHOU UMA ELEIÇÃO.
O Globo Online Caixa de entrada
Indico a leitura do seguinte texto publicado no Globo Online: Mesmo os que chegarem tarde serão bem-vindos (http://www.oglobo.com.br//pais/noblat/post.asp?cod_post=135503)
Data: 25/9/2008

Saiba viver melhor lendo o que outros escrevem para você saber mais do que pensa que sabe.
Pedro Bueno

domingo, 26 de outubro de 2008

QUEM É QUE ESTEVE AQUI ?

QUEM É QUE ESTEVE AQUI?
Certa vez, quando nos encontramos, trocamos várias idéias do que seria um povo sem liberdade. Mas, como sempre, pensamos que entendemos do que seja liberdade. Na medida em que vamos discorrendo nossos pensamentos, ai nos deparamos com as nossas dificuldades em discernir essa palavra que nos surge com tamanha magia.
Vamos logo verificar dentro de nossa própria casa. O pai a mãe, nos dão as coordenadas de vida. Sim, inicia-se ali os primeiros passos de uma "Constituição" familiar. Não, não é somente familiar, cada ator que pertença a um grupo, que na medida que vai orientando, não têm noção de que é um agente de uma sociedade num todo, que dependendo do modo de agir, encontra-se o que uma Constituição de fato está nos anais de uma Nação. Constituição essa, que pode ser ou não democrática.
Os chamados "direitos individuais", se chocam constantemente. Todos possuem dentro de si o que é seu direito e isso muitas das vezes ocasiona um choque que, se não houver um consenso, poderá gerar problemas maiores. Afinal, "quem chegou primeiro"? Quer dizer quem chega primeiro torna-se o dono da verdade ou de um bem? Onde fica então os direitos individuais, onde uma minoria ínfima tem sob seu teto uma riqueza imensurável dos bens de uma Nação? O mundo já nasceu assim, com minorias dominantes. Com muita ação e trabalho de conscientização, tornará todo o seu povo possuidor de uma parte em que possa viver e sobreviver até. Isso é ou não democrático. Mas muita das vezes só acham que seja democrático quando é para si. São hipócritas, pois pregam uma coisa, mas que na verdade agem de forma diferente.
Nos regimes totalitários, onde as ordens são emanadas de cima, sempre há essa probabilidade de riquezas ficarem cada vez mais concentradas. Nosso regime democrático nem sempre foi tão livre como apregoavam num passado recente, e muito menos durante um período regido pelo Império. Mais que nunca, uma penada se comprava o apoio de determinados indivíduos, como infelizmente no momento atual, onde se pratica atos como daqueles tempos.
Nossos poderes ainda hoje são constituídos por elementos que são de classes mais abastadas que dão as coordenadas numa votação no Congresso, pois os Legisladores foram ou financiados ou são de classes empresariais, rurais e outras mais, que mesmo já se tendo representantes das classes menos favorecidas, ainda são minorias e com isso ainda prevalece o poder econômico.
Já desde a época do Império, a força econômica sempre prevaleceu sobre o restante da população. As novas Leis, aquelas que vieram realmente mudar alguma coisa, sempre foram feitas em períodos de força. Na década de trinta, surgiu as Leis Trabalhistas e Tributárias etc. No período de 70 a 1985, foi onde o país cresceu até 13% no seu PIB, houve desenvolvimento, mas a custa de falta de liberdade e nada se apurou os desvios da época. Muito se fala que desde os primórdios o empresariado brasileiro sempre sobreviveu nas "costas dos governos". Inclusive o sistema financeiro, quando foi criado e usado o PROER, para sanar deficiências de muitas instituições não bem administradas. Umas por falta de boa administração, que não via à sua frente os riscos do sistema. Outros por pura sensibilidade de se fazer coisas erradas, mas que no fim teve que ser socorridas as custas do erário público.
Esses comentários são apenas para o início de uma discussão que se poderá ter através desse humilde que no momento escreve. Vamos debater a nossa opinião. Estou a disposição!
Quem esteve aqui? A LIBERDADE
Pedro Bueno

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Pedro Bueno

O RETORNO DA LINHA DURA APADRINHADO POR F.H.C

Domingo, 26 de outubro de 2008, 13:51 Online

FHC demonstra confiança na vitória de Kassab
CAROLINA FREITAS - Agencia Estado
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SÃO PAULO - A confiança na vitória do prefeito de São Paulo e candidato à reeleição pelo DEM, Gilberto Kassab, é tamanha que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso já relacionou os motivos que levaram o democrata ao suposto resultado. Após visita de cerca de 40 minutos de Kassab a Fernando Henrique, com direito a aceno da varanda do apartamento em Higienópolis, na zona oeste da cidade, os dois demonstraram confiança na vitória e ressaltaram a importância da aliança PSDB-DEM."A retomada da aliança eleitoral foi muito importante para conseguirmos a vitória e termos a continuidade de um governo que por quatro anos vai fazer o que pode de melhor para a cidade de São Paulo", afirmou Kassab. Fernando Henrique foi ainda mais longe, após a fala do democrata. "Pelas palavras de Kassab se vê porque ele ganhou a eleição. É um homem simples, correto, direto e que tem sentimento de lealdade", disse.O ex-presidente reiterou o apoio do PSDB à eventual futura gestão do democrata e, olhando 2010, falou sobre o futuro. "Não é só o DEM. É o bem do Brasil", disse Fernando Henrique. "Queremos um Brasil progredindo. O Brasil está em uma crise econômica grave. É preciso preparar um futuro mais tranqüilo para o País, com menos demagogia e retórica e mais competência."Da residência do ex-presidente Kassab seguiu para uma padaria na região central, tomou água de coco e conversou com eleitores. Em seguida foi até o colégio Liceu Pasteur, na Vila Marina, onde estudou quando criança. Da escola seguirá para a casa de seu pai, vai almoçar com a família e esperar a apuração.

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Pedro Bueno

A HISTÓRIA IRÁ CONTAR COISAS SEMPRE NOVAS

Brasil, 1968
Assalto ao Céu, a descida ao Inferno
Mário Maestri*
Os inícios dos anos 1960 haviam sido contraditórios para as lutas sociais no mundo. Em 1964, sob a orientação colaboracionista do Partido Comunista, o movimento popular brasileiro fora derrotado sem lutar. Em 1965-6, a mesma política facilitara o massacre de um milhão e meio de comunistas e a consolidação da ditadura na Indonésia. O assassinato do líder marroquino socialista Ben Barka, na França, em outubro de 1965, e a deposição de Ben Bella, por Boumedienne, na Argélia, em junho do mesmo ano, registravam também os limites da luta pela emancipação social, sob a direção de classes burguesas nacionais tidas como progressistas.
A década iniciara-se também sob signos auspiciosos. Nas barbas do gigante imperialista, em 1959, a partir da Sierra Maestra, um grupo de jovens revolucionários galvanizara a população da pequena ilha e vergara a ditadura odiada. Dois anos mais tarde, a revolução cubana assumia caráter claramente socialista. Em abril de 1961, o fiasco da invasão imperialista da baía dos Porcos aumentara a humilhação estadunidense. Sobretudo, na Indochina, avançava incessantemente a luta armada das forças populares vietnamitas, apesar dos ingentes recursos militares empregados pelos USA.
A derrota brasileira
A derrota no Brasil pesara fortemente sobre a conjuntura mundial. No início da década de sessenta, amplos setores populares e médios haviam aderido às propostas de difusas reformas de base que, prometia-se, resgatariam os marginais das cidades e dos campos e relançariam o industrialismo que modernizara relativamente, nas três décadas anteriores, a anacrônica estrutura rural da nação. Em 1964, o projeto nacional-reformista fora abortado violentamente. Em nome das classes proprietárias do país, os militares impuseram a ditadura, reprimindo duramente o movimento popular. A derrota fora ainda mais frustrante porque ocorrera sem qualquer resistência, precisamente quando muitos se julgavam a um passo da vitória.
Os grandes líderes populistas — Jango, Brizola e Arraes — abandonaram o país sem resistirem. Brizola propusera, inutilmente, oposição de última hora, rejeitada terminantemente pelo presidente João Goulart, seu cunhado. O Partido Comunista Brasileiro, a grande organização da esquerda, de orientação pró-soviética, mantivera até o triste fim do governo constitucional seu atrelamento ao populismo nacionalista, emperrando a organização autônoma dos trabalhadores. Após o golpe de 1964, o Partidão reafirmou sem qualquer autocrítica sua política colaboracionista.
Porém, no Brasil, a euforia dos vencedores seria curta. Através do mundo, a crise capitalista mundial, que se insinuaria nas principais economias mundiais, em 1967, por primeira vez, após longos anos de crescimento ininterrupto, exigia que trabalhadores e assalariados apertassem os cintos, para que o grande capital tirasse suas castanhas do fogo. Desde abril de 1964, os militares brasileiros intervieram nos sindicatos; parlamentares populares tiveram os direitos políticos cassados; militares democratas foram reformados; conquistas sociais foram confiscadas; a renda da classe média e dos trabalhadores despencou devido à violenta política recessiva ditada pelo grande capital ao governo subserviente do ditador Castelo Branco [1964-67].
O desemprego aumentava. A inflação crescia. As classes médias passavam desiludidas para a oposição, após haverem marchado, em março de 1964, com Deus, pela pátria e pela família, convocadas pelo imperialismo, pela Igreja e pelos partidos de direita, preparando a intervenção militar que salvaria o país da “ditadura sindicalista”. Políticos anti-populares, ou que haviam apoiado o golpe, como Carlos Lacerda e Juscelino Kubitschek, marginalizados do poder, uniram-se a João Goulart em uma efêmera “Frente Ampla”, em fins de 1966, ao compreender que os militares pretendiam eternizar-se no poder


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Pedro Bueno

POETISA RESPONDE COM POEMA.


Ser poeta
Lady Foppa – poeta Goiana
Ser poeta é viver dentro de um casulo que as emoções teceram; sem se sentir aprisionado
Percorrer os labirintos estelares e encontrar poesias onde ninguém percebe
E ter a capacidade de subir no próprio ombro para enxergar poesias mais adiante...
Ser poeta é ter um mundo próprio e fazer deste universo de emoções o centro da vida
Ter a solidão como aliada, conselheira e parceira na construção dos sonhos
Saber captar os segredos de alcova que o vento escuta e espalha sutilmente...
Ser poeta é ter asas mágicas para subir as nuvens para olhar os sentimentos na terra
É entender o sofrimento da rosa quando suas pétalas desprendem e caem por terra
É saber se transformar na essência da rosa, a pétala, sofrimento e terra...
Ser poeta é ter sensibilidade para escutar a música da chuva sobre as folhas
É dançar e dança dos ramos na coreografia que a brisa determina
É ser parte do horizonte, ser as cores do crepúsculo e a esperança no amanhecer...
Ser poeta é ter a sabedoria de viver acima de todo e qualquer julgamento
É "não estar nem ai" para o ridículo até por que ao poeta é permitido ser ridículo!
É ser uma minoria de sonhadores para uma multidão de céticos "normais"...
Ser poeta é um estado de graça, uma dádiva, um dom de ver almas e não pessoas
É amar o amor que chega por chegar, sem aviso prévio, sem garantias nem futuro
Ser poeta é ter a capacidade de fazer do coração uma bandeja, para entregar o amor...

Respondi?????

Esse foi o meu pedido à grande poetisa:
2008/10/26 Pedro Bueno Bueno <
buenp.pedro@gmail.com>
Bom dia minha querida!
Afinal, que é ser poeta ou poetiza ? Qual a razão de sentimentos nas palavras, nas frases? Seria um sonho não realizado, um amor perdido, uma esperança de ser amado (a) por alguém? De onde, então, vêm tudo isso? Não vou me extender, mas me responda, por favor. Claro, sem entrar na tua intimidade muito pessoal.
Um beijo no teu coração
Pedro Bueno--

Aceite essas rosas como minhas homenagens
LEIA o blog abaixo - clic http://www.bueninho-oquepensabueninho.blogspot.com/Não esqueçam, 21 de fevereiro é

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Pedro Bueno

E SÃO ELES QUE DE FATO MANDAM NO PAÍS.

Enviado por Rádio do Moreno -
23.10.2008
9h14m

OPINIÃO
Hora de anistia
Adiscussão acerca de uma possível anistia para os titulares de contas clandestinas em bancos no exterior vez por outra volta à baila, sendo atualmente objeto de pelo menos dois projetos de lei no Congresso. E no momento em que o Banco Central vem sendo forçado a incinerar boa parte de suas reservas cambiais, vendendo divisas para enfrentar a crise que ameaça a estabilidade do real, é pouco provável que o governo já não esteja de olho em pelo menos parte dos cerca de 100 bilhões de dólares não declarados à Receita que, estima-se, estariam em mãos de residentes no país, em contas no exterior. Acredita-se que, se fosse concedida uma anistia que perdoasse os titulares desses depósitos pelos crimes de evasão de divisas e sonegação fiscal, pelo menos metade desse dinheiro retornaria ao país e seria investido na economia formal. Alemanha e Itália, entre outros países, já tiveram experiências bem-sucedidas nesse sentido. É indiscutível que, na atual conjuntura, um ingresso de divisas em tal escala ofereceria considerável reforço no enfrentamento de nossas vulnerabilidades externas aguçadas pela crise, cuja profundidade e duração ainda não é possível avaliar.
Além disso, num momento de aperto do crédito em que projetos para novos negócios vêm sendo cancelados ou adiados em massa por falta de recursos, o retorno desses capitais, até então perdidos para a economia brasileira, teria um peso significativo no esforço de redução do impacto da crise no crescimento econômico do país nos próximos anos.
O bom senso, portanto, indica que a cogitada anistia é algo em que se deve pensar seriamente. Como concretizá-la, todavia, já é questão um pouco mais complexa. De pronto pode-se afirmar que não seriam alcançados pela medida os crimes tidos como antecedentes do delito de lavagem de dinheiro, tais como tráfico de drogas, contrabando, corrupção de agentes públicos etc. Já o dinheiro sonegado ao Fisco, em princípio, não tem origem criminosa, pois o fato gerador da obrigação tributária não é necessariamente ilícito. Para exemplificar, o caixa dois de determinada empresa é gerado em atividade comercial lícita, ocorrendo ilicitude só posteriormente, quando tal receita não é oferecida à tributação. Logo não haverá problema em incluir o crime de sonegação fiscal na anistia proposta. Por uma questão de lógica, seriam também anistiadas as infrações penais relativas à evasão de divisas e à manutenção de depósitos não declarados no exterior, pois, nesse caso, os delitos em questão não passariam de um meio para a prática da sonegação, extinguindo-se, também nessa hipótese, a punibilidade do agente.
Quanto ao tratamento fiscal a ser dado aos capitais declarados pelos anistiados, poderia haver um regime diferenciado, mais favorável àqueles que retornassem efetivamente com o dinheiro para o Brasil, benefício que não alcançaria os que, após a declaração, preferissem manter os recursos no exterior.
Texto do advogado José Carlos Tórtima publicado no Globo de hoje.

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Pedro Bueno

ELEIÇÕES NO RIO DE JANEIRO

Para uma analista política julgar:
ELEIÇÃO MUNICIPAL - RIO.
Eleição, para muitos candidatos, é apenas marcação de terreno.
Quanto ao partido, é um jogo para futuras negociações;
Vejamos bem:
O candidato do PSOL, o Chico Alencar, já se sabia que nem de longe, na atual campanha, teria condições de ter ao menos uma posição de destaque no primeiro turno. Então: marcou presença para 2010. Sabe-se desde já, o seu quantitativo provável para a próxima eleição de 2010. Lógico, que esse quantitativo, será dividido com outros candidatos, mas espera-se alcançar a votação necessária para se reeleger. Uma das vantagens é que teve uma exposição por muito tempo na mídia, de forma até mesmo injusta em relação aos novos pretendentes à Câmara Federal.
Bem, a Sra, dirá: e a Jandira e os demais?
A Jandira têm as chances idênticas à de Chico Alencar, porem ela se fez presente por uma ideologia que ainda marca em muito, o velho Partidão. Mas de qualquer forma, também sempre vê, como o Chico Alencar, as oportunidades de se estar nas manchetes por um longo tempo, e de graça.
E os demais que não obtiveram nem 1% dos votos válidos? Para mim, infelizmente, são os de negociações futuras, sem muito destaque como os de grande “top of midi”. Fazem negócios sem destaque e isso ...... é outro assunto. Aliás, posso dizer: para nós, eleitores, esses pequenos são um somatório de negócios estranhos e por isso deve-se ser votada a nova lei eleitoral com a máxima urgência. Quando se elege um vereador na proporção de 10 por 1, ou até mais, são os mais procurados, inicialmente, pelo executivo, numa necessidade de se aprovar um Projeto. Daí,,,,, e o povo nem vê e muito menos se fica sabendo.
Agora são 6:30, dia 26, domingo, dia da eleição e preconizo a derrota de E, Paes:
Desgastou-se em falar o tempo todo do que fez e do que iria fazer.
Disse muito do que fez para a zona Oeste mais rica, ou seja, Barra e Jacarepaguá (o lado mais próspero). Sua “união” com Lula não “marcou”. Via-se que Lula não estava à vontade ao seu lado. Desejou vender uma imagem que não colou, com o povão de todas as áreas do Rio de Janeiro.
Penso, que finalmente, o Eduardo também foi derrotado por quem o criou. Não sou César Maia, mas ele ainda tem muito peso. E mais por um ultimo finalmente: Eduardo passou uma imagem de “riquinho” mesmo, muitas promessas que o povo sabe que é mentira.
Quanto a Gabeira, com toda certeza não tenho muitas esperanças. Parece-me mais um escritor de ‘SONHOS DE MIL E UMA NOITE ““.
Mas, que o Rio de Janeiro tenha acertado e que Deus me diga que estou enganado.
Gabeira, que Deus esteja contigo. Não se esqueça das áreas pobres.
Abraços, minha cara Lúcia.
Pedro Bueno.
26/10/2008


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Pedro Bueno

sábado, 25 de outubro de 2008

EM MATÉRIA DE APURAÇÃO ELEITORAL ESTAMOS MUITO À FRENTE.

Enquento os americanos vão à lua, nós vamos às urnas! Enquanto aqui entre duas a três horas já temos todos os resultados, lá, nos EUA, levam as vezes, mais de uma semana e ainda assim nos deixam na dúvida dos resultados estranhos.
Nós temos é que acreditar que também somos capazes.
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TSE: 77 mil urnas eletrônicas serão usadas no segundo turno :: Luiz Henrique Ferreira :: Convergência Digital :: 24/10/2008
As mais de 77 mil urnas que serão utilizadas no segundo turno das eleições municipais já passaram pelo procedimento de lacração e de instalação dos seus sistemas. Elas estão prontas para entrar em operação no próximo domingo, 26/10. A informação foi passada pela Assessoria de Imprensa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) à reportagem do Convergência Digital, nesta sexta-feira, 24/10.
Segundo a assessoria, as urnas serão utilizadas em 30 municípios, dos quais 11 são capitais. O total de urnas informado já inclui equipamentos que poderão vir a ser usados em caso de necessidade de substituição das urnas principais, por defeitos ou problemas de última hora.
De acordo ainda com a assessoria do TSE, no primeiro turno foram utilizadas cerca de 400 mil urnas, além de mais 60 mil sobressalentes. Dessas 400 mil, 2.540 apresentaram problemas e foram substituídas. Nas eleições de 2006, o percentual de substituição foi de 0,94% (3.402), este ano, caiu para 0,56%.
Horário de verão
Quanto ao horário de verão que entrou em vigor no último domingo, 19/10, a assessoria informou que nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, o horário das urnas adotadas nos municípios dessas localidades foi adiantado em uma hora. O TSE descarta problemas do ponto de vista tecnológico porque o sistema operacional das urnas foi desenvolvido internamente.
Nas regiões Norte e Nordeste, onde não há horário de verão, as urnas não sofreram nenhum tipo de ajuste, permanecendo com as mesmas informações de horário que já foram inseridas durante o primeiro turno.
Apuração
O TSE estima que por volta das 20h do dia 26/10, já será possível saber o resultado das eleições. De acordo com a assessoria, sem prejuízo da segurança, o órgão este ano bateu todos os recordes. No ano de 2004, a totalização com a apuração se ultimou dois dias depois, às 15h59. Já em 2006 a eleição foi ultimada em termos de totalização e divulgação no dia seguinte, às 14h55. Este ano, a apuração e a divulgação foi encerrada às 13h19 do dia 6.
Urnas biométricas
A assessoria também informou que devido ao êxito da eleição nos três municípios em que os eleitores foram identificados pelo sistema biométrico, no último domingo, 05/10, o TSE se empenhará para que, em oito anos, o cadastro nacional dos eleitores já seja totalmente biométrico. O projeto piloto da identificação por meio das impressões digitais foi utilizado pelas cidades de São João Batista (SC), Colorado do Oeste (RO) e Fátima do Sul (MS).

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Pedro Bueno

NUNCA SUBSTIME UMA MULHER !!!


DEPOIS DE LER TODO O TEXTO, FAÇA SEUS COMENTÁRIOS.

VOCÊ ACHA AS LOIRINHAS BURRINHAS ??
Eita essa é melhor de todas!!!!! Ocorreu um acidente de trânsito, com dois carros batendo de frente, um guiado por um homem e o outro por uma mulher. Ficaram completamente destruidos, mas,surpreendentemente, os motoristas nada sofreram. Sairam completamente ilesos. Depois de sairem de seus carros, o homem pronto para agredi-la verbalmente, mas a mulher rapidamente diz: - Interessante, você um homem e eu uma mulher,com os carros totalmente destruídos, mas estamos sem nenhum arranhão. Isto deve ser um sinal de Deus. Nós realmente precisávamos nos encontrar. Estava em nossos destinos nos conhecermos e ficarmos vivendo em paz, como grandes amigos, até o fim de nossos dias. Concordo! disse o homem. Isto com certeza é um sinal de Deus. E olhe outro milagre,disse a mulher: meu carro está completamente destruído, mas esta garrafa de vinho não se quebrou. Está claro que o destino quer que a bebamos para celebrar a nossa vida, que foi salva milagrosamente neste acidente. Vamos celebrar! Então a mulher passa a garrafa para o homem. Ele concorda sem titubear e vira o gargalo na boca até beber a metade da garrafa. Entrega a garrafa pela metade para a mulher. Ela pega a rolha e a recoloca no gargalo, imediatamente, sem beber nenhum gole. Sem entender nada, o homem pergunta: - Não vai beber a sua metade para comemorar? A mulher responde: - Agora não. Vou esperar a polícia chegar primeiro...

NUNCA SUBESTIME UMA MULHER......... 'Em momentos de crise, só a imaginação é mais importante do que o conhecimento'. (Albert Eistein)


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Pedro Bueno

MARTA E KASSAB NÃO DÃO BONS EXEMPLOS

COISA MUITO TRISTE DE SE VER E OUVIR, numa disputa para Prefeito, na maior cidade do país. Foi uma campanha de dar pena!
No Rio de janeiro, apesar de uma vez ou outra, não foi tão deprimente como em
Saõ Paulo. Triste, muito triste, mesmo!
Marta e Kassab trocam acusações em último debate
Publicado por Edson Fonseca
25-Out-2008 10:05
Candidatos em São Paulo usaram escândalos do adversário
Os candidatos à Prefeitura de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM) e Marta Suplicy (PT), voltaram a trocar acusações sobre suas gestões na cidade nesta sexta-feira (24) em debate realizado pela TV Globo, citaram escândalos, como a máfia dos fiscais e o mensalão.
Os candidatos debateram lado a lado, a cerca de um metro de distância, no confronto mediado pelo jornalista Chico Pinheiro - terceiro e último do segundo turno na capital paulista.
O encontro foi o que mais privilegiou propostas nestas eleições. Nas considerações finais, Marta afirmou que o eleitor pôde ver "dois jeitos de governar", prometeu investir no metrô e em corredores de ônibus e citou o presidente Lula. Kassab não citou a adversária. O candidato à reeleição afirmou que gosta de ser prefeito e que vestiu a camisa da cidade. "A cidade melhorou."

A primeira pergunta do debate partiu de Kassab, que deu início com um ataque à adversária ao questioná-la sobre como ela conseguiu deixar a "cidade quebrada". "Você entregou a cidade com 92 obras paradas, dívidas", disse o candidato.
"Tive as contas aprovadas. Lembro quando Serra começou a dizer essa politicagem de que essa cidade estava quebrada. Eu imagino se recebesse de você", respondeu a petista. "Eu acho inacreditável ficarem falando. Se recebessem a prefeitura como eu recebi. Eu entreguei a cidade em ordem, contas em ordens."
Kassab também questionou Marta sobre a área da educação e voltou a alfinetar a candidata, afirmando que ela deixou o "turno da fome" na cidade. "Os professores e os servidores sabem como foram tratados na sua gestão. E a nossa gestão priorizou acabar com as escolas de lata que você deixou", afirmou Kassab. "Você cansa de repetir, mas essas escolas você que fez com o Pitta, e você era secretário de Planejamento", cutucou a petista.
No segundo bloco, Marta Suplicy questionou Kassab sobre sua política para os ambulantes. "Somos a favor daqueles que trabalham com honestidade. É possível fiscalizar aqueles que trabalham com carga pirata", disse o candidato, que citou a Lei Cidade Limpa.
"Quando eu entrei na prefeitura, ela estava contaminada pela corrupção da gestão Pitta, da qual o senhor fazia parte", desviou Marta, que citou a volta da máfia dos fiscais na atual gestão. "O procurador-geral da República chamou de 'quadrilha' e eu nunca ouvi você se afastar. Eu me afastei do Pitta", retrucou Kassab, citando envolvidos no escândalo do mensalão.
Em seguida, ambos falaram sobre habitação. Marta leu um documento no primeiro bloco, o "cheque despejo" que, segundo ela, é a carta enviada por Kassab aos moradores que terão suas casas desapropriadas. "Acho importante fazer um debate sobre São Paulo", desviou o candidato, chamando o documento de "pegadinha". "Não sei se é verdadeiro [esse documento]. Nós temos política pública de habitação", completou

Me perdoem, até me esqueci qual foi a fonte. Também, com essa baixaria toda!
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Pedro Bueno

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

APRENDA QUANDO ABASTECER SEU CARRO.

Truques para abastecer os veículos - Importante:
O autor deste texto trabalha numa refinaria há 31 anos. Assim quevocê levar a sério e passar a aplicar os truques que a seguir são explicados, passará a aproveitar ao máximo seu combustível e, portanto, seu dinheiro. Esperamos que lhe sejam proveitosos.
*1º.Truque: Encher o tanque sempre pela manhã, o mais cedo possível. A temperatura ambiente e do solo é mais baixa. Todas ospostos de combustíveis têm seus depósitos debaixo terra. Ao estarmais fria a terra, a densidade da gasolina e do diesel é menor. Ocontrário se passa durante o dia, que a temperatura do solo sobe, eos combustíveis tendem a expandir-se. Por isto, se você enche otanque ao méio dia, pela tarde ou ao anoitecer, o litro decombustível não será um litro exatamente. Na indústriapetrolífera a gravidade específica e a temperatura de um solo> tem umpapel muito importante. Onde eu trabalho, cada carregamento de combustível nos caminhões é cuidadosamente controlada no que diz respeito à temperatura. Para que, a cada galão vertido no depósito(cisterna) do caminhão seja exato.

2º Truque: Quando for pessoalmente encher o tanque, não aperte a pistola ao máximo (pedir ao frentista no caso de ser servido). Segundo a pressão que seexerça sobre a pistola, a velocidade pode ser lenta, média ou alta.Prefira sempre o modo mais lento e poupará mais dinheiro. Ao encher mais lentamente, cria-se menos vapor, e a maior parte do combustível vertido converte-se num cheio real, eficaz. Todas as mangueiras vertedoras de combustível devolvem o vapor para o depósito. Seencherem o tanque apertando a pistola ao máximo uma percentagem doprecioso líquido que entra no tanque do seu veículo se transforma emvapor do combustível, já contabilisado, volta pela mangueira decombustível (surtidor) ao depósito da estação. Isso faz com que,os postos consiguam recuperar parte do combustível vendido, e ousuário acaba pagando como se tivesse> recebido a real quantidadecontabilisada, menos combustível no tanque pagando mais dinheiro.

3º. Truque: Encher o tanque antes de que este baixe da metade.*
Quanto mais combustível tenha no depósito, menos ar há dentro domesmo. O combustível se evapora mais rapidamente do que você pensa.Os grandes depósitos cisterna das refinarias têm tetos flutuantes no interior, mantendo o ar separado do combustível, com o objetivo demanter a evaporação ao mínimo.

*4º Truque: Não encher o tanque quando o posto de combustíveis estiver sendo reabastecido e nem imediatamente depois.* Se chega você ao posto de conbustíveis e vê um caminhão tanque que está abastecendo os depósitos subterrâneos do mesmo, ou os acaba de reabastecer, evite, se puder, abastecer no dito posto nesse momento. Ao reabastecer os depósitos, o combustível é jorrado dentro do depósito, isso faz com que ocombustível ainda restante nos mesmos seja agitado e os sedimentos assentados ao fundo acabam ficando em suspensão por um tempo. Assim sendo você corre o risco de abastecer seu tanque com combustível sujo.
Colaboração do Geucy Costa.
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Pedro Bueno

FAZENDA E BANCO CENTRAL E MP. PARA SALVAR

Ministros anunciam novas medidas para diminuir riscos da crise mundial
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, anunciaram ontem três novas ações preventivas que visam diminuir os riscos da crise financeira internacional na economia brasileira. As medidas serão implementadas por meio da medida provisória (MP 443) publicada no Diário Oficial.
Conforme o ministro Guido Mantega, a primeira permite que o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal (CEF) participem do controle acionário de instituições financeiras com problemas de liquidez."

Mantega reafirmou que o sistema financeiro brasileira está sólido e garantiu que a medida tem caráter estritamente preventivo. "Não há bancos quebrando no Brasil", disse a jornalistas durante entrevista coletiva no auditório do Ministério da Fazenda, em Brasília.
"Nós estamos aumentando as alternativas para empresas que querem alienar parte de seu controle acionário. A instituição que quiser fazer alienação pode pesquisar e obter melhor preço, pois a entrada dos bancos públicos melhora a concorrência", complementou.
A segunda medida permite à CEF criar uma empresa voltada para o setor imobiliário - a Caixa Par. O ministro afirmou que a medida permitirá à CEF ter participação acionária nas empresas de construção civil, assim como ocorreu no passado com o BNDES.
O objetivo é reforçar o setor habitacional para manter a performance dos últimos dois anos. A preocupação do governo é que a crise interrompa o fluxo de capital, levando a suspensão dos projetos de habitação em curso no País.
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, detalhou a terceira medida, que autoriza a autoridade monetária a efetuar swaps (troca) de moedas em países com moedas de alta aceitação internacional. Assim como as ações anunciadas por Mantega, Meirelles ressaltou o seu caráter preventivo.
Ele explicou que assim como o FED (o banco central americano) e outros bancos centrais que possuem moedas conversíveis, o swap permitirá que o BC negocie reais com outras moedas. "É meramente um processo de antecipação de possíveis necessidades futuras. Apenas disponibilizamos a faculdade legal para permitir a troca de moedas".

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Pedro Bueno

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

PRIVATARIA QUE FALHOU- QUIS IMITAR FHC- SÓ PRA NÃO ESQUECER

Escrito por Elio Gasperi em 15/10/2006 - Jornal O Globo

ekipekonómica de Alckmin queria vender o carro (ao seu jeito) para comprar gasolina.Lula exagera, mas não mente quando vincula Geraldo Alckmin á privatizaria que torrou R$ 200 bilhões do tesouro da Viúva entre 1995 e 2002. Dois lances recentes, ocorridos em São Paulo com o patrimônio da índia Bartira, indicara que os privatas aninharam-se na ekipekonómica que o candidato do PSDB deixou na administração do Estado. Urna, a privatização de 20% do banco Nossa Caixa foi cancelada ha duas semanas, na boca da pequena área, pelo governador Cláudio Lembo.
Destinava-se a recolher R$ 1 bilhão no mercado para calafetar contas públicas. A outra aconteceu ha quatro meses, com a venda de um pedaço da Cesp. Anomalias típicas da má gestão: queimar propriedades para cobrir buracos. Nas palavras de Noel Rosa: “Vendeste o carro para comprar gasolina”.
Nos dois episódios honram fenômenos paranormais durante o processo de privatização. Em geral, quando urna empresa lança ações no mercado, elas sobem. Foi o que aconteceu com aTAM. Com a Cesp e a Nossa Caixa, caí ram. No dia emque se anunciou a venda do lote da Cesp elas estavam a R$ 24,11. Quando os papéis chegaram ao mercado, valiam R$ 16,20. Um tombo de 32%. Com a Nossa Caixa, valiam R$ 47,36 no anuncio e, no dia em que Lem­bo salvou o gol, estavam a R$ 43, 10, urna desvalorização de 14%. ““.
Ações sobem, ações caem e a vida segue. Se a Cesp e a Nossa Caixa não encontravam quem pagasse menor pe­los seus papéis, problema delas. O patrimônio de Bar­tira perdeu peso num período em que as casas Bradesco, Itaú e Unibanco valorizaram-se 3%. Novamente, é o jogo jogado.
Nas duas iniciativas do governo de São Paulo, deu-se um fenômeno adicional. Depois do anuncio da operação, houve urna enorme demanda de aluguei de ações da Cesp e da Nossa Caixa. É o tal do mercado a descoberto, no qual um operador aposta na queda do valor de urna ação.
Coisa assim: aluga-se um papel cotado a R$ 100 por 90 Cruz R$ 100 coloca-se o dinheiro em outro negocio (juros de 14% ao ano do Copom, por exemplo) e espera-se. Se ao fim do contrato a ação estiver a R$ 90, se ganha 10% sobre o investimento. Dinheirinho fácil.
Feito o anuncia das duas privatizações, ocorreu um surto de febre locatária de ações da Cesp e da Nossa Caixa.
Quando não se falava no negocie, o mercado tinha 718 mil ações da Cesp alugadas. Quando a transação foi concluída, as ações afogadas eram 3,7 milhões, um aumento de mais de 400%. A mesma coisa acontece com a Nossa Caixa. No dia do anuncio, as ações alugadas eram 400 mil. Quando Lembo suspendeu a operação, havia na praça 1,7 milhão de papéis alugados.
O mercado financeiro muito mais complexo e menos demoníaco do que parece ao ser observado pelo retrovisor. Mesmo assim, se alguém teve a inspiração divina de alugar ações confiando e colaborando na queda.do valor dos papéis da Cesp e da Nossa Caixa, fez um bom negocio. Admitindo-se que urna pessoa tenha apostado R$ 10 milhões em cada privatizaria e tenha lucrado apenas a metade do que Ihe foi proporcionado pela queda das ações, faturou R$ 1,6 milhão com a Cesp.
No caso da Nossa Caixa, se as ações fossem ao mercado na cotação do dia em que Lembo acabou com o jogo, a desvalorização teria rendido uns R$ 500 mil. O feliz locatário teria ganho R$ 2,1 milhão sem urna gota de suor ou um cdtil de seu patrimônio. S6 com urna idéia, e urna fe.
Nos dois casos, quando a transação chegou ao fim, a febre locatária baixou e o número de ações das duas empresas no mercado a descoberto voltou ao normal Os locatários das ações da Nossa Caixa micaram, pois nos dias seguintes ao cancelamento da operação o papel subiu 17%.
Passada a febre locatária, as ações subiram de volta ao patamar em que estavam.
Na privatizaria paulista ocorreu urna mistura de oportunismo (vender o patrimônio para calafetar contas públicas), astúcia (torrar um pedaço de um banco no lusco fusco do fim de governo) e onipotência (achar que ninguém estava prestado atenção). Pelo menos na Nossa Caixa, Bartira deve.

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Pedro Bueno

SASHA COHEN - PATINAÇÃO NO GÊLO

HÁ NESSE MUNDO AFORA, COISAS LINDAS, QUE NOS ENCANTAM !!
A patinação tem sua origem na Europa. No começo, patinar era uma maneira de se locomover, utilizada para atravessar os lagos e canais congelados no inverno. Após passar a ser utilizada como forma de recreação, patinadores brincalhões, passaram a fazer desenhos no gelo com as laminas dos patins. Desafios começaram a ser realizados e a partir da avaliação dos desenhos se decidia qual era o mais original, complexo e bonito. Daí surgiu o nome pela qual esta modalidade é conhecida, Patinação Artística. Alguns romanciam que os melhores patinadores conseguiam assinar os seus nomes sobre o gelo. Grandes nomes como Sasha Cohen e Alexei Yagudin são pessoas que ditam e ditaram os rumos da patinação em suas épocas,e são alguns dos melhores patinadores que o mundo já viu.CaracterísticasO atleta equilibra-se em cima de uns patins e faz diversas acrobacias, em conjunto é exactamente igual. Já se for patinagem artística, as acrobacias executam uma espécie de coreografia. A patinagem pode-se dividir em dois grupos distintos: a patinagem no gelo e em ringue de madeira ou cimento. Existem várias categorias de patinagem, podendo ser Pares - Programas Curtos e Longos, Solos - Programas Curtos e Longos, Show e Precisão. Em pares, os atletas (um masculino e um feminino) tem de executar vários elementos de elevada mestria técnica, como elevações e saltos lançados. A categoria de Precisão, como o nome indica, é composta por coreografias em que todos os atletas têm de estar sincronizados. Existem 7 saltos (axel, ritberg, lutz, flip, too loep, salshow, euler) e 4 piões principais (interior para trás, interior para frente, exterior para a frente e exterior para trás) podendo estes ser executados em forma de piões de avião, de carrinho e em pé!
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Pedro Bueno

DEU NO BLOG DO NASSIFF

A discussão sobre os blogs
Para se redimir da campanha contra os blogs, o “Estadão” organizou uma mesa redonda. O destaque maior, dado pela cobertura, foi à frase de Gilson Scwartz, da USP, de que o aumento de blogs pode transformar a web em uma “lixolândia”. Essa mesma frase apareceu no jornal e no caderno “Link” desta segunda. Destacou-se também a declaração da professora Ana Maria Brambilla, da UFRS, de que “seria bom discutirmos a qualidade”.
Certamente as análises do Gilson e da Ana Maria, foram bem mais amplas. Mas como os jornais têm espaço restrito, coube ao repórter escolher a frase que ELE considerou de maior impacto, e colocar na matéria – já que o papel tem limitações de espaço, e o modo de produção jornalístico tradicional exige que o repórter selecione as declarações ou fatos mais chamativos.
Não há como nem porque pedir “qualidade” aos Blogs, como sugere o debate. A blogosfera é um universo anárquico onde cabe de tudo. É uma nova forma de organização da opinião, na qual os próprios leitores buscarão os blogs que tomarão como referência. E há blogs para todos os gostos, para catarse, para informação e para análise.
É fundamentalmente diferente do modelo de imprensa escrita. Primeiro, porque na mídia tradicional há barreiras de entrada enormes para novos concorrentes, necessidade de capital intensivo até alcançar o ponto de equilíbrio. Se não gosto mais da "Folha" troco para o "Globo"; se não gosto do "Globo", para o "Estadão", se não gosto do "Estadão", para a "Folha". E se todos passaram a serem iguais, com a "jurisprudência" jornalística, o que me resta?
Depois porque, na blogosfera a referência passa da empresa jornalística para a pessoa física do blogueiro.
Nos jornais há (havia) diversidade entre os colunistas. Mas cada qual era parte do todo, principalmente porque jornal é estático, com as colunas presas aos limites do papel, e a composição do quadro de colunistas é definida pela direção dentro de uma estratégia mercadológica. Quando a mídia maciçamente recorreu à “jurisprudência” jornalística, nos últimos anos, a diversidade acabou e muitos grupos de leitores ficaram órfãos.
Na blogosfera o jogo é livre. O leitor montar seu painel de blogs e percorre todos eles confrontando opiniões e informações.
Qualquer tentativa de minimizar o papel dos blogs foi desfeita pelo próprio representante do “Estadão”, que, antes do debate, em nome do jornal pediu desculpas aos blogueiros: “amamos os Blogs”. E olha que o representante foi Roberto "Paz e Amor" Godoy, maior especialista brasileira em guerras e armamentos.enviada por Luis Nassif
(
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Pedro Bueno

ESTAVA MESMO ESCRITO - VASCÃO, VASCÃO!

MAS ESTAVA MESMO ESCRITO

Parece que estava escrito e que alguma coisa de bom iria ocorrer lá no Estádio do Serra Dourada.

Não, não vou dormir agora, como das vezes anteriores quando o Vasco jogava. Hoje estou tendo uma premonição.

A camisa branca sempre me pareceu dar a qualquer time, uma postura de superioridade. Portanto, esse já foi o primeiro sinal positivo de que algo de bom e muito bom estava para acontecer.

Com 2x0, que estava dando, ai é que o sono voi mesmo embora. Com toda a justiça, o que o Vasco há muito lhe estava faltando: SORTE ! 4 x 0 no final, foi glorioso!

A garra dos jogadores era impressionante. Não havia bola perdida e numa dessas, eis que ocorreu um dos gols.

O Vasco se armou firme na defesa e os lançamentos em profundidades, não foram bumba meu boi. Foram lançamentos estudados taticamente.

FLAMENGUISTAS:
Não terão a oportunidade de no dia em que enfrentar o meu grande VASCO. a gritarem : segundona, segundona!
O Serra Dourado nunca sentiu pisar no seu gramado, pés de jogadores que pareciam que estavam dispostos para a guerra.
Poucas foram às vezes em que vi um time de futebol tão aguerrido como esse de ontem à noite.
BASTA VER AQUELA CAMISA BRANCA COM A FAIXA
EM DIAGONAL E COM A CRUZ DE MALTA, PARA
MEU CORAÇÃO VASCAINO GRITAR :
Vascoooo!!! Vassscooo! Casaca, casaca !!!!!

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Pedro Bueno

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

O GLOBO - BLOG DE RICARDO NOBLAT

TIREM SUAS CONCLUSÕES

Enviado por Ricardo Noblat -
22.10.2008
17h17m

Comentário
Pergunta que não quer calar: Quem grampeou Gilmar?
A Polícia Federal concluiu que não foi feito no sistema de telefonia fixo ou móvel do Supremo Tribunal Federal o grampo que flagrou a conversa entre o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) e o ministro Gilmar Mendes. A Polícia do Senado havia concluído que ali o grampo também não foi feito.
As 10 maletas eletrônicas da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) ainda não foram usadas por aqui desde que foram compradas. Uma delas ajudou a investigar um caso de sequestro no Paraguai. Perícia assinada pelo Exército diz que as maletas não servem para escutas.
Bem, então como ficamos?
Deu um rolo inesquecível quando Demóstenes e Gilmar confirmaram à VEJA que travaram de fato o diálogo que a revista lhes apresentou por escrito. A VEJA não tem o áudio da conversa. Muito menos o senador e o ministro.
Gilmar ameaçou convocar uma cadeia nacional de rádio e de televisão para dizer que se desenhava no Brasil um Estado policial. Cogitou de manter o Supremo reunido em caráter permanente até que tudo fosse esclarecido. Pediu uma audiência a Lula e falou duro com ele.
Depois da audiência, aconselhado pelo ministro Nelson Jobim, da Defesa, Lula afastou a direção da Abin. A temperatura baixou e não restou provada a culpa da Abin. Nem uma eventual culpa da Polícia Federal. Acabou desmentida a informação dada por Jobim de que a Abin tinha equipamento capaz de fazer escutas.
Às vésperas da eleição presidencial de 2006, o ministro Marco Aurélio de Mello, então presidente do Tribunal Superior Eleitoral, anunciou que seu telefone estava grampeado. Não estava. Ele se baseara em relatório ambíguo de um prestador de serviço ao tribunal responsável por varredura no seu telefone.
No ano passado, três ou quatro ministros do Supremo admitiram à VEJA que poderiam estar sendo grampeados. A Polícia Federal descobriu que um funcionário da Previdência Social, enrolado em maracutaias e investigado por ela, fez por onde os ministros desconfiarem do falso grampo.
Não vale ficar por isso mesmo o que chegou até a ser apresentado como um grave risco de crise institucional - a escuta nos telefones de Demóstenes e de Gilmar. Há que se chegar a uma conclusão definitiva: houve grampo ou não? Se houve quem fez? Se não houve quem pagará pelo salseiro?
Afinal de contas, este é ou não um país sério
?
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PRESIDENTE DO BANCO CENTRAL DESTACA QUE...

POR TER SIDO DE MEIRELLES, O PSDB VAI CONTESTAR? SE FOSSE O MANTEGA, SEI NÃO! MAS AI ELES IRAM CONTESTAR, SIM SENHOR!
Presidente do BC destaca que Brasil tem condição positiva diante de crise

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, destacou ontem, em Comissão Geral na Câmara, as políticas de fortalecimento promovidas ao longo dos últimos anos para o País enfrentar choques externos, como a atual crise financeira que atinge os mercados internacionais, e as ações tomadas pelo BC no enfrentamento imediato do problema.
Ele citou que o Brasil tem a seu favor, no atual contexto, uma condição diferente e positiva de endividamento e um alto nível de reservas em dólares, além da adoção de medidas práticas que beneficiam exportadores e a liberação de crédito a bancos menores.
O presidente do BC afirmou que a partir deste ano, o setor público eliminou a dívida cambial doméstica pública - dívida doméstica indexada ao dólar-; obteve redução da dívida externa pública, realizou pagamento da dívida externa, e ampliou a aquisição das reservas como forma de beneficiar exportações brasileiras.
" o de
Sobre a dívida cambial doméstica, Meirelles afirmou que em maio de 2003 a dívida equivalia a US$ 62.3 bilhões(dívidas em reais indexadas ao dólar). "Em agosto de 2008, o Brasil era credor em US$ 27.3 bilhões Portanto, era dívida indexada em moeda estrangeira que foi convertida para a dívida denominada em reais", afirmou.
Sobre a dívida externa, que é a dívida de fato em dólares, Meirelles afirmou que dívida externa pública total tinha atingido, em setembro de 2003, US$ 138,6 bilhões e, em agosto de 2008, US$ 85.6 bilhões. "Isto é, o Brasil pagou uma boa parte da sua dívida externa. Pagamentos foram feitos ao Fundo Monetário Internacional, ao Clube de Paris, o chamado Brady Bonds, C-Bonds, algumas dívidas privadas - quer dizer, aquilo que foi vencendo. Em resumo, a dívida externa total pública bruta caiu, portanto, um valor substancial", disse.
Ao mesmo tempo, destacou, em outra medida de fortalecimento, o Banco Central adquiria reservas internacionais que saíram de um patamar de US$ 15,9 bilhões em abril de 2003 para US$ 203,9 bilhões em outubro deste ano. O acúmulo de reservas, disse, "foi objeto de muita controvérsia durante bom tempo, porque se questionava duas coisas em relação às reservas e a posição nos mercados futuros. Primeiro, se isso não era caro, se manter essas reservas. Segundo, já que o dólar estava caindo na época, muito bem, não é bom ter um ativo em dólar quando o dólar está caindo. E a argumentação nossa era exatamente que reservas internacionais visam a aumentar a resistência do país à crise", disse.
O quadro hoje, acrescentou, é de liberação de liquidez em dólares, que vem das reservas internacionais e dos mercados futuros; liberação dos depósitos compulsórios, para oferecer recursos no mercado interno.
Crise - Em sua exposição, o presidente do BC fez ainda um histórico sobre as raízes da crise. Citou que os problemas começaram no longo período de taxas de juros acumulativa nos Estados Unidos. A conseqüência, afirmou, foi um aumento substancial de crédito e aumentos progressivos de risco, "na medida em que um longo período de estabilidade e de expansão criou cada vez mais uma percepção de que os prêmios de risco deveriam ser cada vez menores".
A expansão de crédito foi acompanhada por inovações financeiras que visavam retirar o risco dos balanços das instituições e aumentar o endividamento.
Meirelles destacou que a situação foi facilitada pelo quadro regulatório americano permissivo, em especial para os bancos de investimento, que não tinham, ao contrário do Brasil, por exemplo, o mesmo tipo de supervisão e regulamentação por parte das autoridades monetárias.
"O quadro benigno se reverteu a partir de meados de 2007. A queda do preço dos imóveis levou a que o mercado tivesse uma demanda aquecida além da demanda criada pela própria expansão econômica. A inadimplência no crédito residencial, como vemos, vem crescendo substancialmente. Em junho já estava em 4,3%, revertendo, portanto, esse padrão de estabilidade de alguns anos. Em conseqüência, os bancos perderam capital, conseqüência das perdas de crédito no mercado". O resultado foi uma seqüência de crédito que afetou a liquidez do mercado e a confiança de investidores e do consumidor.


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Pedro Bueno

NOSSA IMPRENSA "OTIMISTA"



TÍTULOS DE REPORTAGENS BEM ““ OTIMISTAS “”

1) Desaquecimento na China muda o jogo para o Brasil (desfavorável)
2) Crise fez avanço
do PIB chinês cair 9%, a menor taxa em 5 anos.
3) Índia também pode crescer menos: 7,5%
4) Argentina vai estatizar sistema previdência .
5) Crise cortará 20 milhões de empregos, diz OIT.
6) Vagas em xeque no Mercosul.
7) A seqüência de Bretton Woods?
8) Países ricos terão a pior recessão desde 1929.
9) Rússia, conselho vigiará mercados.
10) Suécia lança pacote de RS$ 200 bi.
11) Inadimplência já cresceu 38% na Espanha.
12)FMI pressiona a Ucrânia, que adia eleições. (Para lá foi uma comissão do FMI para aprovar uma linha de crédito).
13) Dólar sobe mesmo com leilão do BC.
14) Fundos não crescerão este ano, diz Anbid.
15 Presidente da CVM critica especulação com câmbio.
16) Petrobrás cogita dar socorro a fornecedores.
16)Custeio pode perde até R$ 8 bilhões.
17) Governo deve virar sócio de construtoras.
18) BC pode parar de elevar juro básico este mês.
19)EUA vão à Justiça contra a aquisição de frigorífico americano por grupo brasileiro.
20) Por fim: Lula: brasileiro deve enfrentar a crise de cabeça erguida.
Como diría um renomado colunista: Deve ser difícil viver num país que a falta de otimismo de determinada imprensa, pode deixar a população no desânimo.
Outro fato, é que diariamente um grupo de colunistas dessa mesma imprensa, faz criticas quando o Presidente quer levar para o lado otimista.

(Reportagens O Globo em 21/10/08).

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